<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353</id><updated>2012-02-25T19:24:46.239-08:00</updated><category term='a'/><title type='text'>Sempre fica alguma coisa...</title><subtitle type='html'>...que vai/vem junto.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>97</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-820854061331683554</id><published>2012-02-21T15:25:00.009-08:00</published><updated>2012-02-23T16:52:36.334-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Você tá fantástico, e eu nem tô surpresa, você sempre teve um poder incrível de se dar bem, mesmo aparentemente fazendo escolhas estúpidas. Você quer um café? Suco? Uma tequila ou whisky? É, eu tenho essas coisas agora, saudosos os dias em que eu tinha chocolates e docinhos de leite ninho ao invés pra oferecer. Eu ainda os tenho, mas sei que envelheci pra alguns vícios, eu entendo -finalmente- que é inevitável envelhecer e passar da idade pra algumas coisas na vida. Eu tive que saber disso pra aprender te amar do jeito que devia. E agora eu vivo assim, eu me deixei levar por essas coisas que forjam sensação de liberdade, sabe? Você lembra como eu as detestava? Como dizia que as deixava se aproximar de mim, que me aproximava delas, só por protesto? &lt;br /&gt;O que as pessoas chamam de maturidade, no meu caso, eu chamo de fajutisse, de acovardar. A primeira vez foi quando eu comecei a precisar de cerveja pra aturar as conversas sobre sexo que você insistia em ter com as pessoas quando eu estava por perto, deixando de lado o fato de que isso tinha sido um fracasso na nossa relação. Eu sei que era mais maduro vestir aquela cara blasé e rir pra me fazer de confortável, mas eu permanecia enraizada num desejo estúpido, moribundo. Era claro -pra mim- que era o desejo, antes de tudo, de liberdade. Você sabe que eu me apaixonei perdidamente pelo seu desejo de liberdade, por essa fome de mundo, essa ânsia por gostos, sensações, gozos, tudo. Fazia tempo que eu não me apoiava na grandiloquência das palavras, fazia tempo que você não vinha e me fazia querer ser grande, grande o suficiente -e até mais- pra caber em mim esse mundo inteiro que você respira em sonho e meta. A gente se errou tanto. Você, por achar que eu te queria querendo menos, que eu te queria pequeno, limitado, podado. Eu, porque entre tanto, deixei esse meu exagero quase inevitável se expressar distorcidamente como uma obsessão medonha. Não era assim, e você sabe. É que morreu um pouco em mim aquele espírito idiota divertido e confiante, orgulho ferido, eu acho; porque eu não esperava mesmo que fosse faltar tanta lealdade. "A gente mente por precaução, por medo, por amor", você dizia. Mas a verdade de hoje então quer dizer que o que acabou? A precaução, o medo ou o amor? Deixa, eu não quero remoer, eu não vou remoer, vou parecer madura e interessante. Não adianta, eu descobri que tem mais gente no mundo que me desperta interesse, mas acaba  sobrando alguma coisa, ou sobra distância, ou sobra atenção, sobra limite, restrição, prudência, concorrência, ou sobra uma semelhança medonha e contraditória com você. E me falta uma alternatividade, além de faltar colhões pra chegar e dizer "vem nimim" e correr o risco de realmente VIR, e aí? Faz o que com isso? Não quero ninguém meu, não quero eu de ninguém, às vezes vem sim, uma vontade indisciplinada de caber no tradicional, mas a inconstância é bem maior.&lt;br /&gt;Vish, você veio só trazer essa foto, eu tô te olhando daquele jeito que tenta ver por dentro o que se passa no pensamento, mas nem consigo, porque tá passando tanto pensamento meu, tudo isso, que eu precisei pensar pra não sair dizendo.&lt;br /&gt;Eu me apeguei em te querer, e agora quando eu te olho e não quero nada mais que um abraço imenso e os momentos mais divertidos da minha vida, cadê? Querer você me fazia pensar em querer querer alguém, e agora nada me distrai dos amores pesados, dos sonhos pro mundo, dos medos maiores e das preocupações. E você não era meu analgésico como uma vez eu disse, era simplesmente a minha felicidade, era placebo, me incomoda essa necessidade de dedicar o mérito pela alegria a algum tipo de remédio. Eu tento me lembrar agora que felicidade não é ausência de tristeza, é só ser maior do que isso. Igual saúde não é ausência de doença, é bem estar. E pensar que tudo isso é só invenção d'agora, é o que eu preciso pensar, é escolha.&lt;br /&gt;O que me mata é essa minha lentidão, eu preciso de alguma ruptura.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-820854061331683554?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/820854061331683554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=820854061331683554' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/820854061331683554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/820854061331683554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2012/02/voce-ta-fantastico-e-eu-nem-to-surpresa.html' title=''/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-3056963128890991278</id><published>2012-02-13T13:50:00.000-08:00</published><updated>2012-02-13T16:21:38.440-08:00</updated><title type='text'>"oh, what a mess we made"</title><content type='html'>Saint Valentine, please make this love of my life stay close to me. Maybe get closer, but just 'till he has to go. Allow us to taste other loves, other moments, different kisses and bodies -&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;guiltless&lt;/span&gt;- and since there will be no guilt, it won't have any lies. Please, Saint Valentine, don't ever let him think he has to work hard to want to stay, don't ever let him think he has to try being mine. I don't want addictions, I don't want possessions; just passion, warming hugs, loyalty and feeling. Anything left has to be consequence if it is meant to be. I know, 'cause I've learned, that if it's felt -deeply and intense, beyond the matters of time- it will be honest. And I know how imature it sounds, but still, that's what I ask. I also know there are times we must try hard, I just think that if we try for the wrong part of the (un)plan, it's gonna suck. In a not not nice way at all. Like: "let me just drink this cold beer so it doesn't get such a pain in the ass to see your face". Please don't let it go to this point. Tell me the reasons before and if I can't (or if I don't want to) change them, go away. Go look at nice views, take astonishing pictures, go exercice the muscles of your calf, compose a song, climb a tree, whatever, just don't hate me for the stupid reason of trying to love me. Come back when you can smile at looking at me again. Come back when you can hug me with no wall between. I wont hate you for leaving if you just give me a cozy kiss goodbye, but I might get extremely bitter if you lose yourself trying to love me in a way they say is right. What about right or wrong??? It's all such a mess already. People have messed up so much even with feelings, they love to hate nowadays, how the heck is that??? Anyway, I'll get my pen and my scrawled pages book and watch Edward Scissorhands, whispering, amazed to see how some kinds of love are able to break some boundaries people make up. And I know you'll be preparing nice experiences to me, Valentine, you know how I like to meet charming people, the ones that enjoy and live the talent life gives them. The ones that smile before the kiss and look right inside eyes making me come to world, outside my own. How I like when the necks meet in a hug. How I like the ones that inspire freedom.&lt;br /&gt;Wouldn't be honest if I forgot to say that I admire the classical couples that spread little hearts and flowers where they go, just haven't found a way it fits me. &lt;br /&gt;But, as -to me- the future is just imagination, he can be anyway I wish. So, when we get two ancient, let this love of my life still be close to me.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-3056963128890991278?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/3056963128890991278/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=3056963128890991278' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/3056963128890991278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/3056963128890991278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2012/02/oh-what-mess-we-made.html' title='&quot;oh, what a mess we made&quot;'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-6330168166615230859</id><published>2012-01-27T21:46:00.000-08:00</published><updated>2012-02-07T15:11:39.557-08:00</updated><title type='text'>A bizarrice da instabilidade</title><content type='html'>Eu me encanto mesmo dos seus olhos, como me encanto com o mar. E não importa quantas vezes os veja. Como um cachorro, que comemora a chegada de quem ama quantas vezes chegar, meu sentimento comemora em êxtase a chegada dos seus olhos. E é sempre a mesma saudade, que transcende ao tempo. Não me encanto mais dos meus sonhos do que de quando acordo. Que em sonho ou não, você é você, diferença que há é que em sonho é meu. Mas, é parte do que me encanta a verdade de não ser meu. A verdade de ser seu, e do mundo inteiro. De poder ser minha, mais minha que de todo o mundo, como foi meu o mar uma primeira vez, mais meu do que do mundo inteiro, no momento em que o sentia. Como foram meus os seus olhos, mais meus por meio segundo, mais meus que do mundo. Mas sem deixar de ser. Se ser você é não ser meu, que eu não te tenha então. &lt;br /&gt;Mas, espera...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...Tá, pode ir!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-6330168166615230859?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/6330168166615230859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=6330168166615230859' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/6330168166615230859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/6330168166615230859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2012/01/bizarrice-da-instabilidade.html' title='A bizarrice da instabilidade'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-5161779957744101004</id><published>2012-01-22T19:05:00.000-08:00</published><updated>2012-01-22T19:34:56.541-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Janeiro tava indo embora, saindo à francesa como se não tivesse nada com isso. Como não houvesse trazido promessas capciosas de novidade e duas ou dez metas esquecidas. Não reclamaria sua ausência -eu quero dizer a ausência de Janeiro- porque a sua eu reclamo despercebida. Ele vai voltar quando tivermos esquecido seus estragos. E vai permanecer fagulha enquanto a gente lembrar seus bons feitos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-5161779957744101004?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/5161779957744101004/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=5161779957744101004' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/5161779957744101004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/5161779957744101004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2012/01/janeiro-tava-indo-embora-saindo.html' title=''/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-706780625420270557</id><published>2012-01-21T19:33:00.000-08:00</published><updated>2012-01-21T20:30:30.549-08:00</updated><title type='text'>Amor perfeito</title><content type='html'>Ficar tanto tempo sem te escrever só me fez acumular zilhões de assuntos, você sabe. Se às vezes em dois dias eu já acumulo, pensa nesses anos todos.&lt;br /&gt;Tô adquirindo um cansaço social que eu jurava que não me alcançaria, uma velhice amarga e prematura regada a porres desconexos -pleonasticamente- e depressões por entorpecências alheias e, pior do que isso, uma adolescência retardatária constituída por uma incurável -embora remediável- necessidade de pertencer e por momentos de reclusão quase involuntários.&lt;br /&gt;Mas não quero que estas palavras se tornem meu muro de lamentações, lamentar sempre me pareceu um gasto abusivo do tempo, tempo que podia ser gasto em amor. Eu espero que a mágoa passe um dia, eu espero e, este talvez seja o maior problema. Essa neutralidade insípida de esperar. Mas, não quero que estas palavras sejam meu muro de lamentações. Conseguisse alguma pretensão de embelezar a agonia, escreveria um poema e, começaria assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Hei de ser só.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, se nada me impedisse de continuar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Só um amor enfadonho, contradito&lt;br /&gt;porque o amor não o é.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que "ser ou não ser" é questão de idade tão mais longa do que a minha própria. Então me desfoco, perco o poema de vista, e lamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí me diriam: é falta de sexo! &lt;br /&gt;E eu responderia, convictamente: é falta de sono. De tesão. De convicção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o amor perfeito era o nosso. O nosso, Tempo. Porque você pra mim agora era tempo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-706780625420270557?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/706780625420270557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=706780625420270557' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/706780625420270557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/706780625420270557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2012/01/amor-perfeito.html' title='Amor perfeito'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-5606258465331149249</id><published>2012-01-10T20:59:00.000-08:00</published><updated>2012-01-22T16:05:17.930-08:00</updated><title type='text'>Cílios e janelas</title><content type='html'>Algumas coisas e seu inconveniente e ilusório poder de se resolverem por conta própria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas depois, quando quiser e, se quiser -porque eu detesto dar ordens- fecha o olho  -os olhos- devagar, do jeito como dá pra ver os cílios se encontrando aos poucos e te imagina no lugar mais alto de algum lugar, e desse lugar mais alto, você vê zilhões de casas, prédios, construções e, de tudo isso, o que vê com mais evidência são janelas, aos punhados, em porções de cores e recheios, recheio de gente, de bicho, de sapato molhado, de imaginação, e nasce a vontade torta de passar a desejar bom dia, janela por janela. Só que te roubam o tempo, escondem-te o espaço. E ali, sem tempo, sem espaço, você é um sopro de nada e de tudo, um sopro de vontade e de visão, daquilo tudo que não pode ser seu, porque a possessividade -tantas vezes- só atrapalha, mas que é dos seus olhos e da sua lembrança, que vai enfeitar tudo como bem quiser enquanto couber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a liberdade de expressão é um beijo errado num momento certo, que não acontece. Ou tudo isso em um vice-versa em multi versões e dimensões.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-5606258465331149249?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/5606258465331149249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=5606258465331149249' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/5606258465331149249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/5606258465331149249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2012/01/cilios-e-janelas.html' title='Cílios e janelas'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-5612279091967579301</id><published>2011-12-31T08:33:00.000-08:00</published><updated>2012-01-02T11:01:47.292-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Lembrava que não tinha nem sequer parado pra pensar o que ia fazer de diferente quando fosse dia primeiro. &lt;br /&gt;Gostava de primeiros, de primeiras vezes, de primeiros passos. Não discordava que eram os menos fáceis, gostava da inspiração desafiadora de começar, só não entendia muito bem o que acabava e o que começava nestes dias, mas havia se acostumado, de tal forma, que sentia um pouco essa transição inventada; pensava muito mais do que devia e achava  que gente precisava disso, de inventar; inventar motivos, motivações. Tem tanto que se baseia nisso pra vida fluir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse ano, tinha sido permeada por um receio imenso de perder oportunidades, era um tipo bom de receio.&lt;br /&gt;Desejos, tinha aos milhares, não só porque era fim de ano, mas porque os dias eram sempre outros.&lt;br /&gt;Queria todas as pessoas amadas em um mesmo abraço, até aquelas cuja saudade eterna é uma marca reincidente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversava com o ano que vinha, já quase ali, quase aqui. Dizia: vem, por gentileza, de portas e janelas abertas. Vem, quase sem paredes, oferecendo espaço bom pra que a gente -essa gente toda bonita, e as que ainda precisam descobrir que são- possa construir, possa aproveitar; que venha com espaço pra sonho, pra cuidado, pra impulsividade (às vezes) e pra muito, muito amor. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Que 2012 seja eterno enquanto dure então? Que a gente possa sentir mais os dias gostosos do que aqueles que azucrinam. E que todos os bons desejos e bons sentimentos pelos quais a gente se deixa permear quando tem algo acabando e outro mesmo algo começando, não se resumam apenas à essa transição. Que a gente ame, não mais, porque não acredito que seja controlável a intensidade do amor, mas que a gente ame menos reprimida e limitada e dependentemente. Que, quando o olhar for pouco, a gente sorria; quando o sorriso for pouco a gente abrace, e quando o abraço for pouco, a gente saiba o que fazer. &lt;br /&gt;Que a gente saiba o que fazer, e faça. Às vezes mesmo sem saber. &lt;br /&gt;Mas, fazer é essencial.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-5612279091967579301?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/5612279091967579301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=5612279091967579301' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/5612279091967579301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/5612279091967579301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/12/lembrava-que-nao-tinha-nem-sequer.html' title=''/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-4391474594285905713</id><published>2011-12-19T18:51:00.000-08:00</published><updated>2011-12-20T20:10:36.367-08:00</updated><title type='text'>Os kiwis</title><content type='html'>Parte final - O barco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não funciona entrar em um barco pela metade. Não funciona -também- entrar pela metade em um barco. Ou você entra, e vai. Ou fica, com o lencinho abanando na mão e o coração em qualquer lugar. Não, eu nunca fui mesmo de ser radical, mas acontece que quando se deseja concluir, ficar de rodeios e em cima de muros, e entre barcos, mar ou terra firme, expressa uma covardia irritante. E, de repente, essa era eu aprendendo a decidir. Quem ousar pensar que não vai durar quase nada, pode estar certo. Eu não esperava deixar de lado a crença de que "existem mais coisas entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia" e nem de defender, purissimamente, que "tem o certo, tem o errado; e tem todo o resto" eu não ia ficar quadrada, embora às vezes isso fosse vontade. É que essa coisa de "equilíbrio" anda me descarregando a paciência. "nem tão isso, nem tão aquilo; equilibrado", a prudência e o morno, quando às vezes era noite e parecia faltar fogo, tinham um poder interminável de me desaquietar o espírito ainda mais. Isso, quando são meus. Sempre ser - e estar- em contradição não costumava ser assim, tão insuportável. Mas quando se quer fazer parte da "vida louca, leve e breve", manter a prudência de pé, imponente e intacta, é contrariedade em demasia, é esticar por demais o elástico que liga -e separa- os dois. Não funciona, arrebenta. E aqui, eu me contradigo sem vergonha, pra dizer que, é estupidamente impreciso e necessário um indeterminado tipo de maleabilidade.&lt;br /&gt;O momento é a matéria prima mais maleável da vida, ao mesmo tempo que a mais imprevisível, eu acho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu queria mesmo, no fim dessa conta -e desde o começo dela, era poder desejar o amor um pouco mais sóbrio. Não quadrado, não desses amores cinzas, que pasmam quem os cultiva e os deixam sem reação. Porque nem consigo concordar que seja amor. A emoção é fundamental, essencial e indispensável. Acho imprescindível que o amor seja sentimento dotado de leveza, mas capaz de vibrar os neurotransmissores intensamente. E desejar que o encanto não enebriasse tanto, mas, sincera e incontrolavelmente, eu prefiro me entorpecer de amor do que me entorpecer pra amar. Faz algum sentido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um simples carinho às vezes derruba todas as minhas teorias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E onde é que fica o barco? Parte? Que parte? Fica? Fica sustentando quem vai pelas metades.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-4391474594285905713?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/4391474594285905713/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=4391474594285905713' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4391474594285905713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4391474594285905713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/12/os-kiwis_19.html' title='Os kiwis'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-4665962680701888704</id><published>2011-12-13T19:54:00.000-08:00</published><updated>2011-12-19T18:51:50.659-08:00</updated><title type='text'>Os kiwis</title><content type='html'>&lt;div&gt;Parte essencial - O encanto&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;É que eu gosto do meu cantinho. Aqui, quieta, meio minha. Meio "me deixa, que hoje eu tô de bobeira". Mas quando aparece alguém, e me encanta, peço pra entrar; e mesmo que não fique, vai ficar. Nem que fique o encanto e só. E eu, só. No meu canto, com seu canto. A me acompanhar, a me embalar e, até ninar, quem sabe? Mas eu não espero, que encanto não se espera, em canto sentido sincero, e aquela leveza, sei lá se ilusória ou qualquer coisa, mas que afaga isso de esperar ou desesperar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-4665962680701888704?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/4665962680701888704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=4665962680701888704' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4665962680701888704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4665962680701888704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/12/os-kiwis_13.html' title='Os kiwis'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-5675778033055235640</id><published>2011-12-10T15:49:00.001-08:00</published><updated>2011-12-11T21:14:00.615-08:00</updated><title type='text'>...aço</title><content type='html'>Paixão de supetão, sabe? Não sei se todas são. Não sei falar das que não foram ou são minhas. &lt;div&gt;Essa, de início roubou o fôlego, entorpeceu, arrepiou; assustou e quase afastou, mas não. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Encanta tanto, que o susto é quase nada perto da atratividade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Muda tudo, pensa? Uma paixão súbita, intensa, recheada e sensitiva. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um sonho, com realização simultânea, penetrando a vida de alguém que, até ali, tinha sonhado só o inatingível, o intangível dependente quase adicto à transcendência da imaginação e do fingimento. De repente vem chegando este vento desconstruindo, limpando, reparando, reestruturando pedaço a pedaço aquela vida, aquele rosto, aquele pensamento, aquilo tudo que era eu. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Era o clímax da história mais imprevista e desejada, era um dos clímax.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nunca antes havia sentido que fora vista de fora pra dentro, não sabia olhar nos olhos, só desejava ver, só desejava todos os sentidos, que, a partir dali, faziam-se todos muito mais projeção e sensação do que apenas desejo e imaginação. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não que seja palpável também, mas sentido e apreciado em um plano mais próximo e mais provido de calor do que só aquele que se sonha de longe. Agora, ali, era como se sonhasse de perto, ou porque o sonho tinha vindo ao chão, ou porque as consequências daquela paixão me deixassem tão leve que eu subisse às nuvens onde moram estes sonhos que antes apenas podia alcançar em pensamento. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não sabia como era ser tão inteiramente sincera. Era necessário que fosse representação, não era? Confundia-se. Queria ser toda aquela nova, aquela inteira, aquela sincera e projetada nas mais "amanipuladas" (não manipuladas) expressões de sentimentos e momentos.  Forte, totalmente forte, por não esconder nenhuma fragilidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hoje, paixão madura, ainda causa as mesmas sensações, ainda é sempre nova, ainda assusta, mas, acima de qualquer coisa, ainda encanta tanto. Hoje não rouba tanto as palavras, dá novas, faz brotar histórias, memórias.    &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aço, palhaço&lt;/div&gt;&lt;div&gt;te faço como posso, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;como sou&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Me faz toda amor&lt;/div&gt;&lt;div&gt;toda leve&lt;/div&gt;&lt;div&gt;me confundo contigo,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;é quando sinto que vivo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Feliz.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;:o)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-5675778033055235640?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/5675778033055235640/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=5675778033055235640' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/5675778033055235640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/5675778033055235640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/12/aco.html' title='...aço'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-7747828236322604247</id><published>2011-12-08T12:37:00.000-08:00</published><updated>2011-12-11T21:16:00.775-08:00</updated><title type='text'>Os kiwis</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-syqaQede_ak/TuV6UQgCOmI/AAAAAAAAAc0/JKbj5cojIcg/s1600/muro.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 261px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-syqaQede_ak/TuV6UQgCOmI/AAAAAAAAAc0/JKbj5cojIcg/s400/muro.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5685084593070422626" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Parte X³ - Calada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"The breath before the kiss and the fear before the flames"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as mil coisas pra te dizer sapateiam na minha cabeça; sambam sem cansar, todas as palavras que eu planejo, revejo e ensaio pra dizer pra você. Mas, você vem com essa presença que deixa tudo tão leve, mas tão leve, que causa um "tilti" na gravidade e as palavras sobem, sobem e eu não as alcanço. Já é assim há tanto tempo, que eu nem sei por que ainda acredito que da próxima vez não vai ser. Um momento de paz com você, é sempre ainda melhor do que a promessa incerta de um futuro desabafado.  E ficar ali, em cima do muro, calada, naquele momento que não passa só, que transborda sentido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-7747828236322604247?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/7747828236322604247/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=7747828236322604247' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7747828236322604247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7747828236322604247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/12/os-kiwis.html' title='Os kiwis'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-syqaQede_ak/TuV6UQgCOmI/AAAAAAAAAc0/JKbj5cojIcg/s72-c/muro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-4535307771438891445</id><published>2011-11-21T18:21:00.000-08:00</published><updated>2011-11-28T06:27:50.697-08:00</updated><title type='text'>Os kiwis</title><content type='html'>Parte X - O novo, a liberdade e a glória.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"...com um carinho imenso e uma certeza de que o "novo" é possível."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu gosto do novo comportado, que depende da minha escolha, que espera o meu sim ou acata um possível não; eu gosto do novo que pede licença. Mas, ele às vezes é invasão. Não avisa, visita, e às vezes, fica. Gosto do novo que se deixa conhecer, que convida, incita, instiga. Eu gosto do novo que não substitui o velho, que acrescenta, que dá o brilho do gozo do processo de conhecer. Há uma excitação impressionante em provar, em estabelecer contato.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vem, tá um dia tão bonito pra ficar aí pensando, pensando. Eu sei que tá chovendo, mas não deixa de ser um dia lindo, sei lá, pra mim parece lindo. Você tá ouvindo? É uma das minhas milhares de preferidas; não importa, eu sei que preferir deveria ser uma ou outra, mas eu prefiro uma porção. Assim como eu te prefiro à porções. Vai, não me condena por gostar do que chega, do que rompe. Não me diz que eu quero ser livre demais, não coloca o desígnio de "demais" no meu desejo de liberdade. Liberdade pra mim é caber. É caber aconchegantemente onde quer que seja. Não ter que arrancar pedaços e limitar movimentos pra caber, isso é que me, sensitivamente, parece liberdade e, eu sei que é falta de maturidade, sofro desse mal sem cura. Andei cortando tantos pedaços, limitando tantos movimentos, tendo que inventar alguns pra não ficar absolutamente estática, você entende? Mas isso me mata aos poucos, não posso continuar podada. Às vezes parece que a glória da juventude tá passando antes mesmo de chegar. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não vai.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A&lt;/div&gt;&lt;div&gt;inconstância&lt;/div&gt;&lt;div&gt;limita liberdade,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;imita liberdade&lt;/div&gt;&lt;div&gt;desconstrói fidelidade,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;desafia lealdade&lt;/div&gt;&lt;div&gt;desvia ausência&lt;/div&gt;&lt;div&gt;afaga carência.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vai, joga pra cima este peso das costas, da cabeça; mexe, empurra. Quem sabe eles encontram uma brecha na gravidade e, "tiuff", sobem por aí que nem balão de gás hélio, dissipam, explodem, até virar estrela. Tá vendo que tá chuva e Sol? Daqui a pouco forma arco-íris pra deixar o dia ainda mais bonito. Sabe que quando eu vejo arco-íris eu não procuro pote de ouro, eu te procuro. Mostrei o arco-íris da semana passada pro cara que me pediu dinheiro na avenida alí perto do córrego, eu não sei quem ele procurava mas, pena que não podia sentar e poder ouvir o que eu via nos olhos dele. Pena é ficar tão perdido no tempo e no espaço, pena não ter tempo e espaço. Ou ter todo o tempo do mundo e espaço quase nenhum, e vice-versa(versa, lados, dimensões, planos ...). Ele parecia desejar que arco-íris fosse ponte, que levasse pra todo lugar onde se pode ser feliz, ou era eu que desejava isso, pode ser que ele não pensasse nada, fosse tudo minha projeção, mas ele se sentou pra olhar. É que nem todo arco-íris me traz você; porque arco-íris não é estrela cadente. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cada vez que se tenta caber, perde-se mais espaço. Preciso de um sorvete de abacaxi do Drummond. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Deixa essa garrafa aí. Pra quê isso se eu tô aqui? Pra quê? Vem glória junto com o entorpecer? Vem, não vem? Eu me lembro de alguma glória. Mas, e este ímpeto que quase me rasga de vontade de colocar aspas em cada palavra? Querer dizer não é dizer. E a interpretação às vezes troca os sentidos e os significados de tudo. Você tá fugindo? Eu também mas, não pretendo sumir; eu não sei o que eu pretendo com isso. Você sabe?&lt;br /&gt;Que me faça ter vontade de percorrer o percurso e que não me faça crer logo de cara que o percurso é muito longo e tedioso, a simplicidade me atrai com uma força impulsiva. A vontade é indispensável, cruelmente indispensável. E, de tudo o que eu sei forjar, vontade é o mais difícil. Eu acho que paixão é simplesmente vontade, vontade mais forte do que qualquer sensatez. Sumir nunca foi opção, partir nunca foi ideia ou coragem. Então fica a vontade, faz a vontade, transforma, congela, desfaz, destrói, cria. Cria, cara! Enlouquecer ficava mais propício a cada momento; eu, pouco a pouco -mas tão depressa- tão mais suscetível, tão mais adepta. A loucura, tão acessível; e eu, tão fora do meu tempo. "Jovens: envelheçam depressa! Envelheçam com urgência!" disse o homem que escrevia como um menino levado, arteiro, que levanta saia de mulher na rua feito vento atrevido que vem pra mostrar o que se esconde. &lt;br /&gt;Dorme, então. Se você não quer viver a contradição da constante inconstância. Essa ansiedade incondizente com toda calma que se transveste pra iludir. E o meu antigo sentimento acerca da ilusão. Tá tudo uma bagunça, eu sei. Sou eu. Sou eu tentando caber no meu teclado já que, no mundo, só caibo aos pedaços.  &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-4535307771438891445?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/4535307771438891445/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=4535307771438891445' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4535307771438891445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4535307771438891445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/11/os-kiwis_21.html' title='Os kiwis'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-8130389413743490333</id><published>2011-11-05T12:23:00.001-07:00</published><updated>2011-11-06T14:49:18.967-08:00</updated><title type='text'>É tipo dançar o "créu", só que...</title><content type='html'>&lt;p style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: -webkit-auto; "&gt;&lt;em&gt;Eu te amo&lt;/em&gt; não diz tudo, mesmo. Às vezes - e, ainda bem. Imagina se só o que você tivesse que fazer pra amar alguém fosse dizer &lt;em&gt;eu te amo. Amor&lt;/em&gt; não é uma palavra difícil, nem em escrita e nem em fonética. Acho que se fosse pra expressar mais semelhança com o que é, em si, a palavra &lt;em&gt;amor&lt;/em&gt; deveria ser algo como &lt;em&gt;pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico&lt;/em&gt;, ou um pouco maior e mais complicada. De novo, às vezes. É que, pode ser que seja errado e  infantil demais, mas eu continuo acreditando na inconstancia de tudo. Na efemeridade dos momentos, em contrapartida com a eternidade de suas sensações. Leva tempo pra uma criança aprender a esperar, porque eu acho que esperar é acostumar com o tempo e, o tempo, pra uma criança, é simplesmente ontem, hoje e amanhã. E amanhã pode ser daqui 10 minutos, e ontem pode ter sido há 2 anos. Enquanto hoje, é tudo isso junto. E isso é iincrivelmente mais simples do que esperar e planejar a vida pros 10 ou 20 anos que se seguirão quando você tem vinte. E ter que achar alguém pra "amar", alguém com quem você queira se casar e ter uma vida "bonitinha", pra sua mãe não te perguntar se você vai virar freira ou "sapatão" (obs.: oh, mãe, se isso chegar até você, não fiquei ofendida com a pergunta não, tá? Foi um momento de muita descontração e sinceridade, kkk). Acho complicadíssimo relacionar tempo e &lt;em&gt;amor&lt;/em&gt;. Acho complicadíssimo relacionar tempo com qualquer coisa. E acho complicadíssimo atribuir mil "seres e não seres" pro &lt;em&gt;amor. &lt;/em&gt;Pois falar sobre isso pode ser extremamente fácil se comparado com viver, ser e estar. Posso, por exemplo, em uma conversa, dizer que sei muito bem o que é o&lt;em&gt; amor&lt;/em&gt;, como ele age, e o que tenho que fazer quando o mesmo me assalta. Mas aí vem a situação, olhos, mãos, boca, taquicardia, momento. Mas aí vem saudade, preocupação, vontade, cuidado, possessividade. O&lt;em&gt; amor&lt;/em&gt; nunca vem sozinho. Nem quando ele é amizade, nem quando ele é fraterno, nem quando é admiração, e nem quando é pela vida.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: -webkit-auto; "&gt;&lt;em&gt;Eu te amo &lt;/em&gt;não diz tudo, mesmo. É necessário amar, pois partindo disso, o que tiver que ser dito, feito, sentido e demonstrado pra dizer &lt;em&gt;tudo&lt;/em&gt;, vai ser. Como for. E como for interpretado, sentido, absorvido e refletido vai ser sempre imprevisível. E é por isso que eu acho que requer, além do mais, muita disposição e abertura.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-8130389413743490333?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/8130389413743490333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=8130389413743490333' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/8130389413743490333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/8130389413743490333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/11/e-como-pra-dancar-o-creu.html' title='É tipo dançar o &quot;créu&quot;, só que...'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-4133786238876218959</id><published>2011-10-26T09:08:00.000-07:00</published><updated>2011-10-29T05:11:07.371-07:00</updated><title type='text'>Eu não vou mudar</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-_qkaI8iC3Bk/TqianM0ik9I/AAAAAAAAAcM/WfeYVyqwm-g/s1600/DSC_3541.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 378px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-_qkaI8iC3Bk/TqianM0ik9I/AAAAAAAAAcM/WfeYVyqwm-g/s400/DSC_3541.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5667950129292940242" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: none; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: none; "&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-_qkaI8iC3Bk/TqianM0ik9I/AAAAAAAAAcM/WfeYVyqwm-g/s1600/DSC_3541.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;Apesar da minha evidente obediência prática e funcional, trago uma teimosia abstrata como uma das minhas mais recorrentes características.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Pronto", decido -minto- vou mudar! E como começo de mudança, eu te deixo. Vou te deixar -minto ainda mais- ir embora de mim.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vou, definitivamente -só que não- endurecer. Tornar-me impermeável a toda e qualquer sensação, matar-me os sentidos, é o que vou fazer comigo. E, acho que é isso o que chamam de amadurecer. Se for mesmo, pode ser para lá que eu esteja indo, não me acompanhe, pode ser que eu me perca tantas vezes, você vai perder seu tempo. Não, por favor -ou por qualquer outra coisa menos humilhante do que favor- não me acompanhe. Porque ao fim do caminho, não serei mais eu, e ter que me despedir com outro eu, eu não sei se consigo. Eu só -mesmo que seja tanto- quero mais um beijo, mais um abraço que dure pra sempre, só que apenas cerca de 15 ou 20 minutos. Quero que o seu cheiro fique preso no meu, enquanto ainda tenho olfato. Eu não quero ir. Grita? Me diz pra deixar de bobagem, de drama, de enrolação. Me diz que eu já não faço mais sentido, embora seja toda sentido e sensação e sentimento. Me causa aquele fervilhão de incondizentes incômodos com as suas palavras e o seu rosto e o seu jeito. Não, não é assim; não me sorri com esses olhos de entusiasmo, não me deixa ser parte da sua emoção, não me faz a pessoa mais viva do mundo com essa empolgação admirável de tirar o fôlego. Me vira as costas e me ensina a ir embora. E me ensina a não ser mais assim, tão dada à vida. Tão aberta, apesar de impressionantemente ilhada em mim mesma. A minha vontade de mudar invade os meus pensamentos de mentira, transborda todos os meus limites sem pena ou qualquer lamento mesquinho. Ela quase me conquista de verdade. Mas essa verdade é uma grande mentira muito bem contada. A minha necessidade de abandonar os melindres e me entregar a um mar de realidade -coisa que pouco sei o que quer dizer- toma-me toda, mas logo me deixa, por não conseguir sobrepor-se ao meu amar. Meu gosto intenso e desconexo pelo que me tornei, simplesmente -com a maior complexidade já existente- por ser conjunto. Eu gosto deste inacabado que me faz pedaços inteiros e despedaçados de amores, sorrisos, olhares, despedidas, abraços, beijos, romances, danças, teatros, arte, verdades, mentiras, saudades, de histórias e fábulas, de estradas, escolas, praias, sertões, cerrados e mares, norte e sul, golfinhos, arco-iris, subversões, erros, orgulhos, cachorro, gato, peixe e maritaca. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Viu? Já me perdi antes mesmo de sair, é mais ou menos como sou. Eu não quero a anestesia de amadurecer. &lt;i&gt;"Eu não quero a gravação, não; eu quero o grito"&lt;/i&gt;.  E, que eu seja a mais errada de todas, ou simplesmente mais uma errada entre tantas outras. Eu quero o sentir de estar viva. Quero -apesar de ser, entre tanto, dor- o coração apertado entre os dedos com o olhar de "é preciso ser forte, mas é tão difícil" no rosto de uma criança. Eu quero a vontade de colocar qualquer coisa que se pareça com esperança, mas que seja muito mais agradável do que isto, em todas as vidas. Quero permanecer, eu não vou mudar. E não sei de onde consegui tal solidez, desconfio que tenha sido de algum tipo de amor.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=gGcM4TfJdco&amp;amp;feature=related"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=gGcM4TfJdco&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-4133786238876218959?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/4133786238876218959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=4133786238876218959' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4133786238876218959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4133786238876218959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/10/eu-nao-vou-mudar.html' title='Eu não vou mudar'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-_qkaI8iC3Bk/TqianM0ik9I/AAAAAAAAAcM/WfeYVyqwm-g/s72-c/DSC_3541.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-4737193003936028684</id><published>2011-10-22T23:30:00.000-07:00</published><updated>2011-10-24T06:50:38.071-07:00</updated><title type='text'>O amor</title><content type='html'>Rasga um pedaço de si, coloca em uma sacola plástica, amarra. Abre a porta dos fundos, sai, vai até o container para recicláveis, deixa a sacola, vira-se, olha só mais uma vez para trás e entra de volta em casa; sem si. &lt;br /&gt;"Sexo casual", "novas" pessoas, aspas, encontros, mensagens, trava, beijo, não, tentativa, esforço, gosto errado, cheiro errado, corpo errado, pessoa errada, não, desisto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quê o amor? &lt;br /&gt;Para quê esse amor?&lt;br /&gt;Por que não o amor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1&gt; Boa noite, -Boa noite. Você já vai mesmo? -Sim, eu preciso, não tenho tempo pra pouca vontade. Mas, o que você queria que eu fizesse? -Que me surpreendesse, é estranho, eu detesto não saber do que se passa, mas de ser surpreendida eu tenho necessidade; mantenho minhas expectativas baixas (quando as consigo controlar) pra que me surpreenda e você fica aí parado só pedindo as coisas como se eu te botasse medo, eu te boto medo? Não! Bom, na verdade, talvez um pouco, você parece querer carregar o mundo na ponta dos dedos, é sempre sincera demais, não fez rodeios, joguinhos, não tentou me prender insinuando ter um outro alguém que te interesse, você diz demais a verdade. -Eu sei mentir também, mas acontece quando menos espero, e geralmente minto pra mim mesma, mas continuo a expor a verdade pra fora. Você não teria medo? A gente não se acostuma a conhecer gente assim, que embora exponha a verdade, nunca baixa a guarda ou se aproxima sem hesitar. -Nunca? Nunca é exagero, quando eu amo eu me aproximo, e me aproximo até demais, mas acredito muito na expressão "cada coisa em seu lugar", mesmo que essa coisa de lugares não seja fixa ou sequer estável. Sim. -Sim o que? Sim, você me bota medo, poxa, não seria muito mais fácil se a gente simplesmente desse uns amassos, saísse algumas vezes, conhecesse o suficiente (nome e telefone) e, se nesse meio tempo não encontrássemos mais ninguém que nos quisesse, ficarmos juntos, tirar auto-fotos dos nossos beijos e ser um casal feliz? Mas não, você vem cheia das suas verdades, complicando tudo. -Não, pra mim realmente não seria mais fácil, não é como faço as coisas, embora já tenha tentado, mas olha, eu to simplificando, não te quero, não é você, não agora. (X)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2&gt; Eu te amo mesmo você sendo assim! -Também te amo mesmo assim. Boa noite.² (L)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3&gt; Ow, é um Tsuru? -É, hahaha, pra me manter acordada! Me ensina? -Vem cá. Sabe que minha avó uma vez me pediu pra ensinar a fazer essas dobraduras, mas eu não sabia como, agora vou poder. -Oh, você marca aqui...(dedos se encostam, TATO). Onde é que a gente estava mesmo? -Aqui! Nessa dobra, continua pra não perder o pique. Como perder o pique com você do lado? (blush natural). -É que eu sou meio hiperativa quando preciso manter o foco em algo e não consigo. Tipo sempre? -He, quase. Vai em casa ver a Preta hoje? Ela curte suas visitas. -Se der tempo eu vou sim, fechou? Fechou então, me liga e cola lá. ... (_)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4&gt; -Boa noite, mãe! Boa noite, irmão! Boa noite, família, durmam bem, amém. |Boa noite, purguinha. (todo amor que houver nessa vida)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-4737193003936028684?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/4737193003936028684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=4737193003936028684' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4737193003936028684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4737193003936028684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/10/o-amor.html' title='O amor'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-7233135126947874474</id><published>2011-10-17T16:44:00.000-07:00</published><updated>2011-10-17T19:25:11.320-07:00</updated><title type='text'>Transforma-me o que quer que seja realidade</title><content type='html'>Não gosto mesmo de deixar que algumas coisas passem despercebidas, e não acho que esse seja um defeito tão condenável assim. Mergulho, inundo-me. Sou o que sobra (des)(re)construído quando tudo se vai e volta. E tenho andado tão forte. Até chorar tenho chorado sendo forte, sem perder a pose. Todo fingimento se torna um pouco verdade. Não é? Mas já posso dizer o que penso sobre fazer tudo o que se quiser fazer pra aproveitar ao máximo a vida? Se os meus murros em ponta de faca fossem literais, eu já não teria mão, nem braço, nem nada. Mas volto a pedir prudência. O mínimo, um pisco, um pouco de prudência não deixa tudo tão tedioso assim. É necessário burlar o tédio, mas não debruçar sobre o que o transforma. Ou talvez justamente isso seja necessário. Mas eu não me entrego fácil, eu não me rendo quando render parece o caminho mais fácil/sensato. Mas não sou do tipo que vai embora. Embora ir embora fosse talvez melhor escolha. Não são raras as vezes que penso estar completamente deslúcida(sim, preciso aqui de uma nova palavra). É que vocês vem querendo me caber nas suas restrições nas quais eu não sei caber e nem sei se quero saber. Liberta-me, liberta-se, por mais que liberdade seja, como Cecília bem disse, "uma palavra que o sonho humano alimenta, que não há ninguém que explique e ninguém que não entenda". Deixa-me alimentar pelo sonho, pelo não explicar e mesmo assim entender, em sentido, em gozo. Não, é verdade que não faço todas as minhas vontades. Ou faço, só que ao contrário. Mas não é sem querer, eu escolho, sou bem mais forte do que pareço, bem mais segura e firme ao mesmo tempo que desfeita e refeita sem fim. Não posso com entorpecentes por ser entorpecida, perdida, potencializadamente sentida. Quero um pouco de verdade no meu fingimento.&lt;br /&gt;E não me venha pedir pra ser estável quando nada é. Daqui um pouco tudo muda, por mais que tanto fique no mesmo lugar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-7233135126947874474?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/7233135126947874474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=7233135126947874474' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7233135126947874474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7233135126947874474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/10/transforma-me-o-que-quer-que-seja.html' title='Transforma-me o que quer que seja realidade'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-4403631817670108646</id><published>2011-10-09T22:20:00.001-07:00</published><updated>2011-10-09T23:00:06.552-07:00</updated><title type='text'>Love it, touch it, feel it, live it, or leave it!</title><content type='html'>Pode ser "ilusão" (entre aspas porque não quero atribuir sentidos complexos a nada hoje), mas me sinto tomada por uma simplicidade esclarecedora e, como é mesmo a palavra que preciso agora? ... (vou lembrar mas, enquanto isso, pensa numa coisa que te relaxa de extremidade à extremidade, e depois tensiona de novo, daí relaxa e depois tensiona de novo e termina num relaxamento que te dá um ímpeto borbulhante de querer viver bem mais e pensar(complicar) bem menos. Então, é uma palavra pra definir isso que necessito, fique à vontade).&lt;br /&gt;Eu sei que muito provavelmente em alguns dias (ou mesmo algumas horas) posso voltar aqui com os olhos vermelhos, o coração na mão e complicar tudo, mas não agora e o agora tem sido minha principal matéria prima, talvez a fonte da minha loucura, talvez o que me mantém sã. Quem liga? Na verdade eu ligo um pouco. Vícios são demonstrações de fraqueza, certo? (o que é que é "certo" afinal de contas?, onde é o "afinal de contas?" quem é que faz essas contas afinal?) Isso porque eu não queria complicar. Voltando aos vícios, encaixam-se como bactérias; parasitas em busca de um hospedeiro que os faça reais. Pois sem um, eles não são. Não é isso o que dizem? Os vícios te desrespeitam, invadem, dominam e te completam espaços. "Humans have a natural compulsion for filling up empty spaces" e aí pronto. São parte de você. Tava pensando aqui comigo o quanto eu sou muquirana. Escolhi (ou me escolheram) os vícios mais baratos. Pra um deles, o exercido no exato momento, eu só preciso de lápis e papel, ou um computador(tá, não é barato, mas espera), pra outro eu preciso de mim pelo menos quase inteira, e pra um terceiro, eu só preciso de (romanticamente, pra não dizer "cérebro") um coração. Escrever, cuidar e sentimentalismo. Meus três vícios. Talvez não se comparem a cocaína, e não se comparam mesmo. A degradação que podem me causar é uma escolha (ou não), confesso que detesto mudar de ideia várias vezes, ida e volta, ida e volta durante um texto. Comecei querendo ser simples, não foi? E agora já não consigo sequer concordar comigo mesma.&lt;br /&gt;Voltando à simplicidade e deixando a questão dos vícios a quem quer que possa acidentalmente (ou não) vir a ler. Eu queria poder explicar(mas daí eu não queria, porque se explicasse ia comprometer a simplicidade em questão) o toque, por exemplo. Sentir uma outra vida com a sua vida é tão simples e tão sublime e tão COMPLETO, que não tem explicação. TATO, eu sinto muita falta de tato. E quando não sinto falta, eu respiro muito melhor com a presença do tato. E eu paro por aqui pra não começar a complicar de novo. Tato pode ser segurar um bebê no colo, tato pode ser deitar na perna da sua mãe pra ver novela, pode ser abraçar o seu irmão quando toca a melhor música da balada(uma das), tato pode ser sentir a simplicidade de entrelaçar os dedos sem vestígio de segundas intenções a não ser a intenção de sentir a simplicidade dos dedos entrelaçados. Faz algum sentido? Faz, faz o sentido do tato e faz uma porção de sentimentos, sem complicação. E, que me chamem de biscate ou de nojenta e que digam que a meta da minha vida é roubar namorados ou até namoradas e pegar sarna de vira-latas, eu já não ligo, encosto mesmo nas pessoas(com um pouco de prudência, é claro) e nos vira-latas(sem prudência, pois eles não julgam).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que seja simples, e vai durar pra sempre. E seja lá o que "durar pra sempre"  queira dizer, pra mim quer dizer que dura enquanto a gente necessite que dure.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-4403631817670108646?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/4403631817670108646/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=4403631817670108646' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4403631817670108646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4403631817670108646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/10/love-it-touch-it-feel-it-live-it-or.html' title='Love it, touch it, feel it, live it, or leave it!'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-120243852190477513</id><published>2011-10-02T21:45:00.000-07:00</published><updated>2011-10-06T19:13:56.705-07:00</updated><title type='text'>Só quando for domingo...</title><content type='html'>Acontece que você vem quando eu menos quero que venha, e me faz querer que fique pra sempre. Mas pra sempre pode ser tanto.&lt;br /&gt;Rotular o inrotulável é o que me mata. Rotulá-lo, inclusive, de inrotulável. Olha, eu vou deixar de acreditar que a mentira existe. Começo a pensar que MENTIRA é uma palavra inventada por alguém que tinha pouca -ou nenhuma- tolerância pras interpretações alheias da...verdade?. &lt;br /&gt;Eles me diziam que o seu amor por mim era de mentira. Quem diabos são eles? Eles são meus receios, minha consciência, são os meus limites. Talvez seja isso o que eles chamam de enlouquecer. Essa coisa de perder o discernimento entre verdade e mentira; entre certo e errado. Tenho uma suspeita enlouquecedora de que enlouqueci. Olha, eu fico pedindo pra você acreditar que as coisas são muito mais simples do que parecem, mas sempre as faço parecer complicadas demais, eu sei disso. É que é tudo tão intenso que foge totalmente do meu controle, e talvez por isso me prenda tanto a atenção. Nunca é o mesmo, apesar de sempre as crises se repetirem, o sentimento ter o mesmo nome, nunca é a mesma coisa, eu nunca sei se a interpretação é minha ou sua, se é arte ou mentira, se é esboço de verdade, se é dublagem ou se simplesmente é. Olha, você pode ir embora, eu acho que to pedindo pra você ir. Você pode? &lt;br /&gt;Mas quando chegar domingo, o nosso dia, volta. Quando domingo chegar, seja meu se puder, se quiser. Seja intensamente meu, e simplesmente meu, que seja simples, que seja intenso. Que não seja de festim, pois eu morro com qualquer tiro; e me descobrir viva depois de morrer, por conta de o tiro ter sido de festim, não, eu não suportaria isso de novo.&lt;br /&gt;É que, é mais vivo me despedaçar sendo estupidamente apaixonada por você do que fingir que não sou e não conseguir nunca pensar em deixar alguém se aproximar desta forma.&lt;br /&gt;É tão mais simples do que parece. É tão mais simples do que eu faço parecer.&lt;br /&gt;Se me quiser ler, então me faça o favor de mastigar bem as minhas palavras, digeri-las desprovido de dramas ou crises e absorver apenas o que for simples. Não queira interpretar a minha arte escrota que brota dos meus sentidos aguçados pela intensidade de uma de um tempo de loucura inevitável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-120243852190477513?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/120243852190477513/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=120243852190477513' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/120243852190477513'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/120243852190477513'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/10/so-quando-for-domingo.html' title='Só quando for domingo...'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-3185980892789371847</id><published>2011-10-01T00:06:00.000-07:00</published><updated>2011-10-01T00:29:22.206-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>E se você vier agora, AGORA, ainda corro o risco de perder todo o sentido. Não, talvez perder o sentido fosse solução, o risco perigoso é intensificar o sentido -nada, nem mesmo você, é capaz de me trair mais do que os meus sentidos- então eu morro, mas morro pra viver mais do que nunca. &lt;br /&gt;Não, não vem agora, é melhor assim - corre. Corre que vocês todos têm pressa, mas eu, eu me desloco -quase estática- pois minha única pressa é apreciar; corre.&lt;br /&gt;E se você vier agora, AGORA -não, você não vem, não é? Turning tables, zillions of mistakes. Você sempre ganha, eu sempre perco, mas a gente nem joga. &lt;br /&gt;Espera, e se eu for embora? Embora agora, AGORA, posso não levar comigo essa parte que já não sei a quem pertence? Podia não pertencer a ninguém, mas ninguém leva embora de mim, não leva.&lt;br /&gt;Mas ainda assim, se você viesse agora, quem sabe a gente pudesse dançar, dançar qualquer coisa, com música, com silêncio, eu até posso fazer um som suave, não cantar, é claro; e nem sussurrar, porque eu acho cafona. Mas acompanhar com um timbre qualquer -pode ser só imaginário- o movimento. Seu, meu, dos outros, do vento; qualquer movimento.&lt;br /&gt;Mas quem seria eu pra falar sobre cafonisses? Sou craque nelas, as mais variadas, em cor, forma, tamanho, com serifa, sem serifa, pode escolher. E, se você vier mesmo agora, vem! Vem me ensinar a ir embora.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-3185980892789371847?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/3185980892789371847/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=3185980892789371847' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/3185980892789371847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/3185980892789371847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/10/e-se-voce-vier-agora-agora-ainda-corro.html' title=''/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-1281909888816153201</id><published>2011-09-24T14:30:00.000-07:00</published><updated>2011-09-26T10:00:22.626-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Mas na verdade isso não importa.&lt;br /&gt;Entra, senta aí, acho que tem um espaço ali entre aqueles livros velhos largados pelo chão e a estante de memórias preciosas que eu tava tentando arrumar. Você acha que ainda consegue gostar de mim assim? Eles me diziam sempre pra crescer, que eu havia estagnado, você mesmo chegou a dizer a um certo tempo, eu acho. Mas nunca teve coragem de dizer que deixaria de gostar de mim se eu não mudasse. Continuei com aquela mentalidade mais infantil do que a de todas as crianças que já passaram por aqui, inclusive continuei mais infantil do que os nossos filhos -você sabe- e talvez por isso a Ana tenha ido pra tão longe, sempre teve medo de ser como eu, e aquela gana evidente de crescer; igual a sua. Tem falado com ela? Você não quer mesmo sentar? Eu queria dizer tanta coisa, mas sei que não vou. Fala você! Não me deixa aqui de novo como aquela criança de olhar perdido em silêncio pedindo por um pouquinho de amor. Tenho me sentido tão velha, você sabe como é? Resisti tanto a envelhecer e hoje pareço ter uns trinta anos a mais do que você. Você tá bonito, acho bom de ver como o tempo te faz bem. Eu não sei se ainda te conheço, o que você tem feito? O Google não diz todas as coisas. Desculpa, não repara muito nas minhas loucuras, são antigas companheiras e você sabe. Acho que eu não saberia viver sem elas. Sempre tive tanto medo de te decepcionar, de você se afastar de mim por uma bobagem qualquer, porque eu tinha muitas bobagens qualquer. Por que é que eu não pensava que você também tinha as suas? Acho que eu pensava, mas não conseguia processar isso como algo que pudesse ficar entre nós. A única coisa que eu via entre nós era você, entende agora? Imagina, como se fosse uma cena, imagina eu querendo chegar até você, mas não conseguindo passar por você. Dramático, como tudo o que eu me tornei depois dos vinte anos. Sentimental, o meu exagero. Exposta, a minha essência. Mas eu acho que você não acreditava que eu fosse fazer esse tanto de coisas, você olhava pra mim e me via passando o resto da vida sentada em uma mesa acatando ordens escrotas de caras barrigudos de bigodes mal feitos e olhar morto. Eu mesma tive medo de ficar assim. Mas a minha mania de nadar contra a corrente, não sei...&lt;br /&gt;Tenho me humilhado um pouco tentando me explicar quando ninguém me explica nada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-1281909888816153201?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/1281909888816153201/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=1281909888816153201' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1281909888816153201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1281909888816153201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/09/mas-na-verdade-isso-nao-importa.html' title=''/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-3461000024732821805</id><published>2011-09-18T22:40:00.000-07:00</published><updated>2011-09-18T23:10:43.957-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Mas andava com aquele sapato azul marinho com aquele lacinho turquesa, não como se o mundo tivesse de se render às suas vontades e caprichos -não era pretensiosa ou cheia de mimos- mas também não se rendia ao mundo, simplesmente vivia como nenhum dos dois tivesse de se render. Parecia haver uma espécie de respeito mútuo -coisa que parece utópica nas relações humanas- entre ela e o mundo.&lt;br /&gt;Experimentava algo que chamava de liberdade, e era assim: chamava como bem entendesse o que bem quisesse. Levava a sério a qualidade de abstrato dos "substantivos abstratos" -chamava de tudo o que -em cada momento- pra ela fosse tudo. E de amor o que quer que viesse de dentro saracuteando em prazeres como incômodos gástricos que de repente se transformassem em sossego, paz e vontade de estar pra sempre. Com. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-3461000024732821805?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/3461000024732821805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=3461000024732821805' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/3461000024732821805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/3461000024732821805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/09/mas-andava-com-aquele-sapato-azul.html' title=''/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-8261735237954685049</id><published>2011-09-15T11:17:00.000-07:00</published><updated>2011-09-15T21:56:17.659-07:00</updated><title type='text'>"Estamos em reforma para melhor atendê-los"</title><content type='html'>Sabe aquela partezinha em que o carrinho da montanha-russa fica bem lá no alto, quase pra descer? Pois é, eu não gosto de montanha-russa. Ou talvez eu goste, mas tenho medo. Sempre tive medo das coisas que perigava gostar, por que diabos?&lt;br /&gt;Qualquer coisa me inunda de sentimentos, que é qualquer coisa? Pareço perder gradativamente a paciência com essas inundações. Tenho necessidade de reformas -grandes reformas- sem superfaturamentos, sem desnecessidades pra aparecer, sem trabalho mal feito. Eu preciso me reformar -mudar os móveis, a vista, os cheiros- mudar quase tudo. Andei tentando funcionar melhor, mas eram só remendos, eu nunca me consertei. Às vezes não é amor, e às vezes não precisa ser -me diziam. Eu fingia concordar, mas pensava -que carambolas essas pessoas sabem do meu amor, do meu modo de amar pra me dizerem algo assim? Gosto muito de aprender, sempre gostei e fiquei encantada com novos conhecimentos. Mas nunca consegui quando era por obrigação, e eu não conseguiria aprender a amar por "obrigação". Preciso aprender alguma praticidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-8261735237954685049?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/8261735237954685049/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=8261735237954685049' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/8261735237954685049'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/8261735237954685049'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/09/estamos-em-reforma-para-melhor-atende.html' title='&quot;Estamos em reforma para melhor atendê-los&quot;'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-6902232328640173296</id><published>2011-09-11T20:24:00.000-07:00</published><updated>2011-09-14T18:40:43.741-07:00</updated><title type='text'>Eu que não sou Drag Queen...</title><content type='html'>&lt;div&gt;...e nem faço sentido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Porra, esse texto tá mal-acabado (mal-começado pra dizer a verdade) já tem tempo, mas não sai da minha cabeça. Não sai da minha cabeça uma das únicas frases em que prestei atenção na semana passada em uma aula. &lt;div style="text-align: center;"&gt;"Tem gente pra tudo no mundo."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Foi o que o professor disse num contexto que falava dos papéis sociais (econômicos) das pessoas. Tá, mas esse lance tem me tirado o sono e não é de hoje, nem de ontem, é de muito tempo. Não desconsidero contextos, os desenvolvimentos, acho-os importantíssimos e essencialmente relevantes, mas acontece que só -ou pelo menos na maior parte das vezes- os vejo serem buscados pra tentar explicar algo que a alguém parec&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;e estar errado. Eu entendo, a gente não sente necessidade de explicar o que está indo bem, não é verdade? O que me incomoda é o que se considera errado. Não dá pra pedir que todo mundo no mundo entenda todo mundo. Entender é querer demais, tem gente que não consegue, tem gente pra tudo no mundo -e tem gente que não entende que tem gente pra tudo no mundo- poderia ser mais confuso? Entender não é preciso -aliás, acho que é totalmente impreciso- mas é necessário respeitar. É mesmo? Não quero entrar na questão de relativismo, anti-relativismo ou anti-anti-relativismo, mesmo porque não tenho conhecimento suficiente pra discutir tais pontos, o que quero dizer é um tanto quanto mais pessoal -ou mais individual se soar melhor- quero falar, pois não consigo tirar do pensamento, sobre o que a vida faz com que cada um faça da vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Esse texto deveria se chamar "mimimi". Preciso retomar meu rumo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Porra, eu não queria falar de amor hoje, queria mostrar que endureci (motivo dos parág&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;rafos serem iniciados com "porra"). Mas como é que posso falar da vida sem falar de amor? Eu confesso que não sei. E eu me lembro que não sei quando me lembram que não endureci o suficiente. E de novo essa história tosca de suficiência, um basta! Mas então a vida resolveu me lembrar que eu curto o amor, e que invento milhares de formas, cores, gostos, gestos e até rostos pra rechearem tal palavra. Eu os invento, eles me inventam. Diabos, dizer que o sonho é meu? Que faço com ele o que bem entender? Eu bem queria, mas insisto em ter um pé nessa desconstrução de ilusões que chamam de realidade. E uma frase que você ouviu de alguém que não conheceu por mais de 24 horas -e que queria te comer porque você tinha, possivelmente, eliminado as possibilidades de ele comer outra pessoa naquela noite- ressoa no pensamento "you are always in too much control of yourself". Ele não sabia bolhas da minha vida -e sequer queria saber- mas fez total sentido o que me disse. Mas eu ainda culpo o amor, não foss&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/-dkPskFRLqH4/TnFXT0yWOFI/AAAAAAAAAaw/TKtMQRffidQ/s400/DSC_3351.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5652395005425629266" style="float: right; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; cursor: pointer; width: 400px; height: 340px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;e por isso, que diacho de "controle" ou espécie de prudência eu teria? Não tivesse o que perder, não tivesse o que me prendesse -da forma mais livremente encarcerada poss&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;ível- que tipo de cuidado com a vida eu poderia ter?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;"&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(102, 102, 102); font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;"Oh" she says "You're changing"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(102, 102, 102); font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;But we're always changing&lt;/span&gt;"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;...(to be continued)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-6902232328640173296?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/6902232328640173296/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=6902232328640173296' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/6902232328640173296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/6902232328640173296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/09/eu-que-nao-sou-drag-queen.html' title='Eu que não sou Drag Queen...'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-dkPskFRLqH4/TnFXT0yWOFI/AAAAAAAAAaw/TKtMQRffidQ/s72-c/DSC_3351.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-391447938058863928</id><published>2011-09-07T05:18:00.000-07:00</published><updated>2011-09-07T16:07:22.119-07:00</updated><title type='text'>Vai pra onde?</title><content type='html'>Quando o gato da Alice disse "&lt;i&gt;se não sabe para onde quer ir, qualquer caminho serve&lt;/i&gt;" ele não disse que se aplicava a sentimentos. Sentimentos sem destino dão um trabalho danado. Não ter para onde direcioná-los, se tudo segue alguma direção -mesmo que se perca em milhões de caminhos- tem uma chegada. Mas quando um sentimento perde seu destino clássico e não consegue substituí-lo, para onde deixá-lo ir? Sentimento parado é como levar no pulso um relógio sem pilha ou com os ponteiros malucos desregulados. Acho que estou envelhecendo, por ter desaprendido a dissipar sentimentos, redirecionar, subverter. Acho mesmo que estou envelhecendo de uma forma que sempre tentei resistir, da forma que endurece. Que desacredita do amor desregrado de criança, na vida sem restrições de imaginação. Mas, entre o que não quero para o meu futuro, não quero ser uma mulher entupida de sentimentos sem destino, de feição amarga por não ter conseguido mudar o mundo, devorando caixas de Bis entre um maço de cigarros e desabafos verborrágicos. Não quero que Whisky seja o nome e o gosto do meu melhor amigo, quero preservar meus melhores amigos de hoje enquanto ainda devoro caixas de Bis sem cigarros e ainda disfarço bem a feição amarga.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-391447938058863928?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/391447938058863928/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=391447938058863928' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/391447938058863928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/391447938058863928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/09/vai-pra-onde.html' title='Vai pra onde?'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-9190442890083939631</id><published>2011-09-06T07:39:00.000-07:00</published><updated>2011-09-06T22:35:51.849-07:00</updated><title type='text'>"...dès trois heures je commencerai d'être heureux"</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;i&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;i&gt;Pode ser que tenha sido mesmo ontem, mas ontem às vezes faz um ano, seis, quinze ou mais. Mas é nisso que eu vejo que, não importa muito que o tempo passe depressa, porque eu posso olhar pra minha vida toda e ver a sua presença, seu abraço, sua amizade; você, que é uma das únicas pessoas no mundo que eu conheço que consegue ser essencial, indispensável e agradável até se estiver chatinho, até quando está com sono.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;i&gt;Hoje é dia de dar parabéns e você tem uma vida de motivos pra recebê-los. Uma vida!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;i&gt;É você o menino de poesia, parecido com o mar -cheio de vida, de encanto, de beleza, de biodiversidade, de um azul alto astral contagiante!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;i&gt;É você que, até quando vai só ali, já faz uma falta maluca simplesmente por não estar aqui. E quando vai praí a vida é -além de mais- uma espera.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;i&gt;Parabéns, no sentido da palavra sendo uma conversão de desejos de que possa ser sua de volta toda a alegria, excitação, emoção, vontade de viver, amor e FELICIDADE que você proporciona. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;i&gt;Com um amor imenso, infindo, intrínseco -de irmã- eu te amo!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;i&gt;Parabéns!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Sl0c9qkG97E"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=Sl0c9qkG97E&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-9190442890083939631?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/9190442890083939631/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=9190442890083939631' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/9190442890083939631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/9190442890083939631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/09/des-trois-heures-je-commencerai-detre.html' title='&quot;...dès trois heures je commencerai d&apos;être heureux&quot;'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-7071975435195111907</id><published>2011-09-01T18:02:00.000-07:00</published><updated>2011-09-01T19:27:12.695-07:00</updated><title type='text'>"Obrigada à senhora, Vó!"</title><content type='html'>Não quero falar sobre envelhecer, embora seja justamente sobre isso que eu queira dizer. Penso que cem anos seja muito tempo, mas não sei se é sobre o tempo que tenho pensado. Há dias que sinto uma necessidade pulsante de falar sobre a vida, mas falar o que sobre ela? Há tanto que sempre me perco nos contextos. Tava pensando no quanto cabe na palavra vida, e pensei que isso varia  -que "vai de cada um"- não é verdade? É como querer definir o que cabe na palavra amor, desculpe a ignorância verborrágica, mas não acho possível. E, que seja mais uma ignorância, mas defendo -sem amarras- a relatividade. O tempo de uma vida e a vida de um tempo podem parecer claramente a mesma coisa em ordem trocada, mas como não falo sobre multiplicações, acho que a ordem pode, sim, alterar. Tenho vinte anos e às vezes cometo heresias como dizer que já me sinto cansada ou suficientemente vivida, tão logo me arrependo. Se penso no tempo da vida, ele pode parecer cruel, que por vezes acelerado demais enquanto em outras mal caminha, arrasta-se sem sequer imaginar o sentido de pressa. Mas se penso na vida de um tempo, consigo a sensibilidade de cada momento que por motivo qualquer ou motivo nenhum possa parecer mágico à memória. Mágico é abraçar alguém que você ama e que tem cinco vezes a quantidade de anos que você e, que não deixa de ter os olhos cansados, mas cheios de vida. Cheios de vida. Cheios de dias de Sol, de chuva, frios, quentes. De filhos, netos, bisnetos, amigos, lembranças, de saudades e cadernos de poesia de oitenta anos atrás. De muito, muito amor, seja lá o que isso queira dizer para ela -e eu sinto que mais ou menos sinto- pois nessa vida toda, pode ser que tenha mudado de sentido algumas vezes,mas pode ser que seja -desde o caderno de poesia dos vinte anos dela- a mesma coisa.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-(abraço)Parabéns!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;---Obrigada!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-Obrigada a senhora, Vó! Obrigada à senhora, por essa vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Boa noite.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-7071975435195111907?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/7071975435195111907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=7071975435195111907' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7071975435195111907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7071975435195111907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/09/obrigada-senhora-vo.html' title='&quot;Obrigada à senhora, Vó!&quot;'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-1704151844442618138</id><published>2011-08-27T03:06:00.000-07:00</published><updated>2011-08-27T03:37:20.064-07:00</updated><title type='text'>Título?</title><content type='html'>Pra quê?&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hoje não sei de títulos ou nomes. Quero esse sopro bom de vida trazendo a manhã pra um dia vivo também. Às vezes é isso que se precisa, não pra entender -porque é querer demais- mas pra não precisar entender. O alívio de não querer e não sentir necessidade de entender é sublime e orgástico.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não sei me impedir de escrever, é um vício -desses abstratos que me permito. Mas vivo escrevendo sobre conversas que nunca tive, porres que nunca tomei, amores que nunca foram paixão, sofreres que sequer teriam doído se eu não me esforçasse pela profundidade de exposição dramática de poder escrever frases como "você é o meu analgésico." ou coisa parecida. Talvez seja arte -é minha arte torta- mas não se pode viver só de arte, pode?. É fato que a vida tem contextos e amores que são sensível e vivivelmente reais mas, sobre eles, os escritos se preservam. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Essa arte é como remédio pra uma solidão que tampouco existe. Quintana -um dos meus  preferidos- escreveu &lt;i&gt;"O único problema da solidão consiste em como preservá-la..." , &lt;/i&gt;absorva -ou não- como quiser, mas hoje eu confesso que não desejo preservar solidão nenhuma. Quero mais momentos como esse, em que nada -além de dançar como se o mundo fosse nosso- aconteça. E isso seja tudo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bom dia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-1704151844442618138?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/1704151844442618138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=1704151844442618138' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1704151844442618138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1704151844442618138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/08/titulo.html' title='Título?'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-7798890303881667003</id><published>2011-08-20T15:39:00.000-07:00</published><updated>2011-08-21T07:22:29.147-07:00</updated><title type='text'>Porra, José!</title><content type='html'>Querido José (início clichê de uma carta qualquer),&lt;div&gt;Preciso confessar que evitava te conhecer, quer dizer, a minha vida me evitava de te conhecer. Mas era esse o tempo, acho que era isso.  Quando te conheci -de perto- e penetrou inusitadamente em mim, não deixei de ser a mesma, mas uma mesma permeada de novas visões, sensações, ímpetos e inconsequências. Talvez Drummond, quando escreveu "E agora, José?" estivesse mesmo perguntando a você. E agora, eu também me pergunto -"e agora"? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acho que o que me aflige são seus primos, sobrinhos, enteados, irmãos e cunhados - Garcia, Barreiro, 51,  Dreher, Jhonie e outros- acho que o que me aflige também, são seus motivos. Por que não posso simplesmente senti-lo enquanto posso, absorver o prazer de uma irreverência super confiante e orgástica, sem os súbitos apelos sem nexo da consciência, como quem voltasse atrás sem saber se pra mudar ou reviver?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas, como ia dizendo, seus familiares e seus contextos me afligem. Pro meu contexto de hoje, comecei a procurar o significado de remédio; um dos que encontrei foi "&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, sans-serif; line-height: 16px; background-color: rgb(255, 255, 255); font-size: small; "&gt;Um &lt;em style="font-weight: bold; font-style: normal; "&gt;remédio&lt;/em&gt; é qualquer substância ou recurso utilizado para obter cura ou alívio.&lt;/span&gt;", quer dizer -alívio? Você é -para tantos- alívio. É um remédio e, tantas vezes eu penso que tudo é remédio e por isso sempre se precisa de mais, demais. É parte -arte- de uma hipocondria cíclica em forma de infinito. E, quando falta algum remédio e algum sintoma fica sem alívio, desregula-se todo, toda, tudo. Alguns de seus contextos ficam sempre sem algum remédio e debruçam-se apenas sobre seu alívio e de seus parentes, esquecendo dos seus inúmeros efeitos colaterais cruéis e desregrados. Por isso, José; quero pedir que saiba de quem aproximar-se. E que -quando for meu- que seja em pequenas doses e não deixe que eu me re-acostume a seus prazeres sedutores e suas incondizentemente atrativas -aftermaths- tonturas e torturas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Porra, José! Se a culpa fosse mesmo sua era mais fácil te culpar. Temos a falha mania de culpar as tentações e não os tentados. É que você permite sensações de liberdade raramente experimentadas por humanos sóbrios -eu me pergunto "o que são humanos sóbrios?"- se os que eu conheço estão geralmente embriagados -inclusive eu mesma- embriagados de esperanças, de vontades, de sonhos, de medos, de limites, restrições, regras, linhas as quais juram que tem que seguir, embriagados por relações pré-estabelecidas, e inclusive conceitos também pré-estabelecidos -eu acho que sempre existe pré-conceito antes do conceito em si- o problema é que pra se poder ter o conceito -sem ser pré- precisa-se viver e experimentar -para conhecer- o que se tem de conceituar, e as pessoas são travadas, qualquer um sabe que -em maioria- travamo-nos frente ao desconhecido e novo e nos contentamos com os preconceitos então -eles também embriagam. E apegos, eu sei o quanto apegos são embriagantes, às vezes até mais do que você mesmo, José. Por seus efeitos serem mais duradouros. Mas, se acha que não, os desapegos também embriagam. Solidão e carência também. E gente se embriaga de uma coisa pra curar embriaguez de outra. Não é sempre, mas é aí que você entra muitas vezes, não é? Acho que você age nas quantidades e dá impressão de agir nas qualidades. Faz dançar melhor(mais), faz beijar melhor(mais, bem mais). Às vezes isso é diversão, mas volto aos contextos, é impreciso -porém necessário- analisá-los. E nisso eu -que sempre julgo e condeno os limites apesar de me submeter aos mais diversos-  neste contexto  me sinto obrigada a respeitá-lo. Respeitar sua necessidade e importância. José, você não sabe, pois não se apega, embriaga, sofre ou coisa parecida, mas há uma impressionante necessidade de liberdade pra nós e mesmo que gente nunca saiba o que isso realmente seja, qualquer coisa e qualquer sensação que com isso se assemelha provoca um desejo, um tesão que, pra se conter não é fácil -nem perto de fácil.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Nada tenho, vez em quando tudo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tudo quero mais ou menos quanto&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vida vida, noves fora, zero&lt;/div&gt;&lt;div&gt;QUERO VIVER, QUERO OUVIR, QUERO VER"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-7798890303881667003?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/7798890303881667003/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=7798890303881667003' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7798890303881667003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7798890303881667003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/08/porra-jose.html' title='Porra, José!'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-9139026922458125085</id><published>2011-08-17T19:28:00.000-07:00</published><updated>2011-08-18T18:25:45.444-07:00</updated><title type='text'>Dez e sete, a ecdise</title><content type='html'>Acabo de subverter toda a ideia do texto de hoje, estou sentindo que posso conseguir (pare)ser leve. Estou sentindo que posso tentar. E, pelo menos dessa vez, eu não sinto muito.&lt;div&gt;Liquidifica-dor, esclarece-dor, aquece-dor, mistura-dor, supera-dor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dá pra fazer tanta coisa com a dor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não é de hoje que me cansei dos meus mimimi's. Tenho muitos -de hoje, de ontem, de tudo- mas, não para hoje. Eu sei que essa leveza vai passar em menos de dois tempos, e que ela pode ser fingimento, mas... "a gente finge que não ta fingindo", sou dessas. As pessoas decoram as casas, arrumam o cabelo, ficam saradas -ou supergordas no caso de algumas patologicamente (quem sou eu para julgar?) subversivas- e passam batom. As pessoas passam batom e lápis nos olhos da realidade; além dos quilos de bases e pós compactos. Sou dessas também, às vezes "sem querer".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Rubem Alves disse: "&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; background-color: rgb(255, 255, 255); font-size: medium; "&gt;Saudade é a dor que se sente quando se percebe a distância que existe entre o sonho e a realidade. Mais do que isto: é compreender que a felicidade só voltará quando a realidade for transformada pelo sonho, quando o sonho se transformar em realidade. Entendem agora por que um paisagista seria inútil? Para fazer o meu jardim ele teria que ser capaz de sonhar os meus sonhos...&lt;/span&gt;"&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-9139026922458125085?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/9139026922458125085/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=9139026922458125085' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/9139026922458125085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/9139026922458125085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/08/acabo-de-subverter-toda-ideia-do-texto.html' title='Dez e sete, a ecdise'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-6866919978282832631</id><published>2011-08-14T01:46:00.002-07:00</published><updated>2011-08-14T06:27:05.228-07:00</updated><title type='text'>O nome da solidão</title><content type='html'>&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;"Fundamental é mesmo o amor, é impossível ser feliz sozinho." (Tom Jobim)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda vez é a última vez.&lt;br /&gt;Estipulei uma última vez em março, hoje é agosto - de um outro ano.&lt;br /&gt;É a última vez que vou chorar como "uma bixinha" juvenil, a última vez que vou esquentar a cabeça a tentar analisar essa antítese nojenta entre verdade e mentira. É a última vez que eu te amo, e que esse verbo - este venenoso verbo - tem centenas de sentidos e sensações estúpidas de memórias e planos metafísicos demais - e por DEMAIS eu quero dizer em excesso, excessivamente, muito excessivamente - independente de gramática, ortografia e das putas que pariram - e parem sempre por aí.&lt;br /&gt;É a última vez que eu escrevo a palavra SOLIDÃO. Sozinho de que? É a última vez que pergunto do que se há de estar sozinho para ser solitário. E quais as desalmadas consequências das solidões?&lt;br /&gt;Não pode deixar de ser a última vez que o vento balança os meus cabelos contra o meu rosto e eu me indago o que é que pode ser necessário que aconteça com a minha temperatura pra que eu me permita? Aquecer, por ter esfriado em demasia de tanto por gelo em ferida; ou esfriar, pra sufocar meus princípios e morais?&lt;br /&gt;Tem que ser a última vez que eu vomito verborragias sobre sentimentos.&lt;br /&gt;É necessário que não passe desta vez que eu me confunda, e me esconda, e me perca.&lt;br /&gt;Não pode não ser a última vez que ouço essa música.&lt;br /&gt;É imposto que seja a última vez que eu acredite, e que acredite sem saber em que, e que eu homogenize esse hedonismo excessivo com um masoquismo inaceitável e já não saiba heterogeneizá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;"Iniciei mil vezes o diálogo. Não há jeito.Tenho me fatigado tanto todos os dias vestindo, despindo e arrastando amor, infância, sóis e sombras."(Hilda Hilst)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=WO1qAB5HV50"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=WO1qAB5HV50&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-6866919978282832631?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/6866919978282832631/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=6866919978282832631' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/6866919978282832631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/6866919978282832631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/08/fundamental-e-mesmo-o-amor-e-impossivel_14.html' title='O nome da solidão'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-2949505973265314125</id><published>2011-08-12T20:07:00.001-07:00</published><updated>2011-08-12T20:07:43.661-07:00</updated><title type='text'>Pôhán</title><content type='html'>Eu queria escrever ficção.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em um minuto eu prometia pra mim mesma que não escreveria mais nada pessoal, expositivo, gritante; no outro eu já rabiscava meus erros num guardanapo de boteco. O primeiro erro era justamente esse; não o fato de estar em um boteco, mas o fato de estar lá, e ter o pensamento em milhares de outros lugares que não ali. Sei que a lei diz que dois corpos não ocupam ao mesmo tempo o mesmo espaço - e já existem contradições aí - mas meu pensamento ocupa, ao mesmo tempo, diversos espaços -eu sei que não só o meu. Esse era o primeiro erro. O segundo que eu rabiscava era um cálculo; eu tentava calcular quantos graus necessito diminuir pra me tornar suficientemente fria pra fazer coisas que condeno e considero imorais. Apesar da aparente liquidez da minha personalidade, há uma consistência recheada de teimosia. E, por mais que eu seja -por vezes- inconsequente, é uma irreverência permeada de prudência. Passei -e passo- a maior parte da minha infância com a minha avó, isso me fez excessivamente prudente. Praticamente neurótica. Mas -por incrível mais que pareça- eu gosto de mim!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então entrei na fase de filosofias de boteco mesmo, mas ali -ainda no meu autismo voluntário-pensava que é necessária uma força muito intensa pra vencer a inércia, não é? Pensei que minhas memórias de conhecimento de física não me permitem saber se inércia tem intensidades, mas utilizo da minha licença poética -apenas nesse caso como desculpa para falta de conhecimento- e sim, ela tem. Apesar de eu desconfiar que seja realmente assim, por exemplo, a força contrária à inércia -logicamente- tem que superar a mesma, não é?. Eu pensei 11 vezes -contadas - em levantar pra ir embora, mas a inércia de permanecer ali desfazendo os nós da minha garganta através dos meus dedos e uma caneta com cheia de lembranças parecia cerca de 95 vezes mais forte do que qualquer força contrária. Eu raramente venço inércias. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas acontece que sempre acontece alguma coisa. Porque algo precisa acontecer pra se tornar inerte. Não é isso mesmo?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://letras.terra.com.br/adele/1825555/"&gt;http://letras.terra.com.br/adele/1825555/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-2949505973265314125?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/2949505973265314125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=2949505973265314125' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/2949505973265314125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/2949505973265314125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/08/pohan_12.html' title='Pôhán'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-2694133917452532394</id><published>2011-07-29T00:41:00.000-07:00</published><updated>2011-07-29T08:19:36.841-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Então, qual o grau da minha miopia, doutora?&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small; "&gt;futuro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;-Eu sinto dizer, minha querida, mas você sabe que já não é de hoje que não tem enxergado a um palmo do seu nariz. Está ciente que tudo são vultos, certo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Mas doutora, enxergar bem o &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small; "&gt;futuro &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;não tem sido mesmo a minha intenção. Quando a gente conhece o momento, e algumas intensidades, "deixa o futuro pro futuro". E qualquer coisa que toque nesse assunto...desculpa, eu tenho uma repulsa estúpida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;-Você precisa parar de ler. Vá ouvir um funk! As pessoas de cabeça dura -que nem você- que se apaixonam não deveriam ser permitidas de ler poesia, contos de amor, ouvir músicas melosas, ou mesmo ler essas auto-ajudas viróticas do tipo "viva cada dia como se fosse o último". Vocês não sabem interpretar, levam muito a sério e gastam os quatrocentos mil "últimos dias das suas vidas" dando murro em ponta de faca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A senhora já se apaixonou, doutora?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;-Não depois dos 14 anos. Tornei-me muito prática. Meu segundo sonho, depois da medicina, era o de ser mãe. A minha família é cheia dos costumes -conservadora- eu não iria me sentir bem sendo mãe solteira, ou seja, precisava me casar. A gente já foi bem feliz, eu acho. Os filhos, netos, a gente vai compensando com o amor e a alegria que a existência deles traz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Mas a senhora sente cada extremidade da pele pedir socorro cada vez que ele te toca? Mesmo que só esbarre no seu braço com a mão quente dele?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;-Na verdade a mão dele geralmente é fria, mas isso é só um detalhe. Não, eu não sinto esse exagero de emoção. E nem sentia quando namoramos ou casamos. Mas a gente não brigava, sabe como é? Tínhamos interesses parecidos, ele sabe ser um pouco prático também, apesar de ser de peixes e ter me escrito algumas poesias e tentado fazer lúdica a nossa vida. No âmbito carnal não era ruim também, mas acho que sempre me senti o homem da relação, ele mergulhava profundo demais e eu, sempre muito centrada, até nisso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Não sei descrever o quanto me sinto estática. O meu sangue às vezes ferve, mas só pelo fato de pensar -quando consigo- que existe um amanhã e depois. É quando tenho vontade de sumir de uma vez por todas. Ciume dolorido -desse que faz perder o rumo, a graça, a noite- de alguém que nunca sequer quis ser seu é uma das coisas mais estúpidas de uma vida inteira, não é? Mas se a mão dele segura a minha, não tem ontem, não tem daqui a pouco, não tem mundo, não tem erro. Tem ele, eu, nós. E tudo aquilo que há 10 segundos era merda e daqui 10 segundos vai ser merda de novo perde toda a relevância.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;-Você sabe que já passou da conta, não sabe? Deve, pelo menos, trocar o sujeito desse exacerbo de afeto. Novos sofrimentos são mais válidos do que um mesmo que se repete frequentemente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;As pessoas me cansam. O beijo delas, o toque, o cheiro, a textura; Meu problema é essa sinestesia de corpo, mente e sentimento. Tríade infeliz que mistura tesão e vontade com essa coisa esdruxula que é o sentimento. É ele que chega esmagando qualquer possibilidade de algo "novo". Se não me exigem sentimento e se não sinto que há continuidade, a tríade às vezes até se quebra, mas...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;- Eu vou rezar por você. Não te conheço tão bem, mas já não é tempo desses amores impossíveis, menina! Ou melhor, DESSE AMOR IMPOSSÍVEL. Teus vinte anos chegaram, cruzastes o oceano, vistes a grandeza, tanta grandeza, não é possível que este amor ainda seja maior do que você mesma. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E por que a senhora tá falando tudo rebuscado assim?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-Tá vendo???  Não sei, esses seus exageros são tão barrocos, acabei me contagiando. Até uma vontade de me apaixonar me deu, mas não, isso não vingaria. Tenho pouco pavio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acho que to em alguma fase de melhora agora. Sempre botei a culpa toda em mim, sempre! Mas agora eu sei que se ele não tivesse começado a mentir pra mim, e mentir tão bem, representar, dublar, "marionetar" a gente, as coisas teriam ficado simples como podiam ser. Não se apaixone por alguém que conhece a arte, por mais que eles sejam os mais apaixonantes!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-2694133917452532394?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/2694133917452532394/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=2694133917452532394' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/2694133917452532394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/2694133917452532394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/07/entao-qual-o-grau-da-minha-miopia.html' title=''/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-779956796598155287</id><published>2011-07-23T15:25:00.000-07:00</published><updated>2011-07-26T21:15:51.143-07:00</updated><title type='text'>Eu não sei</title><content type='html'>Quando eu era pequena meu pai fumava mais do que respirava, eu suspeito. Todo mundo dizia que fazia mal, inclusive os versos das caixas (maços?) que a gente pegava pra tentar esconder, jurando que o faríamos parar. &lt;div&gt;No meu entender -em resumo- aqueles versos diziam "Se você fuma, é porque quer morrer cedo, careca, com cara de dor, deixar seus filhos sem pai e dar suas últimas boas respiradas por meio de um buraco no pescoço" e eu pensava -por que diabos o meu pai quer essa merda?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas a vida é quase tão irônica quanto o tempo, e a gente parou de tentar fazer parar. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não dá mesmo pra ser sempre. Às vezes chego a conclusões tão contrárias a conclusões anteriores. Ser consistente em um mundo -uma realidade, uma vida- gelatinoso, eu não sei, mas acredito que resulta em ser engolido. Tudo inconstante, instável, e você parada numa mesma estação -que talvez nem seja mais uma estação-esperando um trem que mudou de rota, de horário, de vida. Não ter aprendido a mudar é uma das minhas maiores falhas, mas claro, tudo tem milhares de faces, o que leva a milhares de fases. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;De repente, comecei a ver meus vícios abstratos quase tão prejudiciais quanto o vício do meu pai pelo fumo... Esses apegos pelo exagero, pela infância, pela essência. Não sei se é erro e não quero mudar, só sei que me deixam "para trás" do resto. Não sei se quero uma vida escrita, a poesia às vezes me incomoda, não sei mais ser leve. Não quero mais essa profundidade inerente de um mergulho sem volta nesse mar escuro e aberto de sentimentos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-779956796598155287?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/779956796598155287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=779956796598155287' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/779956796598155287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/779956796598155287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/07/eu-nao-sei.html' title='Eu não sei'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-3145222005280122380</id><published>2011-07-15T18:03:00.000-07:00</published><updated>2011-07-16T01:38:07.831-07:00</updated><title type='text'>Nascer</title><content type='html'>Suficiência sempre me foi uma agonia.&lt;div&gt;Atravessei uma porta sensacional demais para ser D'escrita. Sensacional -repleta de sensações, dessas que a gente nunca sabe se sentiu, se fantasiou, se era só algo parecido. Como definir sensações? A sensação de uma mão de um conjunto amado que te toca o braço pode ser suficiente pra dar uma sensação boa prum dia inteiro. Qual o nome disso?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tipo...nascer! Nascer -pra quem só nasceu uma vez e não se lembra- é sensação formigante, refrescante, um calor que arrepia de extremo a extremo da espinha. É alívio excitante. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu me lembro da segunda vez em que nasci. Foi há exatos (se há mesmo algo exato na vida) quatro anos. E, desde que nasci, fortifiquei meu vício em preencher espaços vazios, um desespero em ser suficiente, bastar. Já havia visto tanto de ruim acontecer por insuficiência. Uma vez me disseram que toda dor da vida se baseava na falta de amor, no amor insuficiente. E a dor dessa vida, refletia em dor multiplicada na minha. E, por conta de que? Amor. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu sempre achava (pretensão) que o problema era minha insuficiência. E hoje -com uma cabeça um pouco menos quadrada- penso que se fosse mesmo "culpa" da minha insuficiência, ela até que servia pra algo bom às vezes. Podia jurar que qualquer mudança resultava de uma insuficiência. Mas pensava nisso como algo ruim, hoje -simplesmente algo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enfim, a introdução já virou todo um texto -adoro meu auto-controle- mas na verdade, este era pra ser um escrito de agradecimento. Direcionado. A verdade é que a primeira vez na vida que me senti suficiente -embora por menos de meio segundo- foi depois que nasci de novo em uma personalidade antes renegada e agora livre. Eu nunca me apegava a nada que já não fosse minha paixão, e até o que eu achava -ou inventava que fosse- paixão, eu deixava para trás. Deixava para trás na primeira dificuldade, na milésima terceira grosseria(no caso do ballet), na quinta vergonha, eu deixava que tudo me deixasse. Porque era paixão fingida e mal fingida, invenção mal feita tipo dublagem de play back da Suzana Vieira, porque se fosse bem, como é que eu mesma saberia que não era verdade?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas quando paixão é paixão mesmo, eu sei lá...pode ser ilusória, pode ser o caramba que for, mas eu não acho que seria capaz de confundir. Mexe com meus 5, 6, 7...N sentidos de uma forma inevitável e me provoca uma entrega irreverente, inconsequente, quase inerente (ops, ecoei).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Claro que, como 99% da vida, há contradição; a mesma paixão que me faz sentir bastante é a que me estampa na cara o quanto falto. Mas, essa falta, não sei explicar...é tudo tão sentido, que explicado não faria sentido.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-3145222005280122380?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/3145222005280122380/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=3145222005280122380' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/3145222005280122380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/3145222005280122380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/07/nascer.html' title='Nascer'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-2859917404137303326</id><published>2011-07-09T20:21:00.000-07:00</published><updated>2011-07-09T21:53:24.764-07:00</updated><title type='text'>; nem tão breve quanto , nem tão longo quanto .</title><content type='html'>&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;"Sometimes your whole life boils down to one insane move..."&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;'Tava tudo errado. Não tinha sonho, não tinha nada; ou tinha nada. Como fosse uma pequena aranha, que morre com um peteleco, o amor tinha-se tornado quase tão frágil; a gente tinha. Mas, também da mesma forma que a mesma aranha pequena, uma antítese, ela morre com um peteleco meu mas, se bobeio -e bobeio com frequência- mata-me num veneno sublime; sem som, cor, cheiro. O gosto é sentido pouco, é pouco sentido só; se sozinho. Azedo de amargo quando quase já pudesse ter sido doce. Pronto não, nunca pronto; preparo, pré-paro, paro; não posso. Passo, não paro de passar, passo a limpo cada rabisco dos sonhos que vão para o fundo de uma gaveta bagunçada. E das cartas de amor que, por nunca serem enviadas ou entregues, recebo de mim mesma.  E a dor, que é dor? Quando se confunde com tanto. Doer é tranco de choque que não se pode abstrair.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Momento, movimento...&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Que te faz mover? &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Que te dá um momento?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Eu hoje faço contas, conto que não contava com tanta pressa de tempo, com tanta urgência adormecida de costume. Um dia que segue o outro e promete que outro o segue pode levar embora a gana da vida. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Bolha, quantas camadas da bolha da vida se pretende romper? Romper, desamarrar, desprender, destampar a verborragia da minha mente de quem se perde. Perdoar, entender; mas nunca ter coragem de tirar depressa o band-aid já mais pregado que cicatriz. E, se desculpar é tirar a culpa, "nada se cria, nada se perde...", redireciona-se-self...&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O amor morreu, morreu de mentira; reviveu na arte.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=b2NyhmXxAsU"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=b2NyhmXxAsU&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-2859917404137303326?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/2859917404137303326/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=2859917404137303326' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/2859917404137303326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/2859917404137303326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/07/nem-tao-breve-quando-nem-tao-longo.html' title='; nem tão breve quanto , nem tão longo quanto .'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-8638924243004458615</id><published>2011-07-09T15:29:00.000-07:00</published><updated>2011-07-09T15:56:11.561-07:00</updated><title type='text'>Web</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Vai. Não espera mais, porque eu sempre espero mais. Foi tudo minha escolha,&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; line-height: 18px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "&gt; escolhas dessa minha mente, que é como uma confraternização de duas mil quatrocentas e trinta e sete crianças, de 2 a 15 anos, sem supervisão de adulto. Todas correndo, gritando, chorando, falando, pulando e se expressando ao mesmo tempo. Então só vai, porque se depender de mim eu não vou. Posso colocar um pé -e as vezes até os dois- no barco, mas quando vejo que vai zarpar, eu volto pra terra firme, que de firme tem pouco, porém bastante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-8638924243004458615?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/8638924243004458615/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=8638924243004458615' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/8638924243004458615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/8638924243004458615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/07/web.html' title='Web'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-1928501793032594056</id><published>2011-07-03T21:54:00.000-07:00</published><updated>2011-10-24T08:25:35.213-07:00</updated><title type='text'>T</title><content type='html'>Tempo trouxe tanto, &lt;div&gt;tudo tem t, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;tudo tem-te.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tentava te ter...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tive tempo, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;teve tanta tempestade, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;tonta tenta torta,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;tropeça, transpassa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tempo todo travesso&lt;/div&gt;&lt;div&gt;tic tac tic tac&lt;/div&gt;&lt;div&gt;travesseiro,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tico, Teco...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tabu&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-1928501793032594056?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/1928501793032594056/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=1928501793032594056' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1928501793032594056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1928501793032594056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/07/t.html' title='T'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-5585527714514097498</id><published>2011-07-02T17:37:00.000-07:00</published><updated>2011-10-24T08:22:42.282-07:00</updated><title type='text'>Conter e estar contido</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; color: rgb(51, 51, 51); font-family: 'trebuchet ms', verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "&gt;Não, eu nunca fui nada boa em matemática. Talvez por um exagero de uma metafísica demasiadamente intuitiva, que sempre fugiu, e me distanciou, de qualquer exatidão. Sinceramente, não me lembro quais eram os símbolos utilizados pra representar este "conter" e o "estar contido", mas não pretendo mesmo me aprofundar na dimensão teórico-matemática-numérica da coisa, claro que não.&lt;br /&gt;Tenho posto abaixo, eu mesma, a partir das conclusões escatológicas que tiro através de intensa observação e "vivenciação" do interno, do externo, do interligado, teorias e conclusões antigas. A vida, essa constante desconstrução de conclusões, pra que haja espaço para outras, novas.&lt;br /&gt;Eu continuo aqui, de algumas formas, estatizada; Mas sempre em movimento, constante, inconstantemente.&lt;br /&gt;Por favor, por obséquio, por consideração, por qualquer coisa, queria pedir, implorar pra que ele deixasse disso de ter medo do meu amor, quantas provas, tão improváveis, eu já dei de que esse amor é sutil e maleável? E ele me faz bem, "against all odds"? Mas se ele o assusta, se provoca construção desses muros entre nós, então eu juro que me livro dele, que eu tenha que me virar do avesso, mas me livro desse amor. Mesmo que o meu eu contenha tanto dele.&lt;br /&gt;Olha, pra dizer a verdade, porque quando escrevo é quando menos me contenho, a minha vontade é aproveitar um desses abraços catalisadores de emoções, nos quais contenho ele -materialmente- nos meus braços, pra chacoalha-lo e tentar fazer com que ele entenda que tudo pode ser tão simples aqui dentro de mim quando ele permite. E aproveitar pra chorar todas as mágoas que deixei contidas e agora, nessa altura dele e de mim -de nós- já não tenho mais o direito de chorar, e que por mais que o tempo as dissipe, perceber esse medo que ele tem de mim e do que eu sinto ou posso sentir frente à realidade -tão absurdamente inconstante- em desenvolvimento, me faz ressenti-las e elas se acumulam. Porque, olha! É o fato de sentir-me bem perto dele e de nos darmos bem, que faz com que as mágoas se dissipem, mas se ele deixa de se sentir bem próximo a mim, fica incomodado e desconfortável, talvez eu devesse ser cúmplice das mágoas e ajudá-las a dissiparem o amor, e não o contrário, como tenho feito.&lt;br /&gt;Eu tenho tantas perguntas, tantas dúvidas remanescentes sobre a &lt;em&gt;nossa&lt;/em&gt; "peça", e acho que tenho respostas também, que provém do que eu consegui digerir e aproveitar de tudo isso, e não é pouco. Por mais que eu vá em frente -e eu vou, juro que vou- e permita o meu coração de se encantar com outros nós, de alguma forma -por mais nãodifícil que seja- eu fico aqui, no portão de casa, pra dizer qualquer coisa, ou muita coisa, pra ouvir qualquer coisa -desde que, por compaixão, não seja nada dublado- sua, pra esperar que um dia você saiba onde é o pedacinho que me pertence dentro de você. Pra esperar que a gente possa ser tão simples quanto, imaginariamente, para mim, nós somos.&lt;br /&gt;Eu pensei, sim, em medidas drásticas, afastamento brusco, pensei em distância mesmo e talvez fosse o melhor mesmo pra você, mas humildemente, assumo que não consigo. E assumo, ainda, que não sou tão grande assim pra ser tão incômoda. Por isso, eu fico. Fico sem saber onde você me contem. Mas fico contida.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-5585527714514097498?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/5585527714514097498/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=5585527714514097498' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/5585527714514097498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/5585527714514097498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/07/conter-e-estar-contido.html' title='Conter e estar contido'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-7865254207675428365</id><published>2011-06-03T17:53:00.000-07:00</published><updated>2011-06-03T18:56:13.855-07:00</updated><title type='text'>Onde mora a verdade?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-IVNh1OBeXtk/TemDWLUFh1I/AAAAAAAAAZM/_ASksb28mD0/s1600/rene-magritte-os_amantes.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 293px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-IVNh1OBeXtk/TemDWLUFh1I/AAAAAAAAAZM/_ASksb28mD0/s400/rene-magritte-os_amantes.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5614162827511433042" /&gt;&lt;/a&gt;Na escola, não consigo me lembrar em que aula ou mesmo precisamente quando foi, conheci a imagem desse quadro. Surrealismo, René Magritte. Guardei na memória, lembro que na época, eu deixava que oito outros milhões de coisas me penetrassem o pensamento e não havia tempo para refletir profundamente sobre o quadro, a imagem, significados e surrealismos. Um tempo depois, assisti um teatro de bonecos com o título: "Isto não é um cachimbo"(Ceci n'est pas une pipe, como na obra&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px;"&gt; La trashion des images&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; ) &lt;/i&gt;inspirado nas pinturas do René.&lt;b style="font-family: sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; "&gt; &lt;i&gt;C&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;urioso, as peças que me fazem ter vontade de sair correndo do teatro gritando, geralmente são as que eu mais gosto, isso de uns tempos para cá, de quando aprendi a admirar a intensidade, emoções, e não o morno. Essa, em particular, era de uma expressividade monstra, mesmo que fossem bonecos. Encontrei o teaser, dá para ter uma ideia: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=FvWxoP1d_KA"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=FvWxoP1d_KA&lt;/a&gt; .&lt;div&gt;&lt;div&gt; &lt;div&gt;Enfim, Magritte foi só uma introdução para minha inquietação recente com esse lance da verdade e onde é que podemos encontrar essa diaba. Então, em uma dessas conversas de intervalo, uma amiga diz para a outra "você tem que parar de se iludir" ok, pausa para definição:&lt;i&gt;&lt;b&gt; ilusão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;s. f.1. Engano dos sentidos ou pensamento.&lt;br /&gt;2. O que se nos afigura ser o que não é.&lt;br /&gt;3. Quimera.&lt;br /&gt;4. Esperança &lt;b&gt;irrealizável&lt;/b&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu sei que é muito como se eu estivesse simplesmente com muito tempo de sobra e começasse a procurar cabelo em cabeça de ovo, mas me sinto entupida de intriga e recorro às letras. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Real, irreal, irrealizável. Eu pediria ajuda pra compreender esses conceitos e definições, mas quem é que me garante que eu não seria iludida? Sempre me gabei de ser controlada, de por vezes conseguir controlar até mesmo meus sentimentos, mas as ilusões? Não, essas não me atrevo. Quer dizer, acho que deve existir, como a plasmática, uma membrana dotada de permeabilidade seletiva. Mas não sei como funciona. Sei que penso que algumas ilusões são, perceptivelmente, ilusões; mas isso não faz elas deixarem de se encaixar como ilusão? Ou a gente pode ter "os sentidos ou o pensamento enganados" e algo pode "nos afigurar ser o que não é" mesmo percebendo que isso está a acontecer? E, podemos ter uma "esperança irrealizável" conscientemente? Mas, se a gente percebe que a esperança é, realmente -e que diachos seria isso?-, IRREALIZÁVEL, a gente não deixa de esperar? Sei lá, eu acredito -e se isso for ilusão?-, que se é esperança, é porque há uma pontinha de crença de que não seja irrealizável, to boba? Eu penso que sou cheia das ilusões, das irrealidades, e das realidades também, mas meio que elas se misturam e pronto, onde é que mora minha sapiência para distingui-las?  &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu nem sei se quero.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Ceci n'est pas un sentiment"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-7865254207675428365?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/7865254207675428365/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=7865254207675428365' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7865254207675428365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7865254207675428365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/06/onde-mora-verdade.html' title='Onde mora a verdade?'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-IVNh1OBeXtk/TemDWLUFh1I/AAAAAAAAAZM/_ASksb28mD0/s72-c/rene-magritte-os_amantes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-2522459614021074883</id><published>2011-04-11T07:10:00.001-07:00</published><updated>2011-05-02T11:26:33.255-07:00</updated><title type='text'>"Mas o amor não deixa"</title><content type='html'>Há 41 anos, Caio Fernando Abreu escreveu em uma carta pra uma amiga:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Chega a ser comovente a maneira errada como eles buscam a pureza, como eles tentam se convencer que os bacanais são a forma mais absoluta de comunicação: finjo o tempo todo, rio, sou alegre, dispersivo, com aquele brilho superficial e ridículo. E em cada fim de noite me sinto um lixo. (...) A juventude é uma coisa terrível: 90% de viciados em tóxicos, todos fugindo de si, das máquinas, do fazer-alguma-coisa. Acho que quem está de fora não pode condenar, condenar simplesmente é desprezível — é preciso compreender. &lt;strong&gt;Existe uma sede de amor impressionante."&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li uma vez essa carta, e esse trecho nunca mais me deixou em paz. A sede de amor, a necessidade de compreensão, a "forma errada como buscam a pureza" e como fogem, fugimos - ou simplesmente - fujo. E finjo, às vezes. Tudo isso faz tanta parte de tudo o que vejo e do que vivo, que já nem sei mais como proceder. Eu sinto um caos, e sei que não sou só eu. Sei lá, sabe? Essa constante contradição crescente entre o crescimento da tolerância de um lado e a barbárie intolerante de outro. A gente se defende, defende o que acredita e o que sente forte, não é verdade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É capaz de ficar bem confuso o que tenho pra escrever hoje. É tanta coisa, que no fundo é quase que uma coisa só, mas dá tanto nó. Essa coisa de pensar demais já está passando de me dar nos nervos. Tentar entender as pessoas e o que fazem. Mano, enquanto tem gente matando pai pra pegar herança, jogando pedra em gays, lésbicas, heteros, baixinhos, altinhos, magrelos, gordinhos, branquelos, negros, beatas, biscates, dentuços e desdentados, em algum lugar tem gente melhorando a qualidade de vida de crianças por meio de contato com golfinhos! Tem gente demonstrando amor sem (mas sem mesmo) exigir -ou, sequer, querer- qualquer coisa em retorno, tem gente lutando pra criar filho com todo amor e dignidade (pra depois ele conseguir sobreviver nessa sociedade absurda).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei lá - de novo - eu sei quase nada de quase tudo. Não sei o que acontece com as pessoas -tampouco sei o que acontece comigo - mas a forma como defendem seus conceitos, preconceitos e crenças, agredindo qualquer coisa que fuja a estes...Acho precário demais, tosco. Ofender para se defender? Como assim? Desculpa, mas por mais que eu pareça alienada e encharcada de um romantismo tosco que já não cabe no mundo, não aceito, não entendo e não compreendo esse individualismo e esse radicalismo e essa porção de cabrestos que as pessoas insistem em se colocar. É mais fácil assim? De certo sim...estereótipos, regras, linhas, retas, riscas, diretrizes. Olha, não sou uma piradinha metida a anarquista, mas esse tipo de "ordem" demais deixa as pessoas ilusoriamente simples demais, frente à "Realidade" que é uma puta duma complicação cheia de complexidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a vontade de gritar? E gritar MUITO ALTO pra que, que seja uma pessoa só no mundo inteiro, ouça e acorde desse transe cíclico. Ah, e por falar em transe, tem tanto jeito de fugir, gente. Não tem? Tem tanto jeito de se distrair e de se divertir, sei lá, caminhando hoje, vi mais um cara usando crack. Não tenho o que falar, não o conheço, não sei quanta pancada já levou da vida, alguém sabe? Ele já teve um amor de rachar taquara no meio? Filhos? Pais? Carinho? Chocolate? Ninguém sabe de pingo nenhum dos is de alguém e já chama de vagabundo ou do diabo a quatro, num parece vazio demais? Olha, isso não pretende ser nenhum tipo de lição tosca de moral, mas sim um desabafo. Porque já não posso mais com tanta fuga maluca; Sei lá...precisa fugir? Por que fugir pra um lugar pior do que o que já se está? E porque mandar tanta gente que nem ao menos se conhece pra "lugares piores" por "simples agressividade"???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu queria fugir também, mas o amor não deixa. Então fujo pros braços dele(do amor), que mesmo por vezes áspero, sempre acolhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas e quem não tem? Ou não sabe que tem? Ou acha que nunca teve oportunidade de ter? Como que faz???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://letras.terra.com.br/adele/1185309/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-2522459614021074883?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/2522459614021074883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=2522459614021074883' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/2522459614021074883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/2522459614021074883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/04/mas-o-amor-nao-deixa.html' title='&quot;Mas o amor não deixa&quot;'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-1383526940415212353</id><published>2011-03-09T20:50:00.000-08:00</published><updated>2011-10-24T08:32:13.440-07:00</updated><title type='text'>"Foi bom..."</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"...Acho que é abertura, que tudo é passível de uma outra interpretação." (Caio Fernando de Abreu) &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É claro que a vida seria muito mais fácil se eu refletisse bem menos sobre ela e cada um dos segundos que passam por mim, ou pelos quais eu passo..., mas simplesmente não sou assim. Reflito, conflito, invento e desconstruo; como se pudesse realmente mexer na realidade, no acontecido, e no acontecendo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Como se eu ainda precisasse de algum subterfúgio (me afetuei a esta palavra), e eu preciso, por conta dessa reflexão exagerada de sempre, inventei um só pra ter que voltar, pra ter algo mais, pra estender, porque na maioria das vezes, é essa a vontade que me assalta o comportamento. Prolongar o tempo, como desejo em poucas situações. Não sei qual é o nome disso, já tentei vários, mas nenhum define a complexidade mesmo, já chamei de burrice, estupidez, defeito, teimosia, e acho que tem sim um pouco disso tudo, mas a minha vontade mesmo é chamar simplesmente de atração. Qualquer coisa fica conversável, discutível, ouvível, sei lá se isso é saudável, não me importo muito na verdade, eu me sinto bem e pronto. O depois é resto, excesso, exceção. E quase nunca amarga o "agora". De qualquer forma, ainda invento desculpas esfarrapadas e até "manjadas", só pra ter mais 2 segundos, ou duas palavras, qualquer coisa. Esse meu exacerbo ainda me mata, eu acho. Mas por enquanto, deixa ser.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fiquei pensando sobre liberdade. E de repente, eu acho que entendi uma porção de coisas que antes eu só fingia, eu só fazia de conta que entendia. Mas a liberdade é realmente entorpecente, provavelmente um punhado de gente já escreveu sobre isso, mas...de qualquer forma. Quando se adiciona uma certa liberdade ao amor, e se permite tudo, ou pelo menos tudo o que seus conteúdos desejam ou aceitam, esse amor pode se tornar absurdamente abrangente e eclético, eu acho. E aí é possível se dizer livre de ter que decidir qualquer coisa, qualquer caminho restrito. Acho que isso funciona até uma certa idade, uma certa amadurecência, certo enrijecimento. E depois desses "certos", talvez se deva aprender a restringir-se segundo as possibilidades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Hoje, o meu amor é livre, esse amor que eu quase te embrulho.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-1383526940415212353?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/1383526940415212353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=1383526940415212353' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1383526940415212353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1383526940415212353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/03/foi-bom.html' title='&quot;Foi bom...&quot;'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-7367604001603421572</id><published>2011-02-15T20:17:00.000-08:00</published><updated>2011-02-16T06:38:54.558-08:00</updated><title type='text'>."How bittersweet this would taste?"</title><content type='html'>Eu acho que pareci contraditóriamente pessimista no texto anterior. Mas sinto que no de hoje, continuarei parec(s)endo.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;I was thinking that I think there are no "kinds" of love. There is love, and that's it. What? There may be passion and sex atraction mixed to this so called feeling: love. Or there may be not. that's what makes it seems "kinded". Was also thinking... Don't try to love someone. Try not to love, this will probably show you what's really counting.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;Eu quase poderia resumir completamente os meus pensamentos de agora usufruindo de minha trilha sonora by Cazuza: &lt;a href="http://letras.terra.com.br/cazuza/85094/"&gt;http://letras.terra.com.br/cazuza/85094/&lt;/a&gt; Mas eu não me contenho, não é? Confesso, eu desejaria ser tão mais prática e menos divagada, devagar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem eu disse que me adapto, que a gente se adapta, essa gente que escolhe viver, despite lots of crap. Hoje, embora no fim das contas pode ser que dê no mesmo, eu mudo pra "A gente cede, a gente se convence, e se distrai". Talvez eu esteja fazendo um caminho contrário, mas ao passo que envelheço, cada segundo, eu me sinto menos consistente, mais líquida e volúvel e menos sólida e consistente. Há tanto perdendo a simplicidade, adquirindo issos e aquilos e detalhes e especificações que não havia antes, pelo menos não que eu soubesse.&lt;br /&gt;Eu ia casar numa igreja linda quando pequena, ia casar com ele, com o meu primeiro beijo. E, assim que eu colocasse aquele vestido rendado, com enfeites discretamente bregas de florzinhas coloridas, já começaria a esperar um filho dele, que seria o primeiro dos 18 que criaríamos juntos, numa fazenda linda com vista pro mar. Acontece que o meu primeiro beijo acabou se tornando uma das minhas primeiras decepções nesse âmbito. Embora nunca tenha se tornado arrependimento. A fazenda, a igreja, o vestido, e o "juntos", ficaram longe demais, desimportantes demais. Hoje os meus filhos imaginários tem cada um os olhos de um "pai". Ironicamente, eu não faria sexo com nenhum desses supostos "pais dos meus filhos", só os vejo assim porque de algum jeito, há o desejo de "eternizar" certas pessoas na minha vida. E eu sei que a memória e a sensação que ficam deveriam bastar, e vão. Mas eu preciso imaginar. Preciso de algo que tome o lugar da igreja, do vestido, da fazenda e do mar. E não é que eu tenha desistido disso, acontece que é tão menos simples a cada segundo, que eu sinto, eu prevejo que vai chegar um ponto em que não será nada simples, não será nada como pareceu um dia, não será nada. Preciso de algo que me tire o pensamento de desejar um marido que terá um marido. Porque é isso que me parece simples agora. A gente se convence, a gente cede, e se distrai. Distrair, a morfologia desta me deixa intrigada o bastante pra não ousar brincar com isso e dizer que na verdade, sinto que me traio. Acontece que parece mais simples. Mas se eu realmente prezasse tanto pela simplicidade, estaria dormindo agora, aoo invés de despejar palavras, frases, textos soltos de qualquer coisa, tentar expressar sensações com verbos, conjunções, desjunções de mim.&lt;br /&gt;Passa tanto por aqui, nessa cabeça que pode parecer quase vazia, passa tanto, fica tanto, complica-se/me tanto. Mas é mais "fácil" dormir remoendo um amor "simples" do que a porção de dor, de descompasso na porção de rostos que se vê, uns que se ama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa noite.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-7367604001603421572?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/7367604001603421572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=7367604001603421572' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7367604001603421572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7367604001603421572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/02/blog-post.html' title='.&quot;How bittersweet this would taste?&quot;'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-3530537040432987173</id><published>2011-02-14T09:53:00.000-08:00</published><updated>2011-02-14T19:33:55.756-08:00</updated><title type='text'>My tribute to Valentine's Day</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"Mais nítido que as ruas sujas, reata o hexagrama das cores do arco-íris suspenso no céu."&lt;/span&gt; (&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Caio Fernando Abreu&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-size:78%;"&gt;uma constante fonte de distorção da vida e inspiração em verbalizá-la como posso&lt;/span&gt;)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Então eu resolvi sair para andar. Pulsava em mim um sentimento de compreensão, uma leveza, como se eu realmente tivesse conseguido engolir e digerir tudo aquilo. Pareceu bom, e me aparecia uma necessidade gritante de encontrar palavras perfeitas, medidas, pré-feitas para expressar pixel por pixel de como isso me fez sentir.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"A gente se adapta." Essa "quase nada" frase, repete-se incessantemente em meus pensamentos. "A gente"&lt;/em&gt;&lt;em&gt; quem, afinal? Eu é que me adapto. Preciso me livrar dessa mania de pluralizar,&lt;/em&gt;&lt;em&gt; acredito que ela descenda de uma necessidade de companhia, de compartilhamento de composição. Compor, era o que eu precisava. Compor essa história com esse desfecho/continuação terno, leve, compreensivo, indolor e não-martirizado. Uma antiga necessidade de simplificar. A chegada da compreensão traz consigo a ilusão do fim da saudade, da satisfação da falta, mas no momento certo percebo que não. Não é o fim da saudade -é uma transformação- ela também é tomada por uma leveza, uma anistia. E um amor incondicional "não-biológicamente-parentesco" se mostra possível.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;"Eu me adapto."É fato, as pessoas se adequam ao que não conseguem mudar, adaptam-se da forma como podem, mesmo que isso signifique enlouquecer. A lucidez às vezes é demais, e não se pode com ela.&lt;br /&gt;Ah, mas quando o amor faz sofrer ele parece mais vivo, mais forte. Eu sinto muito (claro que sinto, essa carência por sentir não se esvai), mas não vejo mais cabimento em buscar problema. Eles são tão naturais. Já viu o que acontece quando o que se esvai é a tolerância? Entre duas pessoas, se não há o mínimo que seja de tolerância, não há nada. Não há vontade, proximidade, nada. E entre tanto fator azedante de relações, a tolerância tem sido testada ao máximo, desafiada, e, tantas vezes derrotada. Por isso, por aquilo, por aquele não-olhar, aquele não-poder-contar, por aquele não-momento, aquele não-conter-se-diante-do-que-pode-fazer-mal, por aquela não-fé-que-haja-conserto, por cansaço.&lt;br /&gt;"Você sabe que ama alguém quando consegue passar mais de 15 minutos sozinho com a pessoa e ainda querer mais." Não lembro em qual filme a menina disse isso, mas acredito que faz todo sentido. Não importa o que não houve entre nós. Ou o que houve de excesso. Importam os 15 minutos de sintonia, e o que eles proporcionavam. Pronto, assim se faz simples uma história de amor. E o que mais???&lt;br /&gt;A fraqueza dos laços é um fato. A facilidade com que uma qualquer-coisa-sem-nexo desfaça o que há 30 segundos era tudo-o-que-se-queria-pro-resto-da-vida. É como se as pessoas se estivessem ensinando a ser nômades de novo. Mas sempre um dos dois vai preferir sofrer, vai descobrir que havia um terceiro, um quarto, uma sala, um banheiro. E que a exclusividade sonhada do laço era isso; Sonho.&lt;br /&gt;E assim "a gente se adapta". Essa gente toda que insiste em amar, querendo, sem querer, precisando. Essa gente se adapta como pode. Aprende a gostar dos segundos presentes, a desejar com mais pudor os segundos futuros, ou aprende a machucar-se, curar-se, tolerar-se, compreender-se, necessitar-se, despedir-se, juntar-se, funcionar...viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"A gente enfeita o cotidiano - tudo se ajeita" (Caio F. Abreu, again) &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-3530537040432987173?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/3530537040432987173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=3530537040432987173' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/3530537040432987173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/3530537040432987173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/02/my-tribute-to-valentines-day.html' title='My tribute to Valentine&apos;s Day'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-7418828526691039141</id><published>2011-02-11T04:39:00.000-08:00</published><updated>2011-02-12T17:00:00.722-08:00</updated><title type='text'>tic ...tac ...t...</title><content type='html'>Já não importa mais que horas são. Ou foram. Tenho estado atrasada há tanto tempo que já nem me lembro de quando foi a ultima vez que me importei com as horas. Mirar o relógio é fácil, às vezes um simples hábito quase inconsciente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ele queria um amor, pensou que havia encontrado; Quando viu que estava "apenas" sendo usado, ele se matou”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espera. Esse é o resumo, assustadoramente, de não só uma história. O Sol tá nascendo, sinto na nuca uma brisa típica do despertar do dia, o que me dispersa. Mas continuo, embora sensato agora, seria deitar-me, fechar os olhos e dormir &lt;br /&gt;E então, a frase anterior poderia ter algum tipo de pontuação. De repente, eu sinto uma vontade absurda de pedir ajuda, de fraquejar um pouco. Não sei, essa minha mania de observar sempre as pessoas e seus atos tem me deixado doente. E me parece que os remédios que procuro estão vencidos, derrotados, sobrecarregados de mim e dessa minha necessidade de cura, de curativo. "...Existe uma sede de amor impressionante...". Caio Fernando de Abreu escreveu essa frase em uma carta http://caiofabreu.blogspot.com/2010/09/hilda-hist_7640.html (vale muito ler). Ela se repete frequentemente no meu pensamento. Essa carência desse algo tão absurdamente incompreensível que é o amor. E se carece muito de um amor, não sei como dizer, as pessoas chamam de amor próprio, e não encontro neste momento expressão que defina melhor, mas é bem por aí. Eu acho também que a carência vai ainda além, é uma carência de sentir, parece. De sentimento mesmo, daquele que desbaratina, acalma, confunde e clareia tudo. Sentir qualquer coisa. É tanta maquiagem que se usa, que eu me confundo, e acho que não só eu. Acontece que compreensão é um dos lances mais difíceis que consigo pensar agora. Pode ser babaca minha teoria, mas eu acredito mesmo que é por dificuldade de compreensão que se parece cruel às vezes. E que se faz uma porção de bobagens e que se machuca. Acho que tudo isso provém muito dessa “má digestão” social. Essa azia das relações.&lt;br /&gt;Ah, eu sei que, incomum mesmo é alguém que não tem uma, ou um punhado, de "skulls in the closet", mas eu acho que de vez em quando é extremamente necessário abrir o armário, tirar a poeira, limpá-las, e quem sabe até deixar que tomem um solzinho. Porque escondê-las do alheio pode até ser (parecer) a melhor opção. Mas eu acredito ser perigoso se você se esquece de alguma delas, ou mesmo prefere esconder de você mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-7418828526691039141?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/7418828526691039141/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=7418828526691039141' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7418828526691039141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7418828526691039141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/02/tic-tac-t.html' title='tic ...tac ...t...'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-5731343252197602336</id><published>2011-02-07T15:38:00.000-08:00</published><updated>2011-02-07T17:47:59.940-08:00</updated><title type='text'>(decom)(ex)posing.</title><content type='html'>Coloquei hoje meus cadernos velhos para reciclagem. Eu precisava disso, já não há mais tempo;  E por falar em tempo, quando disse cadernos velhos, quis dizer que alguns passavam dos seis ou sete anos. Pode isso? São tantas cartas que vão ser decompostas sem que ninguém, além de, obviamente, eu mesma as tenha lido. Cartas velhas, endereçadas a pessoas atuais. Em exposição e decomposição.&lt;br /&gt;Não pude deixar de reler algumas, e uma parte delas ainda pode fazer algum sentido mesmo com toda essa impressionante inconstância. Mas, que sejam recicladas então. Recicle minhas cartas, minhas palavras e os sentimentos e pensamentos que se transformaram nelas. E me reciclo sempre quando possível. As palavras se cansaram de uma inutilidade a qual as submeti. E eu também me canso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-5731343252197602336?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/5731343252197602336/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=5731343252197602336' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/5731343252197602336'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/5731343252197602336'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/02/decomexposing.html' title='(decom)(ex)posing.'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-3242531521100283575</id><published>2011-01-26T18:43:00.001-08:00</published><updated>2011-10-24T08:36:49.638-07:00</updated><title type='text'>Só por permanecer...</title><content type='html'>Não sei, acho que não é por má vontade, mas essa coisa de "conhecer melhor", cortejar, paquerar... não sei, não para mim. Sinto falta de uma história. É certo, sei que o problema não é sentir falta de uma história, pois isso se constrói...mas é sentir falta da &lt;em&gt;nossa&lt;/em&gt; história. Essa, não posso construir sem você.&lt;br /&gt;Às vezes me ensino a achar engraçada essa fase de transição em que me encontro. Quase posso sentir minhas vontades de ter você para mim se transformarem em um carinho &lt;em&gt;inocente&lt;/em&gt;, em cuidado. Mas é oscilante -bem "Rollercoaster" mesmo - e quando começa a tocar Cazuza ou qualquer outra coisa que me lembre você e a sinestesia pouco simples que sua presença me causava, confesso, sou mais vontade do que inocência.&lt;br /&gt;Sei lá, tem uma porção de coisas que eu preciso te perguntar. Preciso porque quero, mas parece quase uma necessidade mesmo. É que eu tenho uma certeza estranha, da qual eu duvido um pouco, de que independente das suas respostas, eu mesma vou manipular a interpretação pra &lt;em&gt;não deixar de amar você.&lt;/em&gt; Não seria a primeira vez e, certamente, também não seria a última.&lt;br /&gt;Ah, de qualquer forma, eu acho que independente do que eu escrever, vai parecer (e provavelmente ser) piegas. Isso de sentir muito, nas mãos de quem não sabe escrever, geralmente parece piegas. Mas acontece que esse misto de sentido e sentimento, eu acho que não existe, para mim, em outro que não seja você. Podem me atrair os olhos, ou o olfato, ou o ouvido, mas, mesmo que eu chegue a permitir o paladar e o tato, se não é você, eu quase sinto nitidamente que também não sou eu. Quando, na &lt;em&gt;verdade,&lt;/em&gt; sou. Mas não sinto. O que é &lt;em&gt;ser&lt;/em&gt; sem &lt;em&gt;sentir&lt;/em&gt;? Os meus sentidos e os meus sentimentos, eles desejam você. Mesmo quando, por algum lapso de bom senso ou de orgulho ferido, eu finjo que não.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-3242531521100283575?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/3242531521100283575/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=3242531521100283575' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/3242531521100283575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/3242531521100283575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/01/so-por-permanecer.html' title='Só por permanecer...'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-4072805092279673236</id><published>2011-01-22T07:20:00.000-08:00</published><updated>2011-01-22T09:28:21.949-08:00</updated><title type='text'>Por querer...</title><content type='html'>&lt;em&gt;"O orgulho e a vaidade que eu pudesse ter, têm escorrido pelo ralo da pia, junto com a água e o detergente das panelas..." &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Caio F. Abreu)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, eu sabia os prós e contras desde o estopim de tudo isso. Cheguei a pensar que fosse uma frieza estúpida sabê-los, pesá-los, e talvez tenha sido neste momento que me entreguei sem ao menos considerar o que eu sabia.&lt;br /&gt;Mas foi por querer. Sem querer, a gente derruba um copo, tropeça num degrau de cozinha, esbarra em alguém, passa pelo canal de pornografia. Não se entrega todo um coração nas mãos de alguém sem querer, acho que envolve querer, e que é preciso querer muito. E é bem claro que quis, você não acha?&lt;br /&gt;Mas hoje me confundo completamente ao tentar rever se fui egoista demais ou altruísta demais. Lidando sempre só com o que eu sinto (eu sei que deveria escrever no passado), e só às vezes com o que eu não sabia se você sentia ou queria sentir. Acontece que eu sinto muito, não aquele sinto muito de pesar, que as pessoas dizem a alguém cujo peixe morreu. Um sinto muito de sentir exageradamente tudo o que se sente. Sinto muito carinho, sinto muita falta, sinto muita vontade, muita alegria, medo, fé e por aí vai. E por custar muito a aceitar que eu te afetasse o sentimento, eu achei que talvez fosse mais fácil, que eu teria o manche e a segurança de que, se alguém se machucasse, não seria ninguém além de mim, visto que só eu sentia. Sei lá, essa teoria durou pouco tempo, e a crença de que seria fácil durou menos ainda. Embora, de certa forma, ela durava aos poucos, em fatias, sabe como é? Durava o tempo de um beijo, de um abraço sinestésico, do depois de um um mês de saudade. Durava o tempo de ver o meu contexto funcionar bem e parecer que esse bem tinha a ver com você. É que todo o que era &lt;em&gt;bem, &lt;/em&gt;de algum jeito, eu associava a você. Acho que, de novo, por sentir muito. E eu acho que senti tanto, que você não pôde mais com isso.&lt;br /&gt;Não sei, acho que o sentir muito foi por querer muito, e querer muito, por sentir muito... isso vicia. E o que sobrecarrega não pode funcinar bem por muito tempo. E eu sinto muito, dessa vez com o pesar de perder um peixe, que eu tenha sobrecarregado de sentimento, quase lirismo e que isso tenha azedado de vez o que oscilava em uma "bittersweet symphony" desde quase sempre. (É tão ridículo quanto parece, que eu use o quase pra diminuir a grandiloquência de algumas palavras?).&lt;br /&gt;Espera só um pouco, antes de você ir, eu ainda preciso dizer mais algumas coisas. Apesar de que talvez esse também tenha sido um fator "azedante" de nós. Essa mania minha de "dizer coisas" que não se sabe como serão ouvidas, coisas que a maioria das pessoas prefere não dizer, e deixa pra depois, e depois e depois, acumula um punhado delas até que não se pode mais. Eu guardava também, você sabe, mas comigo e todo esse meu exagero, as coisas se acumulam tão mais depressa do que parece possível e eu acabo quase sempre expondo quase tudo de uma só vez. Era como se eu estivesse completamente nua em frente a você sempre, nua de desfarces sentimentais, eu era quase toda verdade e puramente sentimento. E você era...sei lá, uma espécie de esforço cansado e oscilante.&lt;br /&gt;Hoje quando vejo que não tenho nada semelhante a um manche em mãos, e que meus contextos vem-se conflitando, e complicando, não associo isso ao seu descaso, mas me lembro que o &lt;em&gt;bem &lt;/em&gt;se associava tão naturalmente a você. Tento entender o porquê de não teres acreditado em mim, eu me achava tão clara. Procuro fiapos da vida sobre os quais sei que nossas opiniões são ou seriam contrárias só pra inventar motivo de discutir algo com você... sabendo que provavelmente eu vou ceder ao fim, mas só depois que eu perceber que você terá se cansado, e isso acontece quando você finge que cedeu só pra que eu me cale. E, que seja criancisse, mas o céu, sei lá...ele sorri um pouco inspirado de fé quando, por mais que a gente discorde, estamos em uma sintonia.&lt;br /&gt;Eu sinto muito, de novo com o pesar, que você seja como Tylenol pra mim. Meu analgésico, meus efeitos colaterais, laterais, Tridimensionais. E que eu precise de você, por querer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-4072805092279673236?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/4072805092279673236/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=4072805092279673236' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4072805092279673236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4072805092279673236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/01/por-querer.html' title='Por querer...'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-7324247521589389477</id><published>2011-01-13T17:48:00.000-08:00</published><updated>2011-02-11T08:34:27.162-08:00</updated><title type='text'>...17.</title><content type='html'>É bem curioso mesmo como as coisas cismaram em acontecer.&lt;br /&gt;Hoje você vai embora, eu tava organizando as coisas na minha agenda e, quando vi... 17 de janeiro.&lt;br /&gt;Você lembra? Hoje faz sete anos. Eu posso quase, se fecho os olhos e procuro aqui dentro, viver de novo aquele dia. Era domingo, os domingos sempre foram bons pra nós. Os domingos e as quartas feiras. Deve ter algum fundamento, você não acha?&lt;br /&gt;Olha, juro que não to escrevendo sobre isso só pra remoer coisa velha, mas pra tentar reviver com você alguns dos melhores momentos da minha vida inteira e ver o que o tempo nos fez. Eu me lembro de ser tão imatura, de ter tanto medo de como as coisas seriam. Mas era só sentir você ali, seu cheiro, seu afago... qualquer medo desaparecia por um segundo, pelo segundo de um beijo, acho que eu só não levitava por conta dos quilinhos a mais, mas eu praticamente meditava contraditóriamente em um pensamento totalmente em paz, puro e satisfeito, que subitamente era assaltado por um quinquilhão de vontades e planos tortos, estratégias e um receio quase patológico da gente.&lt;br /&gt;Eu acho que eu quase podia prever o que o tempo ia fazer conosco. Mas eu pensava que ele seria um bocado mais cruel e mais depressa. Acho que não acreditava que ele seria suficiente pra que esse "a gente" me desse duas ''coisas'' tão maravilhosas.&lt;br /&gt;Você viu esses dias o que eu te falo desde sempre? O Douglas tem muito o seu jeito, em muita coisa. Outro dia tava falando não sei o que de Big Brother na TV e eu mudei o canal, ele disse: "mãe, você ta doida? a gente tem que ver pra contar pro papai depois, ele vai gostar" Todo atrevido, bem como você mesmo, com aquele olhar de quem sabia que eu não ia gostar da ideia, mas que no fim das contas faria tudo pra ele ficar satisfeito. Acho que ele já me conhece bem, mas não vou dar moleza não. Ah, e aquele dia que você tava ensinando ele a sambar? Acho que foi o dia que eu mais vi ele sorrindo. Agora, só de lembrar, eu mesma fui tomada por um sorriso bobo do tipo que costumava me tomar quando eu sentia um pouco de amor no seu beijo. No nosso.&lt;br /&gt;Hoje, eu olho pra você e sinto que você não se arrepende da gente. Logo que acabou, acho que o que mais doeu foi ver arrependimento nos seus olhos. Eu pensava, como é que pode ele se arrepender de tanta coisa linda que a gente viveu junto? Porque pra mim, essas coisas lindas compensavam os grilos quase todos. E você parecia que sentia mais os grilos, acho que tinha medo que eu te culpasse. E eu quis, eu quis e tentei muito culpar você, mas acontece que eu sempre acabava querendo te agradecer.&lt;br /&gt;Eu lembro que cheguei a te mandar uns dois ou três e-mails com esse título. Na época que eu encanei de querer te libertar de mim. Eu sei lá o que eu queria na verdade com aquilo, mas eu acabava, pra variar, expondo-me quase inteira pra você. E eu acho que sempre acabava parecendo um pedido desesperado por atenção. E, mesmo que fosse, eu não queria que chegasse até você como uma cobrança, mas chegava. Hoje eu vejo, as pessoas todas "amavam-se" tão diferente de como a gente fazia, e no começo isso era ótimo, até que a gente se deu nomes. Nomes que só complicaram muito as coisas e fizeram o que era bom, tornar-se um peso tedioso e dispensável. Mas a gente precisava tentar, mesmo que, tanto eu quanto você, soubéssemos que estávamos fadados a desconstruir pouco a pouco esses nomes, e que ia doer. Você me escondia em qualquer bolso vazio e, quando já não podia mais, deixava-me sair um pouco sem que quase ninguém visse. Eu to feliz. Sete anos depois. E ainda permanece firme a minha gratidão, e um amor que não morre.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-7324247521589389477?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/7324247521589389477/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=7324247521589389477' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7324247521589389477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7324247521589389477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2011/01/17.html' title='...17.'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-4807827820390025040</id><published>2010-12-30T07:14:00.000-08:00</published><updated>2011-10-24T08:39:02.355-07:00</updated><title type='text'>É o que percorre</title><content type='html'>Claro que por algum tempo eu ainda pensaria demais em você. Passaria alguns momentos inevitavelmente desconfortáveis a te associar com o que mais passasse por meu pensamento. Mesmo que, obviamente, pudesse não ter relação nenhuma com você, como, a chuva durante uma caminhada ou uma música que jamais, sequer, ouvimos juntos. Nossos gostos em comum seriam, ao mesmo tempo, lembranças boas e recordações torturantes de que, dali em diante, nada era nosso. Eu te culparia por amores que eu não quis viver, que sequer quiseram existir. Diria que não fosse por você, eu estaria esperando um bebê suiço de olhos azuis e convenceria a mim mesma que, não fosse o exagerado volume ocupado por você em meu sentimento, eu teria encontrado um grande amor na ponte em frente a catedral de Notre Dame, e estaria feliz. Eu te culparia, ainda, por já me sentir feliz neste aspecto e não ter razão pra querer buscar nada de mais. Culparia você por um sentimento de suficiência que me supria carências. Você seria o culpado por eu me sentir bem e forte e, até mesmo bonita às vezes. E por conta de minha condição característica humana de encarar fins, eu não seria grata pela felicidade e os bons momentos que me proporcionaram sua companhia e seu carinho de outrora, eu seria rancorosa por ela. Como se o fato de estarmos mudando de ciclo fosse traumático o suficiente para que o fato de eu ter sido feliz por vários momentos com você fosse algo ruim.&lt;br /&gt;Ah, mas é verdade que ainda passarei algum tempo a esperar ver seu nome em atualizações de redes sociais e desejar por uma mensagem sua, que contenha apenas um ponto que seja. Qualquer coisa que me transmita ilusão de que ainda, ou de novo, podemos estar próximos.&lt;br /&gt;Se isso se tornasse um drama, eu teria subsídios sentimentais de experiências para tornar-me uma ilustre escritora, mas acabo por cair sempre em narrativas leves e quase sem graça nas quais os sentimentos duros como, raiva e decepção, são sempre remanejados, manipulados em algum tipo de resignação. Talvez essa inconstância da vida seja uma de suas maiores belezas, ou pode ser que tal conclusão não passe de um reflexo torto desse meu otimismo quase patológico e crônico.&lt;br /&gt;Mas é bom aceitar o que a vida fez conosco. Quantos punhados de sentimentos, uma frequência de confusões, uma infinidade de escolhas de caminhos mais difíceis, mentiras e medos, mas que, ao fim...ou melhor, agora... transforma-se aos poucos em um sentimento quase puro e tranquilo. Digestão de mágoas e quantas razões fingir, inconscientemente, entender e se não as encontrar, inventá-las?&lt;br /&gt;O negócio é que eu amo você...isso não muda...adapta-se.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-4807827820390025040?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/4807827820390025040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=4807827820390025040' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4807827820390025040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4807827820390025040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/12/claro-que-por-algum-tempo-eu-ainda.html' title='É o que percorre'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-6570044420246871872</id><published>2010-12-27T08:09:00.000-08:00</published><updated>2011-02-11T08:34:54.928-08:00</updated><title type='text'>Mais um...</title><content type='html'>Sua mãe me ligou, foi estranho. Lembra quando a gente namorou e ela nem sabia? Ela quis conversar comigo sobre essas coisas. Deu uma nostalgia quase...sei lá. Ela sente sua falta também. E disse que vai vir aqui qualquer dia visitar os pequenos.&lt;br /&gt;Por falar neles, o Douglas tem dia que só fala de você. Na véspera do Natal ele me pegou de conversa perguntando coisas sobre você. Disse: "Mãe, conta de novo como foi que você e o papai decidiram meu nome..." Você lembra? Ele adora essa história. Eu também gosto, de tudo o que passamos naquele tempo, essa é uma das lembranças que mais me soa verdadeira.&lt;br /&gt;Foi bom te ver, é bom saber que você vai passar uns dias mais próximo dos meninos. A Anna precisa te ver mais, sabe? Ela é muito bebê e tudo isso já acontecendo. A gente nao precisa fazer uma tempestade com a nossa situação, mas eu não quero que eles cresçam pensando que você os deixou. Porque eu sei que a verdade não é essa. Você deixou a mim, e eu entendo, mas sei que não pensa em deixa-los.&lt;br /&gt;Foi bom te ver. Eu acho que você finalmente tá crescendo e aprendendo um pouco de segurança e lealdade. Lembra o que eu te dizia quando a gente era bem mais novo? Você precisava se entregar em algum tipo de amor de verdade, que te perdesse o folego e o chão. Alguma coisa que te chacoalhasse e que te fizesse SENTIR. Só assim você aprenderia a ficar com alguem e viver algo verdadeiro, sentindo. Você não sentia, não se permitia, mas não era problema só seu. Era uma trava, uma falta de estímulo. E isso...só a vida (acaso ou destino) seria capaz de sanar. E eu acho que ela colocou este estímulo no seu caminho.&lt;br /&gt;Você tá bonito, tá com os olhos quase sinceros pelos quais eu me apaixonei mais de uma vez.&lt;br /&gt;Vem você e o Bruno almoçar na sexta, ok? Traz seus pais se quiser. Ta pura alegria aqui com a Bellinha e o Hugo. O Douglas e a Anna ficam muito felizes e agitados. A Anna é simplesmente apaixonada pelo Alê...ela até esquece que eu existo...só lembra quando tem fome... e mesmo assim ainda fica procurando por ele. Quase se desmancha de tanto rir. E o Douglas fica desenhando golfinhos com meu irmão...é fascinado pelo tio... e pelas coisas todas que ele gosta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até sexta então.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-6570044420246871872?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/6570044420246871872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=6570044420246871872' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/6570044420246871872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/6570044420246871872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/12/mais-um.html' title='Mais um...'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-1772130080552823420</id><published>2010-12-22T20:05:00.000-08:00</published><updated>2010-12-28T07:27:18.958-08:00</updated><title type='text'>E-mails sem dono vindos de um futuro que não se pode ver.</title><content type='html'>Oi.&lt;br /&gt;Olha, eu queria te dizer que a gente tá bem.&lt;br /&gt;Ontem minha mãe deu uma caixa de lápis aquareláveis pro Douglas e agora ele só brinca com isso o dia todo, fez umas pinturas lindas. Todas tem você, e você é sempre azul e verde. Deve significar algo pra ele.&lt;br /&gt;O dentinho da Anna tá nascendo, ela não sabe o que faz, esses dias quase morri de susto. Em um segundo que me distraí, ela tava levando o brinquedo da Quorra pra boca!!! Sorte que eu cheguei antes. Foi até engraçado...&lt;br /&gt;Por falar na Quorra, ela tá gigante! Tá quase perdendo o medo de bueiro e quase dá pra passear com ela civilizadamente na rua. A gente tem feito caminhada, depois te mando fotos.&lt;br /&gt;Eu quase não sinto saudade, às vezes, não dá tempo. Mas os pequenos sentem, e até minha mãe e minha avó. Você acredita que esses dias minha avó me disse: "a gente fica até mais feliz quando ele tá aqui, não é?" Eu ri muito lembrando de como as coisas eram quando éramos bem criança.&lt;br /&gt;Meu irmão me disse que esses dias você foi ver a Bellinha e o Hugo... ele me mandou fotos da tarde que você passou com eles. Eles estão enormes... e, como já era totalmente previsível...lindos! Eles vem pra cá agora no Natal. Mal posso esperar...estamos organizando tudo!&lt;br /&gt;Você acha que não dá pra você dar um jeito de vir? Falei com o Bruno, ele disse que anima muito, só teria que ver com você. Ele é um amor, cada vez mais vejo isso. É bom, sabe? Ver que faz sentido. Se ele fosse mais um daqueles ou daquelas idiotas, aahhh, eu ia ficar muito brava com você. Mas eu fico feliz.&lt;br /&gt;Eu acho que consegui te perdoar, acho que o segredo é daqueles bem clichês, tipo: olhar para frente, sabe? Olhar pra agora e pra frente; porque se eu for me basear pelo que foi lá atrás, é como jogar fora qualquer possibilidade da gente ter uma coisa legal. Eu olho pros pequenos, entende? Eles são a melhor coisa. Alegram tudo aqui...mamãe tá ótima aqui com eles! Isso vale qualquer "pena". Não sei se você entende. A mágoa se dissipa aos pouquinhos e qualquer dia nem vai doer mais.&lt;br /&gt;Como estão as coisas do apartamento? Você me fala se precisar de ajuda pra resolver, ta bom? Outro dia conversei com o Oliver e ele tá trabalhando numa imobiliária numa cidadezinha grudada com Londres. Às vezes ele podia te ajudar com algo. Você me fala, ok? Se bem que você sempre foi orgulhoso demais pra me pedir qualquer ajuda. Mas larga disso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembra do concurso que te disse? Passei! Primeiro lugar...faz tão bem pra mim isso. Claro, né! Mal que não ia fazer. Então...na primeira semana de janeiro tenho que ir conversar com a ministra, você acha que ainda lembra do quanto me conhece e consegue imaginar o quanto eu to ansiosa?&lt;br /&gt;Preciso dormir, daqui a pouco a Anna acorda, ela não dorme mais do que até as 5.&lt;br /&gt;Não esquece de me responder sobre o Natal, acho que ia ser bom!&lt;br /&gt;Ve se se cuida muito bem por aí.&lt;br /&gt;Um beijo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-1772130080552823420?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/1772130080552823420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=1772130080552823420' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1772130080552823420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1772130080552823420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/12/e-mails-sem-dono-vindos-de-um-futuro.html' title='E-mails sem dono vindos de um futuro que não se pode ver.'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-6668421940024133178</id><published>2010-11-27T10:12:00.000-08:00</published><updated>2010-11-29T09:50:21.204-08:00</updated><title type='text'>"Socorro!" Qual o problema com meus grifos?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/TPFNeEwKsFI/AAAAAAAAAXs/UssAovxsENQ/s1600/DSC_0701.JPG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 179px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/TPFNeEwKsFI/AAAAAAAAAXs/UssAovxsENQ/s320/DSC_0701.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5544297795336974418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-6668421940024133178?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/6668421940024133178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=6668421940024133178' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/6668421940024133178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/6668421940024133178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/11/hum.html' title='&quot;Socorro!&quot; Qual o problema com meus grifos?'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/TPFNeEwKsFI/AAAAAAAAAXs/UssAovxsENQ/s72-c/DSC_0701.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-2745822357417331110</id><published>2010-11-23T09:45:00.000-08:00</published><updated>2010-11-23T11:29:23.641-08:00</updated><title type='text'>"Intensamente..."</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/TOwTzDQzcXI/AAAAAAAAAXk/888YjXyv1sw/s1600/isa.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 314px; height: 317px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/TOwTzDQzcXI/AAAAAAAAAXk/888YjXyv1sw/s320/isa.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5542827009156280690" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/TOwTsLlDgmI/AAAAAAAAAXc/qIOvj-FwznA/s1600/isabel.JPG"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;span style=""&gt;Eu não pediria que tudo mudasse.&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Não?...Eu pediria!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Eu acho que não, que nem você pediria. Eu sei que você tem amor a tanto aqui.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Eu tenho, mas pediria que tudo mudasse pra que tudo isso a que tenho amor nunca saísse de perto de mim, que eu sempre alcançasse com os braços e pudesse sentir o calor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Se “tudo” mudasse assim, talvez eu pedisse também. Ou não...o nunca é exagero. Não sei bem se faria sentido tê-los sempre ao alcance dos braços e do calor se não estivessem satisfeitos. Olha só, tem gente que nasceu para ser passarinho, e não árvore.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Sinto-me árvore.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Sinto você árvore. E não sei o que me sinto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Você parece passarinho, e me soa tão precioso ter-te por perto, embora você saiba voar e pode estar em qualquer lugar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;É que o que para mim soa precioso; é saber ter árvore pra qual voltar sempre que sentir saudade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Só me prometa não voar a ponto de esquecer o caminho de volta. Nem todo o xilema e floema de todas as árvores de todas as florestas e matas e campos e jardins e calçadas e arbustinhos me manteriam de pé não fosse seu canto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Eu esqueceria qualquer caminho que não fosse este.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Deve ser amor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Certamente que sim.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Fica então explicito que...eu te amo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;E já não era?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;É...era. Era?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Espero que o fato de eu te amar já seja explicito o suficiente para que você saiba.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;É que...eu nunca antes havia ouvido isso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Eu te amo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;(um sumo feito água de mar escorre) Espera! Você pode repetir? Preciso testar uma teoria. Acredito plenamente que não ouvi com os meus ouvidos, mas com meu coração. Você repete?, vou ouvir de ouvidos tampados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Eu te amo. (um cochicho e um beijo na testa)"&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;a href="http://letras.terra.com.br/adriana-calcanhotto/43856/"&gt;http://letras.terra.com.br/adriana-calcanhotto/43856/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-2745822357417331110?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/2745822357417331110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=2745822357417331110' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/2745822357417331110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/2745822357417331110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/11/intensamente.html' title='&quot;Intensamente...&quot;'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/TOwTzDQzcXI/AAAAAAAAAXk/888YjXyv1sw/s72-c/isa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-2671224785779871074</id><published>2010-11-21T15:51:00.000-08:00</published><updated>2010-11-23T09:44:06.456-08:00</updated><title type='text'>12/05/2009</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/TOm6m8rq5JI/AAAAAAAAAXU/3Na30vfdFYg/s1600/DSC_0632.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 213px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/TOm6m8rq5JI/AAAAAAAAAXU/3Na30vfdFYg/s320/DSC_0632.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5542165994743194770" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;“- Nada menos de duas almas. Cada criatura humana traz duas almas consigo: uma que olha de dentro para fora, outra que olha de fora para dentro..."(Machado de Assis)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;E, enquanto eu observava cada pedacinho de mim que existe ali, o coração apertado que só ele, e a garganta e as beiradas dos olhos cerradas pra evitar que algo como um choro dali vazasse. Eu sorri, eu acho...ao menos por dentro, tenho certeza que sim.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Não é questão de olhar demais para trás ou mesmo de viver demasiadamente no passado, como dizem certos clichês. O fato é ser o passado, o passado presente, o antigo que é atual, que permenece do ontem, para hoje e para o futuro. O passado que é o que foi conquistado na vida, é o presente e, de repente...já é o que as pessoas chamam de passado. Eu sinto muito se for tão errado assim mas, eu realmente sou o passado, o passado presente, atual e futuro, e não vejo como pode ser possível amar o futuro...eu não seria capaz de amar o descinhecido, talvez por ignorância...amo o passado, e os sonhos com o futuro que nele eu tive. É no tal passado presente que baseamos nosso caráter, nossas prioridades, nossas experiências, medos, conquistas, sentimentos...nossa fé pra um futuro, que em algum tempo se torna outro passado, de sucesso(seja lá como cada pessoa interpreta essa palavra.).&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Pois amar o passado&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;e o presente não significa estagnar-se, pelo contrário, significa basear-se, viver, sonhar, aprender e respeitar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Há um certo tempo(um tempo para cada um, alguns aos 40, outros aos 60, outros aos 15, 20, 45, 80, 90...17) em que nos cansamos de desperdiçar oportunidades sem ao menos tentar, é quando a gente aprende a ter fé e sabe, realmente, por mais clichê que pareça, que se não tentarmos, não há como conseguir. E, o medo existe...pois a cada novo segundo, trocamos o certo(presente/passado) pelo duvidoso(futuro)...a cada segundo, cada escolha, cada caminho que não é um outro, cada olhar que é bem recebido e bem respondido, ou não, Cada segundo é um novo segundo e não há como evitá-los...apenas há como desperciça-los, mas...que não o façamos... Que o amor nao deixe de ser um coração desenhado à lápis num papel vermelho, mas que também não deixe de conter dedicação, entrega, renúncia, conexão, sofrimento, tolerância e honestidade. Que a fé seja forte e duradoura...por mais atacada que sempre seja. Que conhecimento não seja adquirido apenas com fins monetários, que se vá além. A vida não vai ser perfeita... mesmo que a gente faça tudo dentro dos limites, dentro das leis, regras, e da moral dos bons costumes... não. Mas se viver for por amor, e há de ser... os momentos serão como vidas eternamente maravilhosas. E ponto...na verdade, três pontos...pois a gente segue...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-2671224785779871074?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/2671224785779871074/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=2671224785779871074' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/2671224785779871074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/2671224785779871074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/11/12052009.html' title='12/05/2009'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/TOm6m8rq5JI/AAAAAAAAAXU/3Na30vfdFYg/s72-c/DSC_0632.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-2893982188228661665</id><published>2010-11-15T05:19:00.000-08:00</published><updated>2010-11-17T12:15:33.772-08:00</updated><title type='text'>Dicionariando a vida...</title><content type='html'>&lt;p id="significado"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="significado"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Per. ce. ber&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="significado"&gt;v.t. Apreender pelos sentidos, pela mente; formar idéia de; notar.&lt;br /&gt;Compreender bem; atinar com.&lt;br /&gt;Receber (honorários, vantagens pecuniárias).&lt;/p&gt;&lt;p id="significado"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;en.ten.&lt;u&gt;der&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;u&gt;transitivo&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;ser completamente &lt;a href="http://pt.wiktionary.org/wiki/familiar" title="familiar"&gt;familiar&lt;/a&gt; com algo; &lt;a href="http://pt.wiktionary.org/w/index.php?title=compreender_claramente_a_natureza&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="compreender claramente a natureza (página não existe)"&gt;compreender claramente a natureza&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wiktionary.org/wiki/sutileza" title="sutileza"&gt;sutilezas&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://pt.wiktionary.org/wiki/car%C3%A1ter" title="caráter"&gt;caráter&lt;/a&gt; de algo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;intransitivo&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wiktionary.org/wiki/perceber" title="perceber"&gt;perceber&lt;/a&gt; o que se quis dizer; assimilar a &lt;a href="http://pt.wiktionary.org/wiki/informa%C3%A7%C3%A3o" title="informação"&gt;informação&lt;/a&gt; que foi passada; &lt;a href="http://pt.wiktionary.org/w/index.php?title=Alcan%C3%A7ar_o_sentido,_a_id%C3%A9ia_de&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Alcançar o sentido, a idéia de (página não existe)"&gt;Alcançar o sentido, a idéia de&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;pronominal&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wiktionary.org/wiki/compreender" title="compreender"&gt;compreender&lt;/a&gt;-se, &lt;a href="http://pt.wiktionary.org/wiki/chegar" title="chegar"&gt;chegar&lt;/a&gt; a um &lt;a href="http://pt.wiktionary.org/wiki/acordo" title="acordo"&gt;acordo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wiktionary.org/w/index.php?title=Ouvir&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Ouvir (página não existe)"&gt;Ouvir&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wiktionary.org/w/index.php?title=Perceber&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Perceber (página não existe)"&gt;Perceber&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p id="significado"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;sen.&lt;u&gt;tir&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wiktionary.org/wiki/perceber" title="perceber"&gt;perceber&lt;/a&gt; por qualquer dos &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://pt.wiktionary.org/wiki/sentido" title="sentido"&gt;sentidos&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wiktionary.org/wiki/ter" title="ter"&gt;ter&lt;/a&gt; a &lt;a href="http://pt.wiktionary.org/wiki/impress%C3%A3o" title="impressão"&gt;impressão&lt;/a&gt; de algo&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;vi.&lt;u&gt;ver&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;a href="http://pt.wiktionary.org/wiki/ter" title="ter"&gt;ter&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wiktionary.org/wiki/vida" title="vida"&gt;vida&lt;/a&gt;; &lt;a href="http://pt.wiktionary.org/wiki/existir" title="existir"&gt;existir&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;One of this days, I smoke a cigarret, I drank a lot of tekila and I felt stupid.&lt;br /&gt;With so many things, ways and feelings to feel, I only felt stupid and sick of my stomach.&lt;br /&gt;I could see myself acting horny and desperate to escape, to run off of myself, but my"self" was begging to try to understand what is all this for.&lt;br /&gt;'I was born to try...'&lt;br /&gt;I was born to&lt;span style="font-style: italic;"&gt; feel&lt;/span&gt;...to &lt;span style="font-style: italic;"&gt;realize&lt;/span&gt;, to try to &lt;span style="font-style: italic;"&gt;understand.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;What are we born for?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p id="significado"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="significado"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Snxp714RMao&amp;amp;feature=related"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=Snxp714RMao&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="significado"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-2893982188228661665?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/2893982188228661665/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=2893982188228661665' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/2893982188228661665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/2893982188228661665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/11/dicionariando-vida.html' title='Dicionariando a vida...'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-1481881488258306149</id><published>2010-11-10T13:02:00.000-08:00</published><updated>2010-11-10T16:40:26.385-08:00</updated><title type='text'>"cuidado com o que deseja..."/ alívio/ e a relatividade das ''coisas''.</title><content type='html'>Ia-se formando uma tempestade e eu, observava pela janela já me preparando pra me assustar a cada estrondo de luz. Pedindo, silenciosamente, que o céu parasse de se fechar.&lt;br /&gt;De repente, antes de qualquer gota, de qualquer trovão ou relâmpago que fosse vejo, bem no meio da janela, um arco-íris. Senti que 'alguém' pudesse ter ouvido meus pedidos silenciosos.&lt;br /&gt;Eu sinto medo do que pode vir do céu desde pequena. Meteoros, principalmente. Isso deveria estar entre parênteses, porque, sim...é apenas um parênteses, para que eu siga expondo outros dos meus medos antigos que me levarão (assim espero) à uma conclusão deste texto.&lt;br /&gt;Dor... sempre senti muito medo de sentir dor também...apesar disso, eu tinha roxos nas pernas constante e frequentemente... Meu ponto de vista de dor incluía sangue, eu acho. Ou perder do meu irmão e da minha mãe no calçadão do centro de Franca. Ah, claro! Isto me lembra mais um medo ... o medo de ficar sozinha... este permanece a me assustar às vezes. E solidão me lembra escuro, escuro me lembra medo.&lt;br /&gt;Amar não me botava medo... amar era desenhar um coração vermelho torto num sulfite rosa e dar pra minha mãe/pai/irmão/vô/vó/tia/tio/&lt;span id="result_box" class="short_text" lang="fr"&gt;&lt;span style="" title=""&gt;et d'autres plus(etc).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Eu não sabia que sentia saudade por conta do amor, não sabia que doía em mim quando meu irmão machucava por conta do amor. Eu não sabia que... se não fosse o amor, não iria doer... não sabia que se não fosse esse negócio de amor, eu não estaria nem viva.&lt;br /&gt;Ter aprendido isso me recorda que o meu medo de aprender... este vinha acompanhado de crescer... e crescer assusta(va).&lt;br /&gt;Eu tinha medo de sumir...de esquecer quem eu sou. E mais ainda de que esquecessem quem eu sou. Tinha medo de vomitar e a minha garganta sair junto. Medo de distância, de aranha, de fogo e de álcool, de mudar. E de velocidade. Acho que o único medo clichê que nunca tive é de altura...Altura me fascina.&lt;br /&gt;E  fim, algo que me bota muito medo são os fins. Quando meu avô morreu, e eu descobri que a vida, como eu conhecia, acaba. E acabar acabou se tornando a pior palavra do mundo para mim. Fim de tarde me matava...quando meus primos/amigos/vizinhos iam embora da minha casa e era hora de tomar banho e ajeitar pra dormir. Ahhh, dormir... dormir me assustava horrores...dormir implicava em escuro, silêncio e probabilidade de pesadelos... Ouch.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora....assistir Transformers parece mais tentador do que acabar esse post... computador torrando minhas coxas...&lt;br /&gt;Boa noite.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-1481881488258306149?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/1481881488258306149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=1481881488258306149' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1481881488258306149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1481881488258306149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/11/cuidado-com-o-que-deseja-alivio-e.html' title='&quot;cuidado com o que deseja...&quot;/ alívio/ e a relatividade das &apos;&apos;coisas&apos;&apos;.'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-6461455937096872074</id><published>2010-11-03T11:49:00.000-07:00</published><updated>2010-11-03T12:10:37.205-07:00</updated><title type='text'>...a mistura que ficou daquilo que não ficou muito mais...</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;    &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Ela discorria sobre a felicidade, a qualidade de vida, o poder do "in e do out". Ela sorria, deixando transparecer que, apesar de saber os caminhos e necessidades de seus sentimentos, não sabia como controla-los. E, que bom! Pois, se soubesse, penso que seria tão pouco humana. Evitar o excesso de sofrimento deve ser possível, evitar mergulhar de uma vez por todas em dor e deixar-se para trás deve, sim, ser possível. Mas, evitar sempre todo e qualquer tipo de medo, dor, decepção e problema, não me soa possível. Discutíamos sobre as felicidades consumíveis, a possibilidade de controlar através de drogas (entre lícitas e ilícitas) o que se fosse sentir. Mas, acho que seria mais o fato de evitar sentir qualquer coisa do que controlar o que sentir. Alienar-se da dor, e de todo e qualquer sentimento. Anestesiar-se da vida. Não sei se funciona bem. E, esse funcionar bem sobre o qual reflito diz respeito à qualidade de vida. Não penso que seja possível teorizar, ou pelo menos sei que não é possível que eu teorize uma generalização sobre isso, devido à variedade de necessidades e de processamento individual e meu pouquíssimo conhecimento. Para mim, a alienação não daria bons resultados, não me daria uma boa qualidade de vida, eu não veria a vida. Porém, essa mesma alienação pode ter significados diferentes pra muitas outras pessoas. Viver em uma realidade própria, "fora" da realidade comum poderia funcionar bem para alguém, criar um paralelo feliz. No entanto, ainda não entendo se esse paralelo seria o suficiente para uma vida bem vivida. Por saber que não funcionaria para mim, penso também que não funcionaria para outra pessoa. Michael Jackson, por exemplo. Ele dizia em entrevistas que Michael era um nome fictício, e que na verdade ele era Peter, Peter Pan. Criou para si uma realidade alternativa onde ele poderia ser Peter Pan ou quem quisesse, poderia ser uma eterna criança. Mas na verdade (e qual verdade é essa?) não podia, mergulhava cada dia mais em uma "loucura" (estereótipo?), destacava-se dos demais e, poderia até machucá-los, "enlouquecê-los" também. Um fugir do sofrimento que causa sofrimento. Somos complicados demais, quando poderíamos simplificar. A realidade, mesmo que a mais dura e sofrida, nunca é uma só por completo, nunca é inteiramente dura ou inteiramente sofrida, como as realidades felizes, nunca são felizes por completo, nem com a dose mais forte de Prozac, assim penso. Somos misturas, misturas de sabores, cores, dores (e eles nem precisariam rimar), alegrias e amores. E, por isso deve ser tão complicado. Saber misturar e segregar ao mesmo tempo. Encontrar um lugar para cada segmento de nossa mistura, ou deixar que tudo se homogeneíze, não sei qual melhor. Enquanto divagava, acho que perdi parte do que ela dizia, quando voltei, ela falava sobre sapatos e sexo. Dizia que, assim como podemos nos viciar em benzodiazepínicos, maconha, crakc... podemos também nos viciar em comprar sapatos e fazer sexo. Falava de uns tais "prazeres consumíveis" que, quando não consideramos todas as partes de nossa mistura, sobrepõem-se como se fossem as únicas coisas que nos pode alegrar e, como queremos estar alegres sempre, nessa busca de uma felicidade obrigatória, apoiamo-nos neles e, só neles. Nas coisas que podem ser consideradas prazeres de fácil acesso. E, como dizer que isso não é fugir?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;E, fugir às vezes pode ser adaptar-se. Adaptar-se ao fato de que não há lugar para algumas de suas idéias e vontades e sentimentos e, talvez só você mesmo às entenda, ou nem mesmo você. Por vezes, porque em outras, quem sabe alguém não se encontre em uma forma que faça parte e deixe que você faça parte dela.&lt;/span&gt; Moldar emoções, controlar impulsos, "caber" no lugar destinado a você, encaixar-se, quando se é peça em constante mudança, crescimento, moldagem, e todas as outras peças também.O medo sempre vai fazer parte, devido às incertezas, sempre em quantidades tão maiores do que as certezas, e não que isso seja ruim por completo, mas essas incertezas nos estimulam (ou não) a buscar segurança e, tanto elas quanto o medo que causam podem ser mecanismos de proteção. Pra qualquer tipo de pessoa. Mas, não pode ser tão difícil assim viver. Cuidar da vida. A gente vê gente que "do nada" constrói um tudo. Só que esse nada já era um tudo, só esperando pra ser usado, esperando força, dedicação, sei lá...amor, impulso, estímulo e vontade pra ser construído e vivido...compartilhado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;&lt;span&gt;E, quando o nada for, ou parecer, nada mesmo, onde fica o ponto pro tudo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt; ...o que eu ouvi hoje -"tem que ter muita força de Deus"-  me remeteu, entre outras coisas(tantas) a esse post.&lt;br /&gt;É incrível, estupidamente incrível o que a gente percebe se parar pra viver observando a vida em volta e os olhares das pessoas, e o que elas dizem, o que querem dizer, o que elas precisam com calma. O olhar, por mais clichê que seja falar dele(se chegou a ser clichê, há de fazer algum sentido. Pra mim, faz.) é a porta de saída pro que talvez a gente mais queira esconder, e a porta de entrada pra "fisgar" um coração, e este "fisgar" o coração não é necessariamente o desejo de um relacionamento tipo "dar uns pegas", namorar, casar e viver feliz pra sempre, não...não só isso...por isso também...Mas, o coração é fisgado pelo olhar do molequinho na rodoviária sendo esculhambado a gritos e xingamentos por ter deixado a chupeta da irmã cair; é fisgado, na mesma rodoviária, pelo olhar do senhor caído no chão, caído de bêbado e, por isso, o guarda se sentiu no direito de julgar que ele não precisava de ajuda pra levantar, mas sim de uns cutucões com o pé pra ver se tava vivo ou "quá".; é fisgado ainda pelo que não caiu, pelo que já deitou pra prevenir a queda, pra "desistir da vida que já não tem rumo"(não é o que eu penso, é o que ouvi).; o coração é fisgado e machucado pelo olhar quase escondido pela lágrima e pelo grito de uma mãe a ver a filha "indo embora pra sempre", a força acaba, esvai-se toda e já não sentimos que valemos nem um nada, e precisa, desesperada e pulsantemente de algo pra "hold on"; o coração é fisgado e tentado e rasgado pela vontade de fazer entender que o desespero, a agonia, o fim não precisam ser assim, motivo de tanto sofrimento, de tanta "dispnéia". Mas é por saber que quando em desespero e agonia, não se quer entender nada, que se danem as filosofias e as viagens de quem acha que sabe alguma coisa, de quem acha que entende a alteridade, e o que se passa com o outro, o que se quer é que aquilo passe, e que o "caminho certo" surja de repente, como que por mágica, que o coração se rasga e é fisgado ainda mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que sofrer não dói tanto quanto não saber "salvar" alguém do sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, "tem que ter muita força de Deus"...pra acreditar que, por mais que tudoo consiga dar errado, por mais que cada passo pareça um fim, pareça um desespero, que o próximo vai ser diferente, vai ter recheio de gosto bom de abraço e sorriso no rosto, e nos olhos. E acreditar que estes últimos estão tão acima dos primeiros, dos erros e medos e fins. E a gente acredita, pra não enlouquecer, mas, mesmo se enlouquecer, acredita, às vezes até mais do que antes de admitir que enlouqueceu.&lt;br /&gt;Essa força, que não difícil de encontrar, que, fica em ter por perto alguém a quem se tem amor, fica no sorriso inesperado, fica no deixar-se encantar pelos sons e cores e gostos e o que a gente sente da vida, deixando o apesar dos sons de dor, das cores sem cor, dos gostos de nó na garganta pra ser resolvido pelos sons de histórias boas de música ou mesmo de uma respiração, pelas cores de um olhar amado, o gosto de comida de avó, e o calor de um abraço. Ah, se tudo se resolvesse com um abraço. É que parece que, por meio segundo que seja, resolve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem melodrama...(ou com).&lt;br /&gt;Boa noite! Favor nunca se esquecer da fragilidade de si, das pessoas, da vida. Favor também, em contraponto, não se tornar neurótico e bitolado, e não desenvolver pânico... só ter noção de cuidado, e usá-la, é o que eu pediria. Meio que tipo "Filtro Solar", mas um pouco mais prático. É sério, somos frágeis, independente da idade e das horas de academia. Por favor, cuidado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p style="color: rgb(51, 204, 0); font-style: italic;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Deixa então estar,&lt;br /&gt;Que já não quero ver, já não quero sentir&lt;br /&gt;Deixa estar, que já não quero amar&lt;br /&gt;Já não quero amor.&lt;br /&gt;Quero sim, e preciso, não posso mentir.&lt;br /&gt;Só não me entregue nada&lt;br /&gt;Que eu não possa cuidar&lt;br /&gt;Que, depois de tanto&lt;br /&gt;Já não quero estar calada,&lt;br /&gt;mas já não quero falar.&lt;br /&gt;Eu sei que quero ir&lt;br /&gt;Mas ficar eu também quero&lt;br /&gt;E, já de costume, eu espero&lt;br /&gt;(por mais clichê que seja essa rima)&lt;br /&gt;Mudo meu som, meu tom&lt;br /&gt;Mudo tudo e não encontro meu dom&lt;br /&gt;E, de tanto mudar, fica tudo mudo.&lt;br /&gt;E grita.&lt;br /&gt;Grita que irrita.&lt;br /&gt;Grita tanto que ensurdeço&lt;br /&gt;Mas não me esqueço,&lt;br /&gt;Escureço.&lt;br /&gt;Mas, quando encontro o som,&lt;br /&gt;E a cor, linda, ainda escura.&lt;br /&gt;E a cura?&lt;br /&gt;Não dura, esvai...&lt;br /&gt;E o mundo complica&lt;br /&gt;Assusta quem fica,&lt;br /&gt;Apavora quem vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu ainda não entendo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(51, 204, 0); font-style: italic;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(51, 204, 0); font-style: italic;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(51, 204, 0); font-style: italic;" class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(102, 51, 255);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=""&gt;Hoje eu queria saber um pouco mais, prever um pouco mais. Eu deixaria toda essa "auto-ajuda" que só parece que me atrapalha e, eu perderia meus limites, desejaria o que meu bom senso sabe que não seria atendido, e desejaria também o que a minha moralidade exagerada acharia fora do padrão, mas seria por isso, e por estar cansada de querer estar certa, que eu desejaria ainda mais forte. Hoje eu desejaria além, desejaria um amor de novela das seis, daqueles, aparentemente, todo cheios de pudor mas, só aparentemente, por mais que eu soubesse que, como uma novela, ele também ia acabar um dia desses, hoje eu desejaria por um, pra contrariar o meu pensamento que ainda acha perda de tempo pensar nisso. Hoje eu ia querer perder tempo com um amor de novela pra mim, ao invés de perdê-lo a imaginar os meus caminhos. Hoje eu queria "um beijo de cinema americano, fechar os olhos e fugir do perigo..." e, só hoje, eu não me deixaria sentir idiota por isso. Sei que estou atrasada, como sempre estive, sempre fui. Mas, acho que no fim das contas eu chego no horário. Hoje eu não queria amarras, eu não queria meus limites, que eu mesma me impus quando interiorizei os "certo e errado" que aprendi, os que me ensinaram e os que eu simplesmente observei. Hoje eu queria ir ver o meu irmão, e voltar na terça feira, e voltar pra realidade. Hoje eu queria meus 14 anos pra sempre. E olha que só 4 me separam deles. Hoje eu queria cantar e dançar "O tempo passa, o tempo voa e a poupança Bameirindus continua numa boa" com o meu avô, e fazer com ele o filme que ele me disse que a gente faria um dia. Hoje eu queria saciar todas as saudades que eu tenho, e as vontades, e os sonhos e desejos, e ter todas as forças pra consertar e estampar todos os rostos com sorriso de coração. Hoje eu queria um pouco mais de poder, de transformação. Queria menos melodrama e mais coragem. Hoje, eu ainda amo tanto tudo o que amo, e não troco nem pela possibilidade de ser mimada pela vida.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Nessa terça feira minha bisavó completou 98 anos Desde que ela fez 80, eu sempre fui aos aniversários dela. Esse não.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;5 filhos, um que foi embora cedo demais, 10 netos, 14 bisnetos, e ela lembra a data de nascimento de todos. E lembra de tanta coisa, de tanta vida, de tanta história, de tanto amor, dor, cor, flor. Ela é tão linda! Parabéns, Vó Maria! Toda a Graça de toda a vida e toda saúde.&lt;/i&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-6461455937096872074?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/6461455937096872074/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=6461455937096872074' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/6461455937096872074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/6461455937096872074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/11/ficou-daquilo-que-nao-ficou-muito-mais.html' title='...a mistura que ficou daquilo que não ficou muito mais...'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-491746442249755896</id><published>2010-10-31T14:49:00.000-07:00</published><updated>2010-11-04T11:38:59.190-07:00</updated><title type='text'>Anulado Ideológicamente.</title><content type='html'>Reconstrução castelo de cartas de baralho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o mesmo baralho. São sempre as mesmas cartas, elas permanecem com as características de fábrica e, cada dia ganham novas marcas.&lt;br /&gt;A noite sempre tem um ventinho mais forte, que derruba o castelo de cartas de baralho, e este começa a se reconstruir. É o mesmo baralho, são as mesmas cartas, mas foram bagunçadas pelo vento e na reconstrução, há uma reorganização. Elas mudam de lugar.&lt;br /&gt;É sempre o mesmo baralho, as mesmas cartas...mas as marcas se renovam a cada dia/noite. A cada construção e reconstrução.&lt;br /&gt;É durante todo o dia que construo o castelo, leva o dia todo, e parte da noite. Às vezes, coloco cartas que caem, então, encontro um outro lugar para encaixa-la. Quando acaba o tempo e me deito para dormir, a construção se diz completa, e o vento começa a desconstruir. Quando amanhece, encontro as cartas embaralhadas, com novas marcas de ontem, e me coloco a reconstruir. A me reconstruir.&lt;br /&gt;Sou cada carta, e sou todo um baralho, marcado pela construção e reconstrução contínua; constante. E de tudo isso, sou inconstância. Praticamente desprovida de praticidade e exageradamente munida de ideologia. Sinto muito, não como pesar. Simplesmente sinto, e sinto muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;''o que você vai fazer depois?'' Pergunta...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que é que eu vou fazer depois? Quando e como é depois?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-O que ela vai fazer agora, e depois?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...Que faça bem; bem feito; que queira o bem; que se importe...&lt;br /&gt;...Seja lá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.youtube.com/watch?v=eGcdg7JpHow&amp;amp;feature=channel&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-491746442249755896?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/491746442249755896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=491746442249755896' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/491746442249755896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/491746442249755896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/10/anulado-ideologicamente.html' title='Anulado Ideológicamente.'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-76734822720510994</id><published>2010-10-24T13:28:00.000-07:00</published><updated>2010-10-25T12:23:34.027-07:00</updated><title type='text'>Quanto tempo mesmo tem numa vida?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/TMUG6gF5K1I/AAAAAAAAAWk/YWRcauopdGg/s1600/DSC_9266.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 213px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/TMUG6gF5K1I/AAAAAAAAAWk/YWRcauopdGg/s320/DSC_9266.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5531835319411354450" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi a simplicidade. Hoje, acho que foi ela quem me inspirou.&lt;br /&gt;Talvez essa minha dúvida, essa pergunta eterna e pulsante, seja apenas uma fuga. Uma forma de me evitar de reconhecer que muito provavelmente não haja resposta. E que pode ser que não precise de uma.&lt;br /&gt;Como de costume, a soma mal feita de minhas sinapses resulta em conclusões estranhas, as quais não me contenho em não compartilhar. Coloco pontos nos meus textos com uma frequência absurda. Vê? Pode ser que seja gramaticalmente um tanto errado, mas usufruo da tal licença poética e extravaso nos pontos...já que os fins daqui são absolutamente maleáveis. E, se causarem algum transtorno, será só a mim e, graças, este meu lápis tem uma borrachinha na parte de trás.&lt;br /&gt;Por que não dar importância ao que é um tanto quanto óbvio às vezes? Transformá-lo em algo além, e aproveitar esse tempo indefinido que há em uma vida. E se a vida mesmo for um mês? Se for uma semana? Um abraço? Uma música, um beijo? Um ou dois sorrisos no jornal, uma vitória? Uma viagem? Um capítulo de novela? Uma conversa, uma paz, um joelho para usar de travesseiro, ou um ombro? Um sorriso no telefone, uma voz? Um olhar? Uma fotografia? Uma brincadeira doida com a cachorrinha? Ver a maritaca conversar com a chuva como se fosse a primeira vez que chovesse depois de uns 20 anos? Um sentimento? Um medo? Uma partida estranha de Sinuka em boa companhia? Se for um aniversário, uma festa, uma balada? Um gole quase arrependido de Tequila? Partir? Uma sessão de cinema, uma pizza, um ônibus? Ver 8 ou 6 dedos onde, materialmente, há 4? Um sonho maluco (não...maluco não...preciso de um adjetivo que se encaixe melhor)? Uma aula de inglês, um caminhão de madeira? Uma estrada? Uma escolha, uma pausa? Um nariz vermelho? Um domingo, uma bolha, um punhado de dente à mostra? ou não?. Se for uma saudade? Uma presença? Uma aula, uma festa junina? Um fim de semana com os pestinhas? Uns dias na Bahia? Uma ilha mágica? Uma torta de maçã? Uma coragem?...E se for Chegar?... E se for só tudo isso e mais tanto que não escrevo aqui? Eu só sei que é muito... e esse muito pode ser independente do tempo.&lt;br /&gt;E se toda maldade e toda chatice e todo erro vem de alguma fraqueza? E a gente condena e detesta sem dar a importância ao óbvio, que a gente tem um punhado delas também? E, além disso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa noite (semponto)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-76734822720510994?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/76734822720510994/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=76734822720510994' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/76734822720510994'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/76734822720510994'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/10/quanto-tempo-mesmo-tem-numa-vida.html' title='Quanto tempo mesmo tem numa vida?'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/TMUG6gF5K1I/AAAAAAAAAWk/YWRcauopdGg/s72-c/DSC_9266.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-4538377706290304627</id><published>2010-10-19T05:58:00.000-07:00</published><updated>2010-10-19T06:14:42.045-07:00</updated><title type='text'>Desassossego, liquidificador, tonteira, sem foco, desabafo...</title><content type='html'>Eu ficaria tão agradecida se alguem me desse a formula da concentração. De repente, ou talvez, desde sempre, sinto uma urgência, uma ansiedade de viver digerindo os minutos como se estes se esgotassem sem mais, sem tempo para pouco, sem paciência para a lentidão de um foco. Enquanto sentada tentando estudar geografia, não encontro sossego. Cada palavra, cada característica, seja física, demográfica, o que for, já me coloca a imaginar o lugar, e fico a viver o devir de estar em todos. Dançar um tango argentino, depois copiar Che Guevara ao redor da America Latina, depois desiludir-me com Cuba, assimilar a complexibilidade da África (o continente todo), entender o charme francês da Suíça...e por aí vai(vou).&lt;br /&gt;Sinto os olhos meio marejados e percebo que há em mim uma alegria pouco decifrável, uma quantidade de vida, uma sensação de tempo muito bem aproveitado, e um bocado de imagens. Imagens que eu pensava que apenas imaginaria ou veria, mas imagens que eu pude viver e sentir. Talvez meu desassossego venha daí...ter aprendido a viver tanto, a aprender tanto e sentir cada segundo.&lt;br /&gt;Um súbito de exitação me faz pensar, para que tanto anseio em escrever uma música, em sair tocando violino "por las calles", em aprender a pintar para sentar em frente à Sagrada Família ou a Notre Dame e colocá-las num papel. Para que este anseio estúpido de conversar sobre a Dilma, o Serra, de lamentar a falta de Marina, de sonhar comigo lá onde eles estão? Para que preencer as linhas das costas da folha na qual escrevi fórmulas de física, cinemática e dinâmica, para escrever meus desassossegos tontos? Se o que eu preciso agora é de uma vaga na Universidade e tais anseios tontos não me la podem dar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concentração, Marianna... concentração...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-4538377706290304627?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/4538377706290304627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=4538377706290304627' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4538377706290304627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4538377706290304627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/10/desassossego-liquidificador-tonteira.html' title='Desassossego, liquidificador, tonteira, sem foco, desabafo...'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-5142704186581279010</id><published>2010-10-16T13:36:00.000-07:00</published><updated>2010-10-16T14:19:07.845-07:00</updated><title type='text'>Parece mentira.</title><content type='html'>"fundamental é mesmo o amor; é impossível ser feliz sozinho..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente já nao importa mais mesmo o que já foi. A ferida que nao se fecha, parece curada a cada abraço, carinho, olhar e sorriso. Nada mais dói, nada parece fora do lugar. Até que, por peripécia vem o medo. Medo de perder, medo estúpido. Se colocar em miudos, os erros mais estúpidos que já cometi foram por conta de medo.&lt;br /&gt;A confiança evita tanta fadiga, tanta confusão, mas é tão volúvel por muitas vezes, deixa-se ser mais fraca do que alguns medos e acaba por revelar uma fraqueza babaca, que, como em um ciclo, exerce extremamente bem o papel de destroçar ainda mais essa confiança. Às vezes me parece inacreditável que a vida seja tão "medida", os ensinamentos tão regradamente destribuidos por esta vida, nos fazendo entender o outro, meio que trocando papéis.&lt;br /&gt;Talvez seja melhor continuar medrosa, prudente, sincera demais, meio "boring". Talvez seja melhor deizar que me vejam de cima mesmo. Sempre foi muito melhor do que esta sensação ridicula de fingir. Essa sensação ridiculamente dolorosa de decepcionar e, por consequência, machucar alguém que se ama. Tanto.&lt;br /&gt;Volte, nao tenha medo de voltar quase igual. Igual não me soa possível, mas quase é quase a mesma coisa. Quase não dói, quase faz sentido. Eu quase pude passar 20 anos aprendendo com experiências dos outros, mas o alheio, a certo ponto torna-se Quase suficiente, e não basta. Bastava, bastou. E, de repente, falta.&lt;br /&gt;Volta, volte sem medo! Seja! Amoleça de novo se é assim que sabe ser feliz. Mas amoleça firme, de cabeça erguida e olhos certos. De coração tranquilo e algum fiapo de certeza.&lt;br /&gt;François de algum sobrenome dificil disse que "ninguém deve ser elogiado por sua bondade quando não tem força para ser mau". Concordo, mas não consigo deixar de expressar uma opinião. Penso também que ninguém deve buscar essa força para ser mau se nao tem vontade, se não encontra motivo, razão, necessidade. Se é que pode existir. Não é porque talvez se encontre tal força que se vá merecer elogio. Viver de verdade, sentir a vida e a alegria da confiança e do amor nos olhos de quem se ama vale muito mais do que qualquer outra força, do que qualquer elogio. Sentir a vida vale muito mais do que tentar domá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;See you soon- Coldplay&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;So you lost your trust,&lt;br /&gt; And you never should have, you never should have,&lt;br /&gt; But don't break your back,&lt;br /&gt; If you ever see this,&lt;br /&gt; Don't answer that.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;In a bullet proof vest,&lt;br /&gt; With the windows all closed,&lt;br /&gt; I'll be doing my best,&lt;br /&gt; I'll see you soon,&lt;br /&gt; In a telescope lens,&lt;br /&gt; And when all you want is friends,&lt;br /&gt; I'll see you soon.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;So they came for you,&lt;br /&gt; They came snapping at your heels,&lt;br /&gt; They come snapping at you heels,&lt;br /&gt; But don't break your back,&lt;br /&gt; If you ever see this,&lt;br /&gt; Don't answer that.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;In a bullet proof vest,&lt;br /&gt; With the windows all closed,&lt;br /&gt; I'll be doing my best,&lt;br /&gt; I'll see you soon,&lt;br /&gt; In a telescope lens,&lt;br /&gt; And when all you want is friends,&lt;br /&gt; I'll see you soon,&lt;br /&gt; I'll see you soon.&lt;/p&gt; And oh you lost your trust,&lt;br /&gt; And oh you lost your trust,&lt;br /&gt; And oh don't lose your trust,&lt;br /&gt; And oh you lost your trust.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-5142704186581279010?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/5142704186581279010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=5142704186581279010' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/5142704186581279010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/5142704186581279010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/10/parece-mentira.html' title='Parece mentira.'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-7597630189167131285</id><published>2010-10-13T10:04:00.000-07:00</published><updated>2010-10-13T10:24:15.276-07:00</updated><title type='text'>...Llegué!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/TLXnZMDkznI/AAAAAAAAAWA/hLEnAoIwYe4/s1600/OgAAALtqt7OHag_GWwcY_g-i74Qv2dHpXHLWracjuAhIj0c1PYTSrZ0zSJDtypqQsmBNTJjVR6zr_gOfT8HiONgdLEYAm1T1UDT6dKFc7RPyeYk_TudvVsrb6Fc8.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/TLXnZMDkznI/AAAAAAAAAWA/hLEnAoIwYe4/s320/OgAAALtqt7OHag_GWwcY_g-i74Qv2dHpXHLWracjuAhIj0c1PYTSrZ0zSJDtypqQsmBNTJjVR6zr_gOfT8HiONgdLEYAm1T1UDT6dKFc7RPyeYk_TudvVsrb6Fc8.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5527578537586118258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por seis dias eu inventei motivos para não desfazer a mala, mas nao estava certo. Era ainda como se a viagem de avião estivesse a durar uma semana. UMA SEMANA??? O tempo que faz que cheguei, e só hoje arrumei as coisas, arrumei minha cabeça. Só ontem pude sentar e assistir novela com a minha mãe, e este foi o desfragmentador perfeito que precisava.&lt;br /&gt; Não consigo, y tampouco acho válido, tentar descrever o quanto estes dias do mês de setembro e comecinho de outubro foram ricos, lindos, repletos de sonho que não era sonho. Seguro meus dedos, e paro por aqui. Foram isto, ponto. &lt;span style="font-size:130%;"&gt;Mentira&lt;/span&gt;... creio que não há "Isto" ou "ponto" algum que os defina. Mas paro mesmo assim.&lt;br /&gt;Termino por aqui deixando claro que é maravilhoso estar de volta, que cabe tanto mais em meu pensamento agora, e além de caber, anseio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito obrigada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-7597630189167131285?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/7597630189167131285/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=7597630189167131285' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7597630189167131285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7597630189167131285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/10/llegue.html' title='...Llegué!'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/TLXnZMDkznI/AAAAAAAAAWA/hLEnAoIwYe4/s72-c/OgAAALtqt7OHag_GWwcY_g-i74Qv2dHpXHLWracjuAhIj0c1PYTSrZ0zSJDtypqQsmBNTJjVR6zr_gOfT8HiONgdLEYAm1T1UDT6dKFc7RPyeYk_TudvVsrb6Fc8.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-507126541471388705</id><published>2010-10-09T22:10:00.000-07:00</published><updated>2010-10-10T05:35:02.487-07:00</updated><title type='text'>La continuación...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/TLFLBce6joI/AAAAAAAAAV4/GSSVIbqLQv0/s1600/DSC02449.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/TLFLBce6joI/AAAAAAAAAV4/GSSVIbqLQv0/s320/DSC02449.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5526280705958121090" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Acho que quando não caminho, os dias parecem caminhar tão mais depressa. Eles já são três desde que Cheguei, mas minha mala ainda não está vazia...&lt;br /&gt;...tampouco minha inquietação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-507126541471388705?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/507126541471388705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=507126541471388705' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/507126541471388705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/507126541471388705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/10/la-continuacion.html' title='La continuación...'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/TLFLBce6joI/AAAAAAAAAV4/GSSVIbqLQv0/s72-c/DSC02449.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-3715464024398303206</id><published>2010-10-07T01:10:00.000-07:00</published><updated>2010-10-07T01:33:39.425-07:00</updated><title type='text'>Chegar.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/TK2E1ijk8LI/AAAAAAAAAVU/kxsTS0BR84c/s1600/DSC_9068.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 213px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/TK2E1ijk8LI/AAAAAAAAAVU/kxsTS0BR84c/s320/DSC_9068.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5525218373197426866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sei  que 'cheguei' várias vezes durante esse mês, durante a vida...mas, nada é como chegar em casa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[to be continued...]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-3715464024398303206?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/3715464024398303206/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=3715464024398303206' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/3715464024398303206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/3715464024398303206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/10/chegar.html' title='Chegar.'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/TK2E1ijk8LI/AAAAAAAAAVU/kxsTS0BR84c/s72-c/DSC_9068.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-6688239966114093153</id><published>2010-09-15T11:24:00.000-07:00</published><updated>2010-09-15T11:34:21.775-07:00</updated><title type='text'>Transcrever...</title><content type='html'>http://xperiences.tumblr.com/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei em tentar escrever um pequeno resumo desta uma semana e meia em Barcelona. Pedro e Mi estão dormindo...e me sinto inquieta ainda com tanto encantamento.&lt;br /&gt;Sempre me senti pequena, mas cada vez mais vejo e posso experimentar a grandiosidade deste mundo, das pessoas que já passaram por ele, do que deixaram e deixam e deixamos pelo caminho, de quem passou, passa e ainda vai passar.&lt;br /&gt;Já vi tanta beleza... meu olhos são já como duas pessoas, à parte de mim...que vão me contando detalhadamente, enchardados de emoção cada detalhe deste lugar incrível.&lt;br /&gt;As coisas sempre me lembram muito as pessoas que eu amo...meu encantamento me faz pensar no bem que me fazem, no que conheço destas.&lt;br /&gt;Desde o primeiro dia, Barcelona já me deixou eletrificada, e calma ao mesmo tempo, com tanta beleza, alternatividade, história, energia. Comemoramos o aniversário do meu irmão com amigos recém conhecidos e... senti uma proximidade incrivelmente maravilhosa e, sem explicação de como me senti feliz, dele. PARABÉNS! Para que fique registrado mais uma vez. "Si no existisse el mar y tu...yo tampoco estaria".&lt;br /&gt;Sinto-me muito bem... mesmo já sentindo uma saudade inevitável de casa, meu encantamento me acalma... dizendo-me que voltarei melhor, com histórias para contar e recheada de emoções que nem pensava que sentiria.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Obrigada, irmão, obrigada, Barcelona, Obrigada mãe, Dé, Mi, Pai, Vó, meninos, amores... Obrigada Gaudi.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-6688239966114093153?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/6688239966114093153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=6688239966114093153' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/6688239966114093153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/6688239966114093153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/09/transcrever.html' title='Transcrever...'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-141316300983680790</id><published>2010-08-26T19:41:00.000-07:00</published><updated>2010-08-26T20:07:07.546-07:00</updated><title type='text'>'once again'</title><content type='html'>Você sabe???&lt;br /&gt;Ela guarda segredos que nem eu sei, subverte seus sentimentos, lapida, pinta, penteia suas tristezas, medos, mágoas. Finge um pouco, porque todo mundo é assim, mas finge tão bem, que se esquece, pensa que o fingimento é vida... e não é?&lt;br /&gt;Não entende a falta de intensidade... não entende tanto, perde-se constantemente em pedaços que se encontram e se identificam por milagre, destino ou simplicidade.&lt;br /&gt;Jurava com todas as forças que podia encontrar em si, que não se entregaria nas mãos de ninguém, era própria, auto-controlada-por-seus-amores. (não entenda! ...é um pedido)&lt;br /&gt;Perdera, enfim, a fé pelo morno, mas quando se prestasse bastante atenção, era ela ali... sentada de olhos encharcados em sonho, em cima daquele muro.Entre.&lt;br /&gt;Abra a porta e entre, mas preste bem atenção, pois esta porta se abre apenas pelo lado de fora. Uma vez que entrares, não sairás. Nõa é uma ameaça, apenas aviso que amor para mim é este, caso faça-se vivo, não há o que mate. Não deixo. Pode-se esconder, diminuir e aumentar como Alice, explodir ou calar-se, pode dormir, mas não morre. Não deixo. E, ao menos sobre isso posso ter o direito de ter um pouco de controle, certo?&lt;br /&gt;Nunca ficava com o  controle remoto da TV de casa. Ficasse, a TV pararia ali, ou no canal de leilão de jóias (no qual a TV liga) ou ficaria desligada. Sua incapacidade de decidir a deixava louca. Ou a loucura a fazia incapaz de decidir.&lt;br /&gt;Adaptava-se, adapta-se-desespera. Fecha os olhos ardidos deste tempo seco da puta que pariu. Respira. Esperando que ainda existisse um tico de oxigênio entre as particulas de poeira, fumaça, terra, maldade, descontrole e falsidade, das quais este ar anda cheio, fazia uma prece, segurava o sumo insistente dos olhos e... vivia.&lt;br /&gt;Era quase inteira, por mais fragmentada que fosse... ávida, a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um beijo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-141316300983680790?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/141316300983680790/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=141316300983680790' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/141316300983680790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/141316300983680790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/08/once-again.html' title='&apos;once again&apos;'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-6739565293714972715</id><published>2010-08-24T08:05:00.000-07:00</published><updated>2010-08-25T12:12:46.066-07:00</updated><title type='text'>Cuidado...</title><content type='html'>...&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Há uma fraqueza onde&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-size:100%;"&gt;às vezes&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;não se &lt;span style="font-size:180%;"&gt;pode&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;ver.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hum... eu tinha uma pretensão ao começar a escrever este texto, pensei..."vai ser só este título e a frase de continuação". Haha, imagina que eu conseguiria, minha fraqueza pelas palavras fez-se mais forte, e mais forte ainda, quando o aleatório do iTunes resolveu me dar uma singela rasteira, colocando para tocar "Careful Where You Stand" do Coldplay.&lt;br /&gt;Acho, por muitas vezes, que esse meu negócio de mania de cuidado é coisa de cabeça "velha", mas, por um outro lado, que talvez a gente não observe sempre meio que por uma proteção mesmo, mas a fraqueza, a fragilidade existe em cada um de nós pulsantemente, por mais forte que se possa ser. Estava hoje numa sala de espera de médico com a minha mãe, havia uma moça, com uma outra moça e um bebê, uma outra senhora e chegou um senhor com a (creio eu) esposa. As duas moças brincavam com a bebê (absurdamente linda e simpática), que ficou rindo para minha mãe...e elas começaram a conversar conosco, a bebê era neta de uma das moças e sobrinha da outra, a mãe da bebê tem 15 anos e estava em aula. Mas, a gente podia ver nos olhos das 3, felicidade...coisa boa, sabe? Bonita de se ver, um tanto bom de amor.&lt;br /&gt;A outra senhora então começou a falar de seus dois filhos, uma já com 22 e o outro 30. Disse que tem desespero de cuidar de bebês, morria de medo quando eles eram, e agora tinha um netinho...estava reaprendendo a se acalmar.&lt;br /&gt;E... o senhor(era um rapaz, não um senhor de muitos e muitos anos, ok?) que vinha chegando, passos lentos, expressão pesada...sentou-se do outro lado do corredor, em frente a mim. Eu quase podia sentir a dor de quando ele respirava. Fechou os olhos... e aquela respiração ainda doída, a mulher sentou-se ao lado, ele segurou firme a mão dela e a expressão pesada desabou, escorria levemente pelo rosto dele, quase silenciosamente.&lt;br /&gt;E agora? O que é que se faz?&lt;br /&gt;Tem horas na vida que eu queria ser um tanto de brônquios, bronquiolos, alvéolos, um pulmão. Queria ser um coração, um rim, um estômago e queria ter a consciência de funcionar em perfeita homeostase(redundância para enfatizar) conseguindo me adaptar ao modo de vida da pessoa de quem eu estaria dentro. Mas não é só isso não...a fraqueza vem de tanta fonte. Às vezes eu também queria ser o tempo, às vezes queria ser latas de cerveja ou garrafa de pinga, para não me deixar ser bebida por algumas pessoas em algumas situações. Queria ser pedra de Crack, e não queimar. Queria ser dinheiro, ah, como eu queria ser dinheiro...e saber escolher bem e justamente para onde ir, de quem ser. Queria, na verdade mesmo é que isso tudo tivesse uma consciência justa, já que nós, que deveríamos ter para saber &lt;span style="font-size:130%;"&gt;cuidar&lt;/span&gt; disso aí, não temos. E não só esses, mas ainda, as camisinhas, que soubessem aparecer na hora certa, no lugar certo, sempre. Os aceleradores dos carros (e demais meios de transporte), que se policiassem para andar numa velocidade &lt;span style="font-size:130%;"&gt;prudente&lt;/span&gt;.  Que a compreensão da mente fosse mais flexível, menos complicada, mais compreensível. {?}&lt;br /&gt;É muito fácil sofrer por falta de cuidado, se até com cuidado se sofre. Já colocaram reparo no quanto ser vivo é ser frágil? Nasce frágil, por isso precisa que alguém já de mais tempo cuide, vai crescendo frágil... aprende a "se cuidar sozinho". Sozinho o caral... digo, caramba! É sempre com base em alguém, com o amor de (por) alguém, e se quebra por conta de alguém(s) e se reconstrói com a força de alguém(s).  Não quero fazer estardalhaço, drama. Só acho que admitir a fragilidade é um passo &lt;span style="font-size:180%;"&gt;essencial&lt;/span&gt; para ser forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;in&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;constantemente&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-6739565293714972715?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/6739565293714972715/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=6739565293714972715' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/6739565293714972715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/6739565293714972715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/08/cuidado.html' title='Cuidado...'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-7501923314660471978</id><published>2010-08-20T17:30:00.000-07:00</published><updated>2010-10-25T12:37:17.994-07:00</updated><title type='text'>"Aqui, onde posso tudo e qualquer coisa."</title><content type='html'>Falavam pouco ali agora, ela podia ouvir bem seus pensamentos... preferia que falassem mais alto de novo. Pensava além da conta, se é que há conta para se pensar. Era tão pequena, como cisco que incomoda aos olhos. Pequena de se esquecer, mas tinha em si força para ser tão maior, mas por enquanto queria ver mesmo o mundo por esse ângulo.&lt;br /&gt;Praticava uma certa "alter-auto-observação" talvez ainda mais confusa do que o nome que dá a isso que faz. Buscava entender a tudo, todos...a partir de si. Mesmo que todos fossem tão grandes e ela tão pequena, fazia caber em si experiências que não havia literalmente vivido, mas vivenciava, se é que isso é possível.&lt;br /&gt;Era assim, descia a enorme escada espiral logo cedo e ia ao pomar colher o café da manhã. Deixava as frutas sobre a mesa para a família, comia uma manga e ia escovar os dentes. Escovava gastando apenas o NECESSÁRIO de água, enxaguava o rosto e ia trocar de roupa. Vestia seu terninho cor de pêssego, com a blusa preta por baixo, penteava o cabelo, colocava seu "sapato de trabalho". Pegava sua bolsa, ligava o aparelhinho de música nas "4 estações de vivaldi", colocava os fones nas orelhas, dava um beijo de bom dia em cada filho, nos primos, sobrinhos, maritaca, cachorros, bichos, um beijo na mãe, no pai, nas avós, nos avôs, bisavós, tia, tio, um beijo no irmão, na bisa, dava bom dia pros peixes, ia dar bom dia aos amigos, todos vizinhos ali, voltava e orava. Beijava a testa do marido, que ainda dormia, descia até a garagem, montava em sua bicicleta e ia para o Palácio. Dava bom dia para todos que passavam, e eles respondiam educadamente, mesmo que ninguém os estivesse filmando. Chegava em sua sala, via quanto serviço havia para ser feito, e se alegrava por sentir-se útil. Agradecia o fato de existirem tantos cargos na política, pois assim, o trabalho era dividido, as pessoas não se sobrecarregavam e também não ficavam a toa.&lt;br /&gt;Lia propostas, analisava-as, aprimorava-as quando necessário, conversava respeitosamente com os propositores, financiava, ajudava, acompanhava. Fazia propostas, baseadas em seus sonhos de menina, de "consertar o mundo", não desse o mundo, pois ao menos o Brasil.&lt;br /&gt;Levantava, ia às outras salas verificar se alguém precisava de alguma ajuda, regava a plantinha da mesinha de centro do Hall(um deles).&lt;br /&gt;Voltou à sala, sentou-se e foi estudar. Estudar o mundo, o país, suas responsabilidades. Estudar possibilidades, melhoras, problemas, geografia, história, matemática, biologia, "bom senso", educação, estudar crianças, adultos, adultos há mais tempo, pessoas. Estudar a si. Estudou até astrologia. Acabou por aquele dia, arrumava as coisas e ia almoçar em casa. Chegava, parava a bicicleta debaixo da do pé de lichia, ouvia os filhos subindo da escola de sua mãe, logo ali para baixo de casa, perto do rio, a mãe tambem vinha subindo, abraçavam-se todos. . Entrava para casa, acordava o filho que havia chegado no dia anterior de Alagoas, onde tem um projeto de preservação ambiental e apoio à VidA, ia para a cozinha, onde os outros já esperavam para almoçar, lavava as mãos e almoçava ao som de risos gostosos, histórias das crianças, dos mais vividos, lembranças. Acabavam de almoçar, iam cuidar de seus afazeres, vontades, necessidades, felicidade, vida. Ela sentava para conversar com o marido, um bom amigo, namoravam um pouco.  Via as horas, tinha que sair. Arrumava-se e ia para o Norte conversar com os "caras" que estavam desmatando indevidamente, que estavam esquecendo de RESPEITAR o que os faz vivos, a natureza. Conversava, resolvia. Saía de lá e passava no Acre para resolver uma questão de saúde pública. Voltava para casa satisfeita, contente por saber que floresta nativa brasileira ia ser um pouco mais respeitada, que mais gente estava com atendimento de qualidade na saúde. Contente de estar indo para casa. Chegava, tomava seu banho, colocava pijamas, conversava um pouco com a mãe, sentava-se com ela, ouvia os avós, bisavós, contava a eles do dia, eles contavam de suas conquistas, sorriam juntos...ou até choravam, a vida é assim. Mostrava fotografias aos tios, entendia o que eles diziam com o olhar. Ajudava as crianças nas lições de casa, brincava. Assistia um filme com o irmão, sentia-se perto. Beijava todos de boa noite, certificava-se que tudo estava seguro e ia-se deitar. Beijava o marido, fechava os olhos e ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...Acordava.&lt;br /&gt;Podendo menos, e não qualquer coisa.&lt;br /&gt;Mas, ainda um tanto, quem sabe?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-7501923314660471978?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/7501923314660471978/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=7501923314660471978' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7501923314660471978'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7501923314660471978'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/08/aqui-onde-posso-tudo-e-qualquer-coisa.html' title='&quot;Aqui, onde posso tudo e qualquer coisa.&quot;'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-5628849677713891124</id><published>2010-08-16T12:10:00.000-07:00</published><updated>2010-08-16T18:41:17.584-07:00</updated><title type='text'>"In a bullet proof vest"</title><content type='html'>Em uma aula de redação há pouco mais de dois anos, meu professor disse que as pessoas não "amam o próximo" porque amar é muito difícil, dá muito trabalho. Discordei dele, como era de costume, mas ele tinha argumentos, como também era de costume.&lt;br /&gt;Amar, amar mesmo, hoje concordo, que é sim, difícil. Não de acontecer, mas de cuidar do que se ama, de cuidar do amor.&lt;br /&gt;Acontecer é extremamente fácil, é 'só' a alma ser tocada, de alguma forma, por um olhar, um jeito, um sorriso e pronto, o amor acontece... "porque o amor é como o fogo, se rompe a chama, não há mais remédio" Mas o amor dói, sim. E por que? Penso que amor seja a junção de tudo o que há na relação com alguém. Seja pessoa, bicho, planta, sonho, ou um outro papel. E essa junção é o que, na minha opinião, dá trabalho. Hoje concordo, de certa forma, que as pessoas são capazes de se evitar de amar.&lt;br /&gt;Entendi com a vida, que amar é dolorido por trazer consigo a preocupação, a necessidade de cuidar, de proteger, de ver bem, a saudade por muitas vezes, a vontade do sorriso sempre, do lado, do abraço, do saber. E dói quando algo acontece, dói quando há distância, dói quando cuidar não é suficiente, dói quando o abraço não há, ou não há o saber.&lt;br /&gt;Amar é muito, pede muito, requer muito. Não é banal, não é controlável.&lt;br /&gt;Confundo-me a imaginar um mundo em que TODOS se amassem, em que TODOS se preocupassem com TODOS e quisessem cuidar de TODOS e de TUDoO! Meio que me senti John Lennon agora escrevendo&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 255, 0);"&gt; Imagine&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Mas não sei se isso viraria caos, somos pessoas, nossa capacidade de transformar tudo (até o que pareceria PERFEIÇÃO) em caos é incrívelmente grande. Sempre ia ter um pra amar mais um do que outro e "passar a perna" neste ou naquele por conta daquele outro. Iriam dar um jeito de fazer nascer o ódio, pois só amor cansaria e pareceria tédio.&lt;br /&gt;Não é falta de fé nas pessoas, bem, talvez seja sim. Mas, se for, é momentânea, na maior parte do tempo, acredito naquele instante de vontade de ser bom, sincero, respeitoso e verdadeiro que todos temos. Acredito no instinto que nos permanece de &lt;span style="font-style: italic;font-size:130%;" &gt;sentir&lt;/span&gt;. De proteger o "mais fraco". Acredito naquele "amor a todos" adormecido dentro de cada um, em algum lugar escondido.&lt;br /&gt;Acredito no desejo de BEM comum, não apenas próprio. "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Não é precisamente isso que é o desejo? Um vazio, durante o sono, que se oferece como um pedido e esperança?"&lt;/span&gt; Escreveu Rubem Alves.&lt;br /&gt;Penso minha vida de trás para frente e paro em quando aprendi o valor dos momentos... pois antes eu era só futuro e passado. No futuro serei isso, farei aquilo, estarei lá, ali, com tal pessoa, por tal porquê. Amanhã, ah, amanhã vou dizer o que quero há anos. Semana que vem digo pro meu irmão que o amo apesar de bagunçar a vida dele. Amanhã ligo pro meu pai. Mais tarde eu rezo. No ano que vem vou estudar. Na próxima vida eu vivo. Por que? Porque no passado isso foi assim e assado e aquilo outro me doeu as entranhas. Porque eu ri com o fulano há sei lá quantos anos. Eu fui e era assim. Justificava o agora com o ontem e a estaticidade do hoje com a existência do amanhã. E, até o amor ficava pro que tinha sido ontem e pro que poderia ser um dia para adiante. Mas, de repente, fui ''salva'' por aprender que: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"se não sabem, disso é feita a vida, só de momentos. Não percam o agora"&lt;/span&gt;. E, AMAR AO PRÓXIMO talvez signifique simplesmente RESPEITÁ-LO agora. O que é menos difícil do que AMÁ-LO. Não?&lt;br /&gt;Não sei, ainda defendo o amor, embora. É o que dá força para o dia, para a hora, pra acordar, e até para amar. Entende? A dificuldade se esvai no momento do sorriso amado...e pronto. "O mundo é perfeito..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 51, 153);"&gt;Yello - Yann Tiersen&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 51, 153);"&gt;See You Soon - Coldplay&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 51, 153);"&gt;Das Dores do Oratório - Zeca Baleiro&lt;br /&gt;Grey Room - Damien Rice&lt;br /&gt;Traição - Ana Carolina&lt;br /&gt;Sonho de uma Flauta - O Teatro Mágico&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-5628849677713891124?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/5628849677713891124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=5628849677713891124' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/5628849677713891124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/5628849677713891124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/08/in-bullet-proof-vest.html' title='&quot;In a bullet proof vest&quot;'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-606176831410755499</id><published>2010-08-13T20:32:00.001-07:00</published><updated>2010-08-14T18:16:48.236-07:00</updated><title type='text'>Chutar...</title><content type='html'>...Ou não chutar o balde.?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu &lt;span style="font-style: italic;"&gt;sempre&lt;/span&gt; escolho a segunda opção.&lt;br /&gt;E, por hora me sinto um tanto quando cheia disto, da minha prudência. Mas, engraçada é a inconstância, agora pouco eu escrevia elogiando a prudência com todas minhas forças, e já neste agora, ela é capaz de me irritar pouco mais do que zumbido de mosquito.&lt;br /&gt;É que sempre fui muito do equilíbrio das coisas, talvez por ser prudente (E AGORA?), acredito na relatividade de cada momento(zinho) "insignificante"(não!!) da vida.&lt;br /&gt;Acredito na ESSENCIALIDADE, entende? No fato de NÃO PODER FALTAR prudência em situações que podem colocar em risco a existência em vida de gente ou bicho ou verde. Essencialidade...certo? &lt;a href="http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=essencialidade"&gt;http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=essencialidade&lt;/a&gt; (fica a dica). Tipo aquela coisa já DITA clichê, mas que acontece o contrário o tempo todo. (será que é pra ser contra-clichê?) Por exemplo, não dirigir embriagado, não transar sem os devidos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;cuidados&lt;/span&gt;, não beber veneno ou demais líquidos tóxicos, não dirigir acima do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;limite&lt;/span&gt; de velocidade. Enfim, usar o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;bom senso, cuidado e respeito&lt;/span&gt; à vida... ser prudente.&lt;br /&gt;Coloquei LIMITE um pouco em destaque logo acima. Por que? Porque é outro que persegue. Sempre me os imponho, nas mais diversas situações. Certo...o resultado bom é que nunca matei ninguém, já o resultado não tão bom assim, é a constante digestão de répteis. Não reclamo, sou assim por escolha. Tive já além de 19 anos pra "calcular" o meu "ser assim" e as "escolhas". Sei, ainda, que nem mesmo 100 são anos suficientes, mas finjo que sim. Para cada dia.&lt;br /&gt;Não consigo deixar de escrever sobre o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;respeito&lt;/span&gt;, apesar de me sentir tediosa, cansativa e tosca. Bem, se não quiser, não tem de ler. Sei que sabem disso e, por isso, falta-me o receio para escrever. Escrevo, e pronto. E..&lt;span style="font-style: italic;"&gt;respeito&lt;/span&gt; quem disser que está tudo uma porcaria sem nexo ou quem simplesmente preferir fechar esta aba e ir ler Neruda.&lt;br /&gt;Acredito na liberdade da opinião alheia. E, pena...era este o ponto em que não queria chegar neste texto. Esta tal &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"opinião alheia"&lt;/span&gt; pode ser deveras cruel sem, ao menos, avisar. É assim, as pessoas vêem, observam, anotam os FATOS em seus bancos de dados mentais, inventam ENFEITES ou DEGRADAÇÕES, aceitam &lt;span style="font-style: italic;"&gt;influência&lt;/span&gt; de Outras &lt;span style="font-style: italic;"&gt;opiniões alheias&lt;/span&gt;. E, daí, digerem tudo e compartilham o resultado (que no caso é esta &lt;span style="font-style: italic;"&gt;opinião&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;Certo, ouvi esses dias a seguinte frase: "Não somos apenas o que achamos que somos, mas também, o que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;os outros&lt;/span&gt; acham que somos" É...no fim, é todo mundo apenas "achando", mas acaba mesmo é perdendo, perdendo-se, perdendo tempo. Não, não digo que a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;opinião alheia&lt;/span&gt; seja ruim. Definitivamente não, ela é algo extremamente pessoal, particular para ser taxada boa ou ruim, isso ou aquilo. O que considero ruim é quando utilizam esta &lt;span style="font-style: italic;"&gt;opinião&lt;/span&gt; para agir de má fé "contra" o protagonista da história que gerou a mesma. Entende?&lt;br /&gt;As pessoas dizem o tempo todo que detestam que falem delas, mas ao mesmo tempo, elas falam dos outros o tempo todo; É sempre essa inconstância, inconsciência;&lt;br /&gt;E o que há para se fazer com tudo isto, afinal?&lt;br /&gt;Aprender a lidar, a dançar, do seu jeito, com seus movimentos e sensações, claro. Mas, dentro do rítmo.&lt;br /&gt;Eu acho.&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; (perco)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-606176831410755499?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/606176831410755499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=606176831410755499' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/606176831410755499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/606176831410755499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/08/chutar.html' title='Chutar...'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-4517269732091109623</id><published>2010-07-25T18:08:00.000-07:00</published><updated>2010-08-05T11:02:30.949-07:00</updated><title type='text'>Excesso.</title><content type='html'>Arriscado que estas linhas em branco e este lápis decorado com desenhos de golfinhos fiquem assim, tão à minha vista. Não me aquieto.&lt;br /&gt;Ontem, nós contávamos Ipês amarelos pela estrada, em minha mente, eu repetia a imagem daquela linda surpresa pela manhã, repetia o sentimento em mim de cada manhã e noite, e dia. Eu pensava. Fingia me destrair com a procura pelos Ipês amarelos. Não que aquilo não me alegrasse, alegrava e muito, no entanto, o meu turbilhão de pensamentos não permitia que eu me destraísse. Atentava-me aos Ipês amarelos e à busca de minha avó e meu pai por eles ao longo do caminho, mas atentava-me também ao que me inquietava a vida, o pensamento. Sentia saudade de minha mãe, não apenas por conta daqueles poucos minutos que haviam se passado desde que a deixamos na escola. Mas pela conta antecipada do mês que está por vir. Tolice minha, mas sempre tive a humana mania de antecipar sentimentos. Sentia-me (na verdade ainda me sinto) ansiosa como  em poucas vezes antes.&lt;br /&gt;Fechei os olhos, talvez privando-os(me) da beleza extrema de ver um Ipê amarelo florido, mas os mantive fechados ainda assim. Pensava nas pessoas, nos dias, nos sentimentos e meus excessos. Sinto-me  a ser lentamente engolida por vontades e sonhos sem nexo. Queria emborrachar o mundo. Sim, que tudo fosse de borracha para que ninguém se machucasse. Pelo menos os postes, as paredes e as quinas de mesa. Peço, a partir de aqui, que se for tentar entender o que escrevo, por obséquio, que se tente não apenas no plano literal e concreto, mas ainda no subjetivo, figurativo, "viajativo", obrigada. Que me perdoem os que pensam que isso entediaria o mundo, mas eu gostaria sim que fosse possível que ninguém se machucasse, nem física e nem psicológicamente.&lt;br /&gt;Tenho pensado muito nas individualidades, valorizado, mais do que antes a diferença com que tudo é "processado" por cada um de nós nessa vida.   As incontáveis diferenças do que é expressado de dentro para fora de nós (e não falo de gases), falo do SER. Tudo o que vemos, ouvimos, tocamos, em resumo, tudo o que SENTIMOS e aprendemos do mundo, e processamos dentro de nós (cada um de forma inigualávelmente específica) e que nos faz SER. Ser o que? Bacana? Chato? Descolado? Conservador? Divertido? Casmurro? Educado? Grosseiro? O que for. Às vezes somos até mesmo todos esses opostos, e muitos outros mais, em uma só pessoa, de acordo com o que der a reação do de fora, com o de dentro (e os dois são mutáveis).&lt;br /&gt;Ainda não sei o motivo, mas acabo de lembrar das palavras que li de Drummond: "a dor é inevitável, o sofrimento é opcional". Penso que por vezes é possível que SE ESCOLHA sofrer por falta de atenção. Parece às vezes que há pouco espaço para sinapses e muita coisa para se pensar e processar e "digerir" com a mente. Mas, é besteira...sei que o espaço se faz maleável. Acabo de ver aqui ao meu lado em uma de minhas fichas de resumo de física, um gráfico de ESPAÇO x TEMPO. E não é uma boa analogia à vida? Mesmo que talvez um pouco tosca, mas o espaço que há em nós, caminha com o tempo que vivemos. E no meio disto, os acontecimentos, momentos da vida, sentimentos, emoções, conhecimentos, pessoas, vidas que se fazem parte da nossa.&lt;br /&gt;É, vejo que por isso não curso Engenharia. Prefiro filosofar sobre os gráficos, do que ve-los como simples representações matemáticas. Enfim, tudo isso, por algum motivo me remete a "coisas" que, para mim, solucionariam grande parte das aflições do mundo, da vida, grande parte das mazelas.&lt;br /&gt;Peço desculpas se parecer moralista, não sei até onde acredito na "bondade ou maldade" desta palavra, desta designação. Não pretendo, com nenhum de meus textos dar nenhum tipo de lição de moral, exemplo ou algo do tipo, meu único e sincero propósito é "If I get it all down on paper&lt;div&gt;It's no longer inside of me, threatening the life it belongs to" ou seja, "se eu colocar tudo isso no papel, não está mais em mim, ameaçando a vida a qual pertence".&lt;br /&gt;Bom, continuando, do que penso que faria muito bem à vida, começo com SINCERIDADE, mesmo que, confesso, que não a utilizo SEMPRE. Pegando o gancho, vejo necessidade de enfatizar ainda HONESTIDADE E LEALDADE, estas, para mim, não vejo como viver sem e sei o quanto machuca quando alguém não as utiliza comigo. Continuo com uma que gostaria de poder escrever com caneta pisca-pisca neon nesta folha inteira para que fique bem em evidência: &lt;span style="color: rgb(51, 204, 0);font-size:180%;" &gt;RESPEITO&lt;/span&gt;. Sobre esta, eu poderia ficar a discorrer uma vida toda, ou posso então ser simples e dizer que acredito piamente que se me pedissem para dizer apenas duas palavras que representam, para mim, o conserto e a harmonia neste mundo, eu diria sem pestanejar: Respeito e Amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.youtube.com/watch?v=g-cFHeoXAw8&amp;amp;list=QL&amp;amp;playnext=3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-4517269732091109623?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/4517269732091109623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=4517269732091109623' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4517269732091109623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4517269732091109623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/07/excesso.html' title='Excesso.'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-7854934483377923261</id><published>2010-07-19T07:31:00.000-07:00</published><updated>2010-07-19T20:26:28.680-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='a'/><title type='text'>Catarse</title><content type='html'>Uma pequena formiga caminhava sobre meu monitor desde que liguei o computador esta manhã. Destraía-me enquanto eu lia a página do G1, escassa de boas notícias.&lt;br /&gt;Boas notícias, curioso... Quando eu era menor, havia prometido a mim mesma e ao meu avô (que já havia falecido), que eu não seria feliz enquanto o mundo não fosse "melhorzinho''. Enquanto as pessoas morressem de fome/frio/calor/falta de condições. Enquanto morressem de bala, perdida ou achada. Enquanto buscassem ficar doentes. Enquanto houvesse uma tal de "corrupção", que, mesmo que eu não tivesse nem uma pista do que significava, eu via gente reclamando disso a todo tempo. Enquanto as pessoas morressem, ou sofressem mal tratos até de gente que amavam. Enquanto não parassem de explodir a Faixa de Gaza, o Iraque, Israel, Paquistão, os EUA e todo o mundo. Enquanto não parassem de matar por petróleo, dinheiro, mulher, preconceito, orgulho, nada. Enfim, enquanto o mundo não fosse "azul"(algumas pessoas diriam cor-de-rosa), eu "não seria feliz". Havia ouvido uma vez também que "Ninguém odeia o fraco e nem inveja o feio" e, óbvio, eu não queria ser invejada, e muito menos odiada. Então eu seria feia e fraca nesta vida, era decisão, e não seria difícil, não até eu "me apaixonar", mas isto é história para outro texto.&lt;br /&gt;Voltando à minha promessa, era furada. E descobri isso nos momentos felizes, eu não poderia evitá-los, e não queria. Eram minha vida, minha família, meus amigos e brincadeiras, sonhos, enfim...meus momentos. Vê como é a tal da felicidade? Ela É quando há de ser. Ganha das tristezas e agonias quando tem que ganhar, as ameniza. Nem sempre.&lt;br /&gt;Hoje, eu já não faço promessas, ou planos. Aceito a condição da minha pequenisse (ou pequenês, sei lá) diante de TUDO. Não me desfaço, porém, ainda, dos meus sonhos, que me fazem bem, mesmo que distantes. Não deixo também de esperar e procurar por notícias boas e ainda me corta o coração saber que muitas delas não serão boas, mas sim, daquelas que deixam o mundo meio cinza (que me perdoe quem gosta de cinza...deixo livre para que denomine sua cor "menos feliz")... mas aí eu olho pra &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;perto&lt;/span&gt; de mim, o que me alegra e abastece e sou &lt;span style="font-style: italic;"&gt;transformada&lt;/span&gt;, respiro fundo e me sinto mais bem do que mal, mais bela do que feia, mais forte do que fraca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Agradecida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Today's song:&lt;br /&gt;O Senhor do Tempo - Charlie Brown Jr.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-7854934483377923261?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/7854934483377923261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=7854934483377923261' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7854934483377923261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7854934483377923261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/07/uma-pequena-formiga-caminhava-sobre-meu.html' title='Catarse'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-8695272214703739366</id><published>2010-06-22T17:07:00.001-07:00</published><updated>2010-06-22T19:53:24.130-07:00</updated><title type='text'>"a copa do mundo É NOSSA..."</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;...mas a mancha de petróleo não.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;...mas os mensalões não tem nada a ver CONOSCO.&lt;br /&gt;...nem a mãe que tem que amarrar (literalmente) o filho para livrá-lo do vício de crack.&lt;br /&gt;...o &lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;excesso&lt;/span&gt; de lixo, então... DE QUEM ELE É? Porque NOSSO ele não pode ser...&lt;br /&gt;...e toda a poluição [evolução??????] e a falta de espaço, e os tiros no morro, nos bairros, em qualquer lugar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;span style="font-size:180%;"&gt;MEU&lt;/span&gt; Brasil vai ganhar a Copa!&lt;br /&gt;Mas &lt;span style="font-size:130%;"&gt;não&lt;/span&gt; é MEU o Brasil que está um tanto quanto &lt;span style="font-size:78%;"&gt;fudido&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não vou cair no clichê um tanto quanto "rebelde" de reclamar do patriotismo que atinge as pessoas em época de Copa do Mundo. Mesmo porque, na verdade,  sim, eu comprei uma vuvuzela verde e amarela. A alegria não me incomoda, pelo contrário...acho fantástico o poder que isso tem de alegrar as pessoas, de fazer gente tirar a poeira de cima de si para pular e gritar com os jogos. Acho verde e amarelo cores lindíssimas...que combinam muito juntas e uso minhas camisetas do Brasil mesmo quando não é Copa. (que me difamem os estilistas e modistas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me intriga, e que é a razão deste post, não é a Copa do Mundo, não são a banda Restart, digo, as vuvuzelas, não é o Galvão Bueno e nem o arroto, digo, bocejo do apresentador do Fantástico.&lt;br /&gt;O que me intriga é a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;nossa&lt;/span&gt; noção de coletividade, de posse, de divisão.&lt;br /&gt;A conquista é minha, bom, digo...pode até ser NOSSA, vai;&lt;br /&gt;Mas o problema é DELE, dela, sua...sei lá...só não é meu, e nem nosso... assim como a culpa.&lt;br /&gt;Já o dinheiro, ah...esse é SÓ MEU. Não dá nem pra ser nosso...só se eu for uma pessoa MUITO legal... Mas, o PODER então? aí sim, este é  SÓ MEU, só pode ser meu, apenas.&lt;br /&gt;Eu sei bem que não é todo mundo que é assim...algumas pessoas reprimem este SER egoísta, e reprimem muito bem, e sabem dividir e até mesmo assumir um pouco de alguma culpa que possa haver. E eu conheço pessoas assim, eu fui criada com pessoas assim...claro que ainda defendo a teoria da instabilidade das pessoas e sei que ninguém é "assim ou assado" o tempo todo, mas algumas características, principalmente de caráter, são marcantes. Embora talvez, também, mutáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabo de sentir uma vontade absurda de mudar o título deste post para EPIFANIA... mas aí não faria sentido...porque eu acabo de ter uma, e ainda não havia tido quando pensei em escrevê-lo ou mesmo até exatamente este momento...às exatas 23:23.&lt;br /&gt;Acabo de pensar que não tenho por que ficar intrigada com essa noção de coletividade...de repente, ela me faz sentido. De repente, sinto vontade de parar de criticar "as pessoas" e aceitar o fato de que eu 'as entendo'. Adimito um pensamento pouco (ou muito) hedonista e, aceito a condição. CLARO, ÓBVIO, EVIDENTE que as pessoas queiram o que é prazeroso, o que dá alegria...é saudável isso!&lt;br /&gt;Mas, preciso explicar (até para mim mesma) que o que eu quis dizer no começo do post, não foi algo do tipo para pedir que todas as pessoas se tornassem EMO e queiram dividir tristezas e pegar para sí as culpas e os problemas e se enterrar aí. Não, não era isso. Quis dizer sobre assumir a RESPONSABILIDADE, para que, a partir daí, se assuma algum tipo (ou vários tipos, de preferência) de "conserto", entende? De VONTADE pra mudar...igual a gente tem VONTADE, IMPULSO, ENTUSIASMO, PAIXÃO pra gritar, pular e assoprar a vuvuzela quando o Brasil faz um gol, queria essa VONTADE, esse IMPULSO, esse ENTUSIASMO e essa PAIXÃO pra gente realmente separar os resíduos, ir procurar se a reciclagem ta acontecendo direito na cidade, se aquele vereador sabe o que está fazendo , se sabe, pelo menos o nome dele e o que são as obrigações dele como vereador (que eu, sinceramente não sei quais são e nem nunca perguntei para algum vereador(a) se ele(a) sabe. É, isso me entristeceu agora)... Assim como os secretários, deputados, prefeito, ministros, presidente e presidenciáveis. Esse povo todo que acha que manda alguma coisa, quando na verdade é pau-mandado do dinheiro e das cobranças. Mas, quem é que não é hoje em dia? Quem é que consegue não ser? Os Hippies?  Aham...Até o tal de "novo Woodstock no Brasil" vai ser cobrado ingresso. E aí? É...não dá mais pra ser hipócrita...porque tanta gente é... e aí vira rotina. E agora?&lt;br /&gt;VONTADE, IMPULSO, ENTUSIASMO, PAIXÃO...só assim, eu acho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;''&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;the best thing about getting lost is what you find along the way''&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-8695272214703739366?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/8695272214703739366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=8695272214703739366' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/8695272214703739366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/8695272214703739366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/06/copa-do-mundo-e-nossa.html' title='&quot;a copa do mundo É NOSSA...&quot;'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-1528809399405564735</id><published>2010-06-22T09:30:00.001-07:00</published><updated>2010-06-28T08:17:11.856-07:00</updated><title type='text'>a pessoa errada para se...</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;...detestar. [?]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É tão estranho parar pra pensar e perceber que se vem detestando a pessoa errada.&lt;br /&gt;Escrevo sobre isso, hoje, pensando em diversos contextos. Desde o mais pessoal, quando me pego a detestar o "mais distante", o que eu nunca quis amar, aquele de quem eu nunca nem deveria ter pensado em depositar alguma confiança, ao invés de detestar aquele que amo, o que confiei, e tanto. Talvez devesse detestar o segundo, talvez devesse mesmo detestar a mim mesma, que não soube evitar a situação, que por mais passada que já seja, hoje quando me pego a observar de longe o primeiro e me sinto talvez um tanto quanto injusta por depositar nele toda a culpa e direcionar a ele todas minhas indignações, quando aquele segundo é quem mantém o primeiro por perto, talvez por amá-lo, sem querer, por evitá-lo, talvez apenas em aparência. O problema é não querer detestar o segundo, e não querer detestar a mim mesma, mas precisar culpar alguém.&lt;br /&gt;Como outro contexto pouco mais distante, por exemplo, detestar o ex-presidente dos EUA, Bush. Culpá-lo por todos os problemas do mundo ...que, sim... acredito mesmo que ele tenha uma culpa absurda, mas não toda ela. É que, se fôssemos dividir a culpa, ela seria de quase todos nós. E o fato mesmo, é que ninguém a quer. Nem mesmo parcelada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E fica assim...Alguém sempre vai ser o culpado, mas acho que o desacordo disso tudo mora no fato de que O CULPADO(ou A CULPADA) vai ser sempre a pessoa errada, pelo simples(nada simples) motivo de ser no singular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:78%;" &gt;E agora???&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-1528809399405564735?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/1528809399405564735/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=1528809399405564735' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1528809399405564735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1528809399405564735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/06/pessoa-errada-para-se.html' title='a pessoa errada para se...'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-1918908487763536227</id><published>2010-06-21T12:36:00.000-07:00</published><updated>2010-06-22T11:13:35.511-07:00</updated><title type='text'>Hipermetropia</title><content type='html'>&lt;div id="cabecalho" class="cor_2"&gt;&lt;div  style="font-size:127.7%;"&gt;&lt;h1 id="identificador_musica"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Não conseguia enxergar bem o que havia ao fim daquele texto. Não sabia se era um ponto, ou se três. Queria tanto que fossem três, que fossem reticências e não apenas um ponto. Mas naquele momento, parecia-lhe mais um ponto, doía como doem os pontos que são mal-colocados&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/h1&gt;Sentia que, de novo, acabaria por ser uma vírgula.&lt;br /&gt;E, por isso, preferia não ver bem.&lt;br /&gt;Pelo menos por enquanto, confiaria "&lt;span style="font-size:78%;"&gt;cegamente&lt;/span&gt;"&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-1918908487763536227?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/1918908487763536227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=1918908487763536227' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1918908487763536227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1918908487763536227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/06/hipermetropia.html' title='Hipermetropia'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-1880289504709401020</id><published>2010-06-18T17:28:00.000-07:00</published><updated>2010-06-18T18:03:57.486-07:00</updated><title type='text'>''significado''</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Continuava a &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;v&lt;span style="color: rgb(153, 153, 0);"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 0);"&gt;r&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 0);"&gt;d&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 51);"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;j&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;r&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, mesmo  sabendo da necessidade pulsante de &lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;m&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0);"&gt;d&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 0);"&gt;u&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 0);"&gt;r&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;r&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Verdejava&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Desejava&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Amava&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;...mais.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sonhava,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;fugia,&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;queria&lt;br /&gt;...&lt;span style="font-size:85%;"&gt;mais.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;N&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;ão desistiu,&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;decidiu...&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;que &lt;/span&gt;precisava de ponto,&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;mas&lt;/span&gt; queria reticências...&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;e &lt;/span&gt;conseguia vírgulas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Acreditava,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;perdoava,&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;esperava&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;...mais&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;O que não havia,&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;o que quis,&lt;br /&gt;não podia...&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas,&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;ainda assim&lt;/span&gt;,&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;sentia-se&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Estipulou para sí&lt;br /&gt;a&lt;span style="font-size:130%;"&gt; mudança,&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;o encaixe,&lt;br /&gt;o &lt;span style="font-size:180%;"&gt;rítimo&lt;br /&gt;o &lt;span style="font-size:85%;"&gt;caminho,&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;a &lt;span style="font-size:78%;"&gt;inquietude,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;a &lt;span style="font-size:180%;"&gt;estrada,&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;o&lt;/span&gt; passo,&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;o &lt;span style="font-size:130%;"&gt;sentimento,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;o &lt;span style="font-size:100%;"&gt;espaço,&lt;br /&gt;a &lt;span style="font-size:180%;"&gt;atitude&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;certa, certo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 0);"&gt;perto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-1880289504709401020?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/1880289504709401020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=1880289504709401020' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1880289504709401020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1880289504709401020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/06/significado.html' title='&apos;&apos;significado&apos;&apos;'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-1740917565195625889</id><published>2010-06-16T06:41:00.000-07:00</published><updated>2010-06-16T07:12:25.973-07:00</updated><title type='text'>Manter...</title><content type='html'>...a fé; &lt;br /&gt;...a cabeça erguida; &lt;br /&gt;...o coração "inteiro";&lt;br /&gt;...a vontade ativa;&lt;br /&gt;...o sonho aceso;&lt;br /&gt;...a coragem;&lt;br /&gt;...o AMOR;&lt;br /&gt;...por perto;&lt;br /&gt;...o entusiasmo;&lt;br /&gt;...a SIMPLICIDADE;&lt;br /&gt;...a calma;&lt;br /&gt;...a serenidade;&lt;br /&gt;...a mente mais aberta do que a boca;&lt;br /&gt;...a educação;&lt;br /&gt;...a tolerância;&lt;br /&gt;...a incondicionalidade;&lt;br /&gt;...a sinceridade/honestidade/fidelidade/LEALDADE;&lt;br /&gt;...o caráter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Manter-se&lt;/span&gt;...&lt;br /&gt;...vivo...&lt;br /&gt;...forte[?];&lt;br /&gt;...firme[?];&lt;br /&gt;...na luta[?];&lt;br /&gt;...no relacionamento;&lt;br /&gt;...&lt;span style="font-style:italic;"&gt;perto&lt;/span&gt;(física ou metafísicamente) da família;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Distrair-se/proteger-se...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;...do medo;&lt;br /&gt;...da fome;&lt;br /&gt;...do frio;&lt;br /&gt;...da desilusão;&lt;br /&gt;...da falta de entusiasmo/de paixão;&lt;br /&gt;...da solidão;&lt;br /&gt;...do relacionamento;&lt;br /&gt;...do apego;&lt;br /&gt;...do desapego;&lt;br /&gt;...da traição;&lt;br /&gt;...do desconcerto;&lt;br /&gt;...da disfunção;&lt;br /&gt;...da fuga;&lt;br /&gt;...da falta de educação;&lt;br /&gt;...do absurdo;&lt;br /&gt;...da intolerância;&lt;br /&gt;...da desistência;&lt;br /&gt;...da demagogia;&lt;br /&gt;...do perder-se;&lt;br /&gt;...do caminho "errado";&lt;br /&gt;...do ócio;&lt;br /&gt;...da correria;&lt;br /&gt;...do dia a dia;&lt;br /&gt;...do acomodamento;&lt;br /&gt;...do pertencimento;&lt;br /&gt;...da exclusão;&lt;br /&gt;...do caminho "certo";&lt;br /&gt;...da falta de encaixe;&lt;br /&gt;...da vontade de ir embora;&lt;br /&gt;...da vontade de que fosse embora;&lt;br /&gt;...da vontade de NÃO ir;&lt;br /&gt;...da mudança;&lt;br /&gt;...do TÉDIO;&lt;br /&gt;...do fingimento;&lt;br /&gt;...da verdade;&lt;br /&gt;...da política;&lt;br /&gt;...do momento;&lt;br /&gt;...da cobrança;&lt;br /&gt;...da complicação;&lt;br /&gt;...da loucura;&lt;br /&gt;...da sanidade;&lt;br /&gt;...da "eternidade";&lt;br /&gt;...das aspas;&lt;br /&gt;...da culpa;&lt;br /&gt;...da falta;&lt;br /&gt;...do excesso;&lt;br /&gt;...das pessoas;&lt;br /&gt;...e da falta delas;&lt;br /&gt;...DE SI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E...o segredo da felicidade?&lt;br /&gt;Já não acho tão secreto assim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-1740917565195625889?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/1740917565195625889/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=1740917565195625889' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1740917565195625889'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1740917565195625889'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/06/manter.html' title='Manter...'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-7654929552672029453</id><published>2010-05-09T14:03:00.000-07:00</published><updated>2010-07-19T20:36:01.671-07:00</updated><title type='text'>Quanta vida tem num tempo?</title><content type='html'>Fosse crer na cronologia, encontraria algo de muito errado consigo. Tentaria arrancar de si seus sonhos e até sua personalidade, pois amava e sonhava como amam e sonham nos contos de fadas, e por isso tentava detestá-los, para tentar encaixar-se no mundo em que são tolos. Mas ainda assim os amava, e sonhava encontrar bravura e honestidade no coração das pessoas. Insistia em crer no "triunfo do bem, do amor". Mas, ao acordar, via que os homens já nem queriam ter bravura, acomodavam-se em ter sofá, cerveja e sapatos. Já bravura suficiente lidar com as rotinas, haviam estas se tornado o que outrora eram feras e dragões, quando não havia avião, internet ou crime organizado; as crianças não usavam e nem traficavam drogas. Hoje há tanta estupidez, que as feras penduraram suas chuteiras.&lt;br /&gt;De novo, fosse acompanhar a cronologia, aceitaria que a estupidez descende de uma evolução. Pudesse, deixaria de escrever reclamações tolas e cuidaria de arranjar rumo para própria vida, que gritava por um caminho. Mas não sabia interromper suas divagações para projetar futuro, havia perdido a capacidade de acreditar em projetos, mas tinha medo de ser deixada para trás pela vida por conta disso. Porque temos medo, não consigo imaginar como não teríamos, estando em algo tão absolutamente instável como a vida. A sorte é que ocupamos nossas mentes com tudo o que tal instabilidade traz consigo, ou estaríamos fadados a enlouquecer, se é que já não estamos. Eu mesma não me sinto em pleno juízo, ou estaria estudando equações ao invés de me envolver a divagar assim.&lt;br /&gt;Mas, continuo. Ouvira dias atrás que ninca arranjaria um marido, por não sabia deixar de ser criança. Concordara tristonha, ainda com vestígios de sonhos de amor em seu conjunto de axônios, dendritos e corpos celulares. Vestígios de sonho de que dar as mãos e sentir tremer o coraç!ao aquecido bastaria por mais algum tempo. Encontrava-se confusa de novo, ou nunca deixara de estar, mas queria cuidar do mundo, acalentá-lo em seus braços, mas tinha braços de criança. Queria um namorado, mas construia muros ao redor de si, queria contestar a política, mas havia abandonado a Universidade. De repente, percebeu tão claramente que se fazia parte ativa da estupidez da qual tanto reclamava e entristeceu-se. Mas, logo lembrou-se que nào há tempo para entristecer. Teve um súbito de fé um pouco a mais ao lembrar-se das pessoas que conhece.&lt;br /&gt;Sentia-se ainda perdida, porém não triste. Sentia-se pequena, e cada vez menor, mas não deixava de querer ser mais. Pensava nas crianças a cada 30 segundos. Aquelas que a malária mata. Pensava a todo tempo em encontrar solução, algum tipo de antídoto para a estupidez, mas não sabia ao menos contornar a própria. Queria ferramentas, oportunidades, recursos. Confundia-se ainda mais ao pensar no quanto as coisas todas que faz são disfuncionais, mas se perdoava pensando que não são apenas as coisas feitas por ela que são disfuncionais. O desconserto das coisas atinge limites tão mais amplos. Sentiu-se pertencente, mas não queria. Preferia pertencer à sua loucura, que almejava discordar, discutir e consertar o desconserto do mundo e, talvez por meter-se em algo tão maior do que poderia lhe dizer respeito, vê-se a sempre escolher o caminho mais difícil. E, coincidente como é a vida, ela sofria dores alheias e pensava serem próprias. Não era má pessoa, não acreditava em julgamentos desse tipo. Contrariava previsões e valorizava em excesso o poder que cada momento tem de mudar o rumo de tudo. Acostumara-se à instabilidade.&lt;br /&gt;Piamente, acreditava apenas no amor, não havia ainda em vida duvidado de tal sentimento quando incondicional. Sabia ser raro, mas acreditava em seus poderes e o defendia como fosse preciso. Queria que fosse difundido, adotado, aproveitado. Sabia que apenas ele seria capaz de consertar tanta rachadura. Queria sentir-se, queria ser mais prática, sabia estar absurdamente ultrapassada por ser tão utópica e romântica e que precisava de tantas atualizações, mas ainda assim, por ignorância ou excesso de otimismo, o u imaturidade, vivia por amor, vivia para agir por paixão. Vivia simplesmente...seguindo "instruções" como aquela que nos diz para viver um dia de cada vez.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-7654929552672029453?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/7654929552672029453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=7654929552672029453' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7654929552672029453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/7654929552672029453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/05/quanta-vida-tem-num-tempo.html' title='Quanta vida tem num tempo?'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-2689886225790051353</id><published>2010-04-28T06:45:00.001-07:00</published><updated>2010-04-28T07:54:44.468-07:00</updated><title type='text'>Nunca se faz tudo errado ou nada certo sempre</title><content type='html'>Acho que sempre serei "nova demais para entender".&lt;br /&gt;Dos zilhões de coisas que me fiz aprender,&lt;br /&gt;Forcei-me a crescer,&lt;br /&gt;A crer e querer saber...&lt;br /&gt;...demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ecoei]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, acho que no fim das contas, o segredo é não utilizar &lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt;tudo&lt;/span&gt; o que se aprende, não obedecer o que mandam as "regras", é entender e fingir que não entende. Acho mesmo, agora, que o segredo é saber fingir.&lt;br /&gt;Esqueci-me agora o nome que a gramática dá a palavras como "tudo, nada, sempre e nunca". Esqueci de deixar de usá-las, mas ainda me lembro da pretensão que estas trazem consigo ao serem usadas.&lt;br /&gt;Eu aprendi TUDO o que me ensinaram.&lt;br /&gt;Eu NUNCA vou fazer isso.&lt;br /&gt;Eu SEMPRE respeito as regras. / Eu SEMPRE vou ser apaixonada por você.&lt;br /&gt;Isso não muda NADA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[???]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei qual tipo de superpoder daria a possibilidade a alguém de falar essas frases. No mínimo a pessoa precisa de uma super memória, de uma super capacidade de prever e de uma super alienação perante &lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt;tudo&lt;/span&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-2689886225790051353?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/2689886225790051353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=2689886225790051353' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/2689886225790051353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/2689886225790051353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/04/nunca-se-faz-tudo-errado-ou-nada-certo.html' title='Nunca se faz tudo errado ou nada certo sempre'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-3148860599210408767</id><published>2010-03-15T15:55:00.000-07:00</published><updated>2010-03-15T15:56:39.221-07:00</updated><title type='text'>as coisas são mesmo assim...?</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-3148860599210408767?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/3148860599210408767/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=3148860599210408767' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/3148860599210408767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/3148860599210408767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/03/as-coisas-sao-mesmo-assim.html' title='as coisas são mesmo assim...?'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-4828985477107665700</id><published>2010-02-22T19:00:00.000-08:00</published><updated>2010-02-22T20:01:37.596-08:00</updated><title type='text'>Eram quilometros que moviam minha mente...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/S4NTGhOw6lI/AAAAAAAAAOg/Mu6j5xLl0kA/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 111px; height: 104px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/S4NTGhOw6lI/AAAAAAAAAOg/Mu6j5xLl0kA/s320/images.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5441284146258307666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;De repente, imaginei minhas mãos pintadas pelo tempo.&lt;br /&gt;O que haveria(ou haverá) no pensamento quando já não fosse isso apenas imaginação?&lt;br /&gt;Pensei por instantes mais longos que já vi, que o "segredo da felicidade" talvez seja destrair-se. Ocupar o pensamento com o que afaga.&lt;br /&gt;Lembrar um rosto amado, uma voz, o toque, que talvez venha de mãos já pintadas por aquele tempo, que mesmo tendo sido outro, é tempo passado, e pensar que se terá aquele toque quando as mãos ainda feito tela vazia forem pintadas...saber que há certeza de que a lembrança permanece, mas o encontro, possuinte de tamanha imprevisibilidade e despossuido de controle.&lt;br /&gt;Ainda em outro de repente, o coração se aperta, espreme-se tanto que os olhos liberam o sumo, incontido. Mas isso não é tristeza. É, para falar a verdade, felicidade. É ter do que ter saudade.&lt;br /&gt;E a gente guarda, porque enriquece o pensamento, e, creio eu, que faça valer tanto a pena a pintura das mãos.&lt;br /&gt;Ir andando, seja rápido ou devagar...buscando alcançar. Cada passo, degrau, faculdade, liberdade, experiência, filho, casamento......ou apenas adotar uma filosofia mais Hippie e buscar a beleza do amor em toda sua pureza. Mas, se puder...balancear ainda creio ver como melhor escolha. Mas é que até balancear, balança-se tanto que é difícil não perder o equilíbrio.&lt;br /&gt;=)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-4828985477107665700?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/4828985477107665700/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=4828985477107665700' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4828985477107665700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4828985477107665700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/02/eram-quilometros-que-moviam-minha-mente.html' title='Eram quilometros que moviam minha mente...'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_jjwdv-jKrGY/S4NTGhOw6lI/AAAAAAAAAOg/Mu6j5xLl0kA/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-3386289474421715396</id><published>2010-02-15T17:29:00.000-08:00</published><updated>2010-02-15T17:47:50.393-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>...&lt;br /&gt;que quem protege da solidão é&lt;br /&gt;apesar de não só,&lt;br /&gt;mas também gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que companhia é quando,&lt;br /&gt;de dia, chega mais logo a noite.&lt;br /&gt;E não basta, mas aceita,&lt;br /&gt;que sabe que depois tem outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que depois é o sempre,&lt;br /&gt;visto de agora,&lt;br /&gt;ele é daqui a pouco, e depois, e depois, e depois...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que desde que se tenha coração que te lembra,&lt;br /&gt;passa seguindo os depois...&lt;br /&gt;como quem tem consigo o segredo do cofre do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, ainda assim, tem pressa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-3386289474421715396?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/3386289474421715396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=3386289474421715396' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/3386289474421715396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/3386289474421715396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/02/blog-post.html' title=''/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-8382470881866346781</id><published>2010-01-29T16:17:00.000-08:00</published><updated>2010-01-29T16:20:10.066-08:00</updated><title type='text'>Upside up.</title><content type='html'>'Cause I guess I've been upside down all this time.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;speachless - Lady Gaga&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-8382470881866346781?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/8382470881866346781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=8382470881866346781' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/8382470881866346781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/8382470881866346781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/01/upside-up.html' title='Upside up.'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-8808479177589489383</id><published>2010-01-24T17:36:00.000-08:00</published><updated>2010-01-29T17:14:50.897-08:00</updated><title type='text'>To leave / to stay</title><content type='html'>He was packing his bags&lt;br /&gt;I was "packing" my thoughts&lt;br /&gt;I guess without paying attention,&lt;br /&gt;he putted a huge piece of my heart in one of the bags&lt;br /&gt;It goes like this everytime he's going.&lt;br /&gt;That's how my heart is learning to fly&lt;br /&gt;Learning so damn slowly,&lt;br /&gt;'Cause it still hurts more than teaches.&lt;br /&gt;And the sure that he'll be back,&lt;br /&gt;Makes me full and heals me again.&lt;br /&gt;I love him so,&lt;br /&gt;The better part of me exists&lt;br /&gt;'Cause he does.&lt;br /&gt;Thanks for your love.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;"Aleatório": [?!!]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;-&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Leaving on a jet plane - Chantal Kreviazuk&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;-&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Dragon fly - Yann Tiersen&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;-&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;So Small - Carrie Underwood&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;-&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lost - Coldplay&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;-&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Santa Chuva - Marcelo Camelo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;-&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Arribada - Daniel&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;-&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Humano Amor de Deus - Pe. Fabio de Melo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;-&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Longe de Você - Charlie Brown Jr.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;-&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Home - Jack Johnson&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-8808479177589489383?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/8808479177589489383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=8808479177589489383' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/8808479177589489383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/8808479177589489383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/01/to-leave-to-stay.html' title='To leave / to stay'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-1671733695572537381</id><published>2010-01-14T16:06:00.001-08:00</published><updated>2010-01-14T16:07:15.655-08:00</updated><title type='text'>"Desculpe-nos(me) pelo transtorno"</title><content type='html'>Talvez Marianna signifique transtorno em algum dialeto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-1671733695572537381?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/1671733695572537381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=1671733695572537381' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1671733695572537381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1671733695572537381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/01/desculpe-nosme-pelo-transtorno.html' title='&quot;Desculpe-nos(me) pelo transtorno&quot;'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-9092182628181719109</id><published>2010-01-11T19:22:00.000-08:00</published><updated>2010-01-11T19:23:35.210-08:00</updated><title type='text'>Perfil indignado. (caralho!)</title><content type='html'>Eu me lembro de me ouvir dizendo algumas vezes: "nada mais me assusta nessa vida". Bom, nada mais me assusta o caramba. De repente você se encontra numa situação em que tudo o que você aprendeu a ser até ali, não serve pra nada. Você precisa, ali, de alguma coisa nova pra resolver a situação, e você não tem...e o que você tem, o que você fez até ali...se aconteceu de se chegar a essa situação, em algum ponto foi feito tudo errado, e nada, ou talvez bem pouco condisse. Nada, ou talvez bem pouco tenha sido positivo. Porque no fim das contas, alguém vai mentir pra você, alguem vai ferrar com o que você sempre tentou impedir de ser ferrado, e esse alguém pode ser alguém que você ama.&lt;br /&gt;    Aproveitando que isso deve ser uma descrição de "quem eu sou" pra expor a minha indignação incontrolável por agora. Eu sempre fui muito otimista...sabe? como uma musica que eu nunca me esqueço da Dido...ela repete várias vezes na música..."And it's not so bad...it's not so bad" enquanto a vida dela ta desmoronando na cena do clipe. Querendo ou não, eu aprendi a repetir isso também. O que às vezes é bom, ou pelo menos até hoje eu acredito que seja, mas às vezes, se você não percebe que isso é sim BAD, você não se levanta pra consertar...e segue passivo, vendo a merda acontecer e simplesmente dizendo pra você mesmo que isso não é ruim. Por outro lado, às vezes você precisa de saber que as coisas não são tão ruins pra querer continuar, pra não focar o pensamento, sentimento, razão, emoção tudo só naquilo que está podre, fedido, estragado e doendo. Você olha pro lado e procura alguma coisa que te faça acreditar que "it;s not so bad"...Mas, que, por favor, não a mim, mas à vida, você não pode esquecer que... se está um pouco bad que seja...precisa de algum reparo, porque tudo que é deixado pra depois ou negligenciado na vida se acumula, e tudo o que se acumula, quando pega pra doer, DÓI MUITO MAIS.&lt;br /&gt;   E é por isso que eu também aprendi a detestar mentira, porque essa é outra desgramada que sempre se acumula. E, por mais que na hora ela te de o prazer de você saber que você fez o que você queria sem que alguém que não queria que você fizesse fique sabendo, se você insiste em mentir, é porque sabe que não deveria ter feito, e se você sabe que não deveria ser feito, é porque sabe que a consequência (que tudo na vida tem) pode ser podre.  Em uma aula de psicologia, eu aprendi que criança que mente é porque é mais esperta. Mas, espera... claro que isso quis dizer de uma mentira ingênua, tipo... a pessoa que está testando a criança pergunta se ela comeu o chocolate quando a pessoa mandou não comer; e a criança responde que não, porque sabe que se falar que sim, vai ser advertida, e ninguém(ou pelo menos ninguém que eu conheço) gosta ou sente-se feliz em ser advertido. A gente foge de consequências muito frequentemente, a gente foge daquilo que não nos faz feliz, a gente reinventa a realidade pra ela ser mais dócil. Mas, espera mais uma vez...quando a gente "reinventa essa realidade" a partir de mentiras toscas, a gente se perde...e vai continuando a se perder, porque vai se perdendo cada vez mais e, quando se vê...não quer se encontrar mais, porque vai custar muito esforço, vai gerar muito conflito...então você vai indo, indo, indo...até que toma senso, de algum jeito, e começa a querer voltar, a querer estar de verdade(seja lá o que isso for) de novo, mas é ridiculamente óbvio que quanto mais embaixo você estava, mais vai ser cansativa a volta.&lt;br /&gt;A gente mente...mente até pra si mesmo, mas quando gosta de outras pessoas, acredita inconscientemente que essas pessoas não vão mentir pra gente. Mas elas mentem também, assim como você mente pra quem gosta de você...por que as pessoas que você gosta seriam diferentes??? Elas não são! São pessoas.&lt;br /&gt;  Aí, na vida, eu aprendi também que "gentileza gera gentileza". Mas não gera. Não na maioria das vezes. O que acontece nessa maioria das vezes é a gentileza gerar estupidez. Você é "gentil", você é visto como babaca, trouxa, fácil de enganar sem ser perdido. A gentileza tem que vir acompanhada de dureza, de garra, de MORAL e caráter pra talvez assim, gerar também alguma gentileza. "Hay que endurecer pero sin perder la ternura" disse um cara que matou uma pancada de gente... e aí? que ternura existe em matar uma pancada de gente??? mas, que dureza existiria em se ver injustiças e exploração o tempo todo e não fazer nada????&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  Não adianta... por mais que a gente pense, a gente nunca escolhe o caminho certo.&lt;br /&gt;E o que que sobra como opção???????????????????????????? Acho que acreditar que "it's not so bad" porque, graças a Deus, a vida é feita de várias situações simultaneamente, de vários focos, várias pessoas, vários sentimentos... e não serão todas fudidas ao mesmo tempo.(eu espero)&lt;br /&gt; Por favor...se alguém conseguiu a proeza de ler isso até aqui.... Pensa...pensa um pouco antes de mentir, antes de esconder, antes de fazer alguma coisa que você sabe que vai magoar alguém. Só pensa. Eu sei, sei muito bem que é tremenda perda de tempo calcular cada atitude na vida, e algumas são impossíveis de ser controladas, mas... PENSA! Por meio milésimo de segundo que seja, busca em você um pedacinho de verdade" que te faça bem, e preza por isso. Preza pela preciosidade de estar aqui, vivo...aprendendo com as "merdas" que se faz, e que isso sirva pra diminuir a "merda" da próxima vez, que aí a vida vai ficando cada vez mais preciosa... e as conquistas passam a ter um gosto melhor de que são suas...e não de alguém que você inventou pra colocar no seu lugar enquanto você tava cansado de estar ali. Porque não dá pra inventar um "avatar" de personalidade, sentimento, pensamento...mas, mesmo "não dando"...a gente faz isso o tempo todo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-9092182628181719109?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/9092182628181719109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=9092182628181719109' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/9092182628181719109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/9092182628181719109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2010/01/perfil-indignado-caralho.html' title='Perfil indignado. (caralho!)'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-5736296676110820850</id><published>2009-12-31T16:17:00.000-08:00</published><updated>2010-03-26T17:23:37.636-07:00</updated><title type='text'>What I think He told me...</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;You know, when I wasn't born yet, God came to have a talk to me. He Showed me the family I would be born in and said: "Honey, those are really great people, they're beautiful, you're very lucky. You see, they already have a boy, your brother, he is very very smart, he is inteligent, brilliant, and will be an awsome guy, very handsome too. You go, dear, go and try your best to be nice, and always remember that you must take care, good care of everyone  and everything you love", then He hugged me, oh, My... that, I'll never forget.&lt;br /&gt;Well, so here I am. All things here are very very beautiful, but so complicated too. You see, I love every leaf of every tree, but I am not able to take care of all them, and it may sound childsh, it IS childish, but anyway, seems like I can't do what God told me too. But I try.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-5736296676110820850?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/5736296676110820850/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=5736296676110820850' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/5736296676110820850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/5736296676110820850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2009/12/what-i-think-he-told-me.html' title='What I think He told me...'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-8857841073960749176</id><published>2009-12-28T17:11:00.000-08:00</published><updated>2010-03-26T17:29:17.708-07:00</updated><title type='text'>But at the end of the day, what is it that you call Special Love?</title><content type='html'>I guess life is a challenge where we have to learn how to deal people, and also ourselves.  We fail almost all the time,  and that makes chaos, and I think that's what learning is about; chaos. Actually, the moment of reflection after chaos, when u see all the shit you've done, when you feel like never doing something like again, that's when you force yourself to be a little better, so you won't make a bad storm again. BUT, as I always have a but in my thoughts, this time couldn't be different... when that thing called Time comes passing by, we sometimes look behind, and when we do that, I guess most of the times we can see that everything was necessary. The chaos that hurted before was a result of some will of yours that you satisfied at the time, or of a desire, or a guess, an intuition of choosing paths.  'Cause they say you can't be stand at a crossroad your whole life, at some point, you mus go. Sometimes you go without even thinking, and they also say hat those times are the hardest ones cause when you start thinking, it's already done. Yeah, that's right...but think with me now...if you do something "wihout even thinking preveously", that's because it must be big for you, must be something ou want, and I guess as long as you dont kill anyone, when you will be at the "after", I hope you don't hate yourself, 'cause that wouldn't really be usefull. Would that?&lt;br /&gt;Just try to picture a life with no regrets...at all... don't know if it's possible, but how would you learn what not to do??&lt;br /&gt;Well, don't know what to say anymore... I just see that I cannot grow anyway. The years go, my skin gets weak, but my thoughts are still childish.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So, as a curious kid I ask... what do you call love?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-8857841073960749176?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/8857841073960749176/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=8857841073960749176' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/8857841073960749176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/8857841073960749176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2009/12/but-at-end-of-day-what-is-it-that-you.html' title='But at the end of the day, what is it that you call Special Love?'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-2712932549112085298</id><published>2009-12-16T18:17:00.000-08:00</published><updated>2009-12-26T14:51:01.261-08:00</updated><title type='text'>"x" ???</title><content type='html'>prioridades  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;x&lt;/span&gt; necessidades&lt;br /&gt; utopia  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;x &lt;/span&gt; responsabilidade&lt;br /&gt;maturidade  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;x&lt;/span&gt; tempo&lt;br /&gt;amizade  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;x&lt;/span&gt; beijo*&lt;br /&gt;obrigações  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;x &lt;/span&gt;sonhos&lt;br /&gt;realidade &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;x&lt;/span&gt; fantasia&lt;br /&gt;"autismo voluntário"  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;x &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;projeção&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;inconstância &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;x&lt;/span&gt; sensatez&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; "fidelidade" &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;x&lt;/span&gt; "traição"&lt;br /&gt;"aquário" &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;x&lt;/span&gt; Mar&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;força &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;x&lt;/span&gt; renúncia&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em que consiste o "limite" estabelecido pelos "&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;x" &lt;/span&gt;que, teoricamente, permite alcançar a "homeostase" necessária pra "viver bem"???. Até onde uma pode ir sem "ferir" a outra? Elas são antônimas e antitéticas? Até que ponto elas se misturam ou são a mesma coisa equilibrando as coisas da vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*escrevi as "respostas" que eu penso... posto depois ;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-2712932549112085298?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/2712932549112085298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=2712932549112085298' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/2712932549112085298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/2712932549112085298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2009/12/x.html' title='&quot;x&quot; ???'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-1787168473493068151</id><published>2009-12-15T14:04:00.000-08:00</published><updated>2009-12-16T03:39:08.284-08:00</updated><title type='text'>A poupança Bamerindus</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"O tempo passa&lt;br /&gt;o tempo voa&lt;br /&gt;e a poupança Bamerindus&lt;br /&gt;continua numa boa"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Não, não faço o marketing do banco, nem sei se este ainda existe, o negócio é que esse jingle me é impressionantemente nostálgico. É como eu imagino que seja uma sessão de terapia. Me traz lembranças boas, saudades doídas e reflexão e, no fim, me faz "ficar numa boa"&lt;span style="font-style: italic;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Eu queria me lembrar de mais coisas, eu acho. Queria me lembrar de tudo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span&gt;ter mais tempo pra lembrar. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Menos tempo de saudade&lt;span style="font-style: italic;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Li uma frase&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; "toda saudade é um tipo de velhice" &lt;/span&gt;&lt;span&gt;, sinto-me tão velha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-1787168473493068151?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/1787168473493068151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=1787168473493068151' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1787168473493068151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1787168473493068151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2009/12/toda-saudade-e-um-tipo-de-velhice.html' title='A poupança Bamerindus'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-2321529240680067422</id><published>2009-12-04T20:43:00.000-08:00</published><updated>2009-12-04T20:50:15.419-08:00</updated><title type='text'>NoJornal, um amigo.</title><content type='html'>"Ricardo tem 32 anos, lê e usa a internet. Mora há cinco anos no CTI da Santa Casa&lt;br /&gt;Tiago Brandão/Comércio da Franca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jovem Ricardo Alberto Aidar, 32, está internado no CTI da Santa Casa há quase cinco anos. Ele é portador da Distrofia Muscular de Duchenne, uma doença hereditária rara e sem cura que aos poucos limita a ação dos músculos da pessoa até levá-la à morte. Ricardo já perdeu quase todos os movimentos do corpo e vive preso à uma cama. Não fala e respira com a ajuda de um aparelho. Tem a consciência perfeita e sabe tudo o que acontece à sua volta. Seu sonho é voltar para casa. A família não tem condições financeiras para comprar os equipamentos necessários e entrou, sem êxito, na Justiça para obter ajuda do Estado. Mantê-lo no hospital custa mais caro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo nasceu perfeito e começou a apresentar os primeiros sintomas da doença aos sete anos. “Notei que ele andava nas pontas dos pés e caia muito. Subia as escadas com dificuldades. Quando completou 14 anos, parou de andar. Aos poucos, a doença foi afetando seus músculos cada vez mais”, contou Euclesina Aparecida dos Santos, 49, mãe do rapaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 22 anos, Ricardo teve o pulmão afetado e passou a usar um respirador de pequeno porte a maior parte do dia. Internações esporádicas se tornaram comuns. No dia 13 de março de 2005, a doença se agravou de vez. Ele foi levado para o CTI e nunca mais saiu. Passou por uma traqueostomia e depende um aparelho de grande porte para respirar e, consequentemente, viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mãe de Ricardo tem visita liberada no CTI e entra quando quiser. Nestes quatro anos e oito meses que o filho está morando no hospital, não deixou de vê-lo um dia sequer. “A vontade dele e minha é ir embora para casa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma junta multidisciplinar da Santa Casa se reuniu para avaliar o caso e concluiu que é plenamente aplicável, sem quaisquer prejuízos para o paciente, a transferência para ambiente domiciliar. “A permanência do paciente no CTI contraria todas as diretrizes e normas técnicas do Ministério da Saúde, da Organização Mundial de Saúde e normas sanitárias, expondo o paciente desnecessariamente a riscos reais de contrair infecções hospitalares”, diz parte do parecer assinado por seis profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que possa sair do CTI, Ricardo precisa de um respirador - que custa de R$ 40 mil a R$ 60 mil. A casa da mãe também teria de passar por uma reforma. “Já entrei na Justiça para ver se o Estado me dá a máquina, mas perdi. Parei de viver para poder dar atenção a ele. É um sofrimento muito grande ver um filho nesta situação. Tudo o que quero é que ela tenha um fim de vida com mais dignidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo federal, por meio do SUS, paga R$ 508,63 por dia à Santa Casa pelo leito de CTI ocupado por Ricardo. “Considerando-se o valor pago atualmente, só o dinheiro gasto este ano já daria para comprar uns quatro respiradores e pagar a reforma”, afirmou o médico Edson Teixeira Abreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;# Ricardo já leu 30 livros no hospital"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;A notícia veio pra cá porque me lembraram que precisa de senha pra ver no site do jornal.&lt;br /&gt;O Rick é de uma força e de uma paz...sempre ganha no jogo do Show do Milhão, e tem foto da moça da fisio como fundo de tela...(ciúme!)..=]...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-2321529240680067422?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/2321529240680067422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=2321529240680067422' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/2321529240680067422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/2321529240680067422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2009/12/nojornal-um-amigo.html' title='NoJornal, um amigo.'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-3035375095924331070</id><published>2009-12-04T19:57:00.000-08:00</published><updated>2010-01-01T17:00:28.339-08:00</updated><title type='text'>"o que faz você feliz?..."</title><content type='html'>Chego, sento na cama do meu irmão e, de repente me vem esse jingle na cabeça.&lt;br /&gt;E, ahh, primeira vez que eu escrevo aqui sem deixar escrito também num papel, o que tira um pouco o sentido do nome, mas...em toodo caso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Companhia me faz feliz. Qualquer companhia, umas mais, outras...&lt;br /&gt;Umas faltam, faltam tanto, tanto...&lt;br /&gt;E o coração, por falta de opção, finge se aquetar e esperar por uma calma que talvez não chegue. Mas a esperança tem dessas coisas...e eu ainda acho que ela seja válida, embora um dia, um amigo tenha me mandado:&lt;br /&gt;''Pandora trouxe o vaso que continha os males e o abriu. Era o presente dos deuses aos homens, exteriormente um presente belo e sedutor, denominado “vaso da felicidade”. E todos os males, seres vivos alados, escaparam voando: desde então vagueiam e prejudicam os homens dia e noite. Um único mal ainda não saíra do recipiente: então, seguindo a vontade de Zeus, Pandora repôs a tampa, e ele permaneceu dentro. O homem tem agora para sempre o vaso da felicidade, e pensa maravilhas do tesouro que nele possui; este se acha à sua disposição: ele o abre quando quer; pois não sabe que Pandora lhe trouxe o recipiente dos males, e para ele o mal que restou é o maior dos bens – é a esperança. – Zeus quis que os homens, por mais torturados que fossem pelos outros males, não rejeitassem a vida, mas continuassem a se deixar torturar. Para isso lhes deu a esperança: ela é na verdade o pior dos males, pois prolonga o suplício dos homens.''&lt;br /&gt;Se pensar, faz bastante sentido, mas, como tanto, depende do ponto de vista. Se você olha a esperança com esperança, ou se olha com uma objetividade que muito pouco crê, "pessimista"[?].&lt;br /&gt;Bom, esse não era o rumo que eu previa...pra variar um pouco, eu desfoquei.&lt;br /&gt;Mas, me faz feliz ter quem[s] por perto, acho que me faz pensar que, a final de contas, eu devo fazer alguma coisa certa, se tenho gente tão "doce" como companhia.&lt;br /&gt;E não é crise de exposição de carência esse post, pelo menos não por intenção...é mais uma comemoração. Comemoro minhas companhias, as proximidades, o matar de saudades, a paz por não precisar exigir, por não parecer obrigação, e, mesmo que às vezes seja última opção...uma delas é. E isso conta... [conformismo?]&lt;br /&gt;Olhei pra minha pulseira agora e, nela tem escrito: FORZA, AMORE, ENERGIA, EQUILIBRIO... querer mais o que? Companhias podem prover as quatro coisas.&lt;br /&gt;O que me faz feliz?...a alegria das minhas companhias de vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-3035375095924331070?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/3035375095924331070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=3035375095924331070' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/3035375095924331070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/3035375095924331070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2009/12/o-que-faz-voce-feliz.html' title='&quot;o que faz você feliz?...&quot;'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-357571025403700815</id><published>2009-12-03T14:26:00.000-08:00</published><updated>2009-12-04T07:50:15.440-08:00</updated><title type='text'>Suspiro...e, por um(s) minuto(s), acredito.</title><content type='html'>Ela disse "de pensamento, de utopia"  http://www.saipraveralua.blogspot.com/&lt;br /&gt;Os dois, tão presentes e pulsantes, que por vezes chegam a irritar. Ela, numa inocência que pela maioria do tempo se esconde, revelava sonhos, desejos, planos até, eu diria. E ela colocava a realidade e seus devaneios como antitéticos, falou de ar puro, de toalha xadrez...e, sabe quando o coração parece se permitir um segundo de descanso e o pensamento, por sua vez, nem cogita descanso, fica todo alvoroçado, a se permitir imaginações e sonhos tão maiores.`Me fez lembrar um desses dias, eu sentada numa dessas lanchonetes em que a gente senta com vista para a calçada, vi passando um senhor e uma senhora...mãos dadas, ela sorria discreta, quando passaram mais perto, pude ouvir que ele cantava pra ela, tão macio. Parece que cantando a história de uma vida e, sim...por mais que eu não saiba nada sobre eles e a história, parecia que ali, naquele passeio, naquelas mãos dadas e no sorriso tão aparentemente inevitável, havia toda uma vida, que por mais que fosse duas, ali era uma, que provavelmente faz parte&lt;br /&gt;de tantas. Vê`-los foi um desses suspiros, foi inspiração, foi nova força de fé no que eu já não sabia crer. Assim como o que ela escreveu sobre o pic nic, a imaginação dos filhos, do marido, numa pureza hoje tão embaçada, neblinada por ser tão mais simples "ir de tudão" em aventuras sem planos. Mas, por outro lado, por ser tão mais comum se cansar da vida cedo demais. Enfim...não quero estragar esse suspiro com um outro de desilusão. &lt;br /&gt;Ainda acho válido sonhar, por mais que, particularmente, não me vejo a planejar sentidos como esse pra ponte de destino que construo. Preciso aprender a planejar... acredito tanto nas intercorrências, que já não sei se há possibilidade de traçar um caminho prévio. Nem por isso deixo de sonhar. "tranquilidade é uma quimera".&lt;br /&gt;Em contraponto, de repente ouço de uma amiga que ninguém mais ama de verdade. Depois fui entender que ela se referia a namoros adolescentes...ainda assim não concordei com a frase, mas, entendi um pouco. Não quero cair no tracejado constante de reclamar o desamor do mundo...o descaso pelo tão conhecido essencial. O pouco caso pelas crianças, entre famílias, o pouco cuidado com a vida, o excesso e a falta de 'nãos', o excesso de falta de bom senso e a pouca paixão num tantão de contexto, mas já nem sei como. Seriam os caminhos assim tão complicados? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ahhh, como eu queria entender a loucura, a minha já nem tenho pretensões...mas, as alheias, pra que tentasse adequar, como se tivesse ou pudesse ter algum poder...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suspiro...agora já por não saber os "comos" dos "o quês" que me faço escolher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa noite!&lt;br /&gt;=)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;constellations - Jack Johnson feat. Eddie Veder&lt;br /&gt;If it Kills Me - Jason Mraz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e um filminho água com açucar 500 Days Of Summer (500 Dias Com Ela)&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-357571025403700815?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/357571025403700815/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=357571025403700815' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/357571025403700815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/357571025403700815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2009/12/suspiroe-por-ums-minutos-acredito.html' title='Suspiro...e, por um(s) minuto(s), acredito.'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-5308691325699093873</id><published>2009-11-28T08:39:00.000-08:00</published><updated>2009-11-29T12:05:14.993-08:00</updated><title type='text'>"Memórias periféricas"</title><content type='html'>Engraçado como os olhos, as mãos, a boca, e o coração também guardam lembranças. E, por algum motivo, de repente voltam a se sentir da mesma forma. Os olhos se lembram e fazem o coração achar que pode de novo bater no mesmo rítmo, as mãos e os braços, ilusóriamente parecem sentir, o que faz o coração achar ainda mais que pode sair fora do corpo e dançar um samba, como num desfile de carnaval, com fantasia de rei momo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixa eu postar uma coisa antiguíssima que escrevi...um tanto quanto exibicionista, infantil e com excesso de melosidade e romantismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi, pelo simples fato de que era preciso ser. Fez-se necessário a partir do momento que nos fizemos conhecidos. Demorou o tempo suficiente para se tornar uma história. Um "Não ser" cujo único desejo era simplesmente ser, por um segundo que fosse.&lt;br /&gt;Tempo passou, como é de se esperar, perdi seus passos por entre tantos passos de outrem, porém, não perdi a vontade de encontrá-los. Tempo passou, e mais uma vez encontrei. Forem olhares que revelaram lembranças de um tempo de brincos e chocolates, e foi aí que nasceu o "não ser", que me perseguiu(por culpa minha, sei) por tempo suficiente para torrar minha paciência quase que por completo. Agora eu podia de novo ver seus passos, e segui-los também, quando meus olhos te buscavam inevitavelmente. Fazia parte das minhas manhãs... das minhas tardes em pensamento...das minhas noites em sonho. O "não ser" se tornou um "quase", e por várias vezes o foi. Este quase que fazia muito bem o trabalho de acabar de torrar o que me restava de paciência. Trocamos olhares, vontades, mas também covardia e descaso. Conversamos, e dessas conversas resultaram sorrisos e se multiplicaram vontades, que fizeram-se em mim, mais sonhos que, no entanto, não se atreviam a por os pés em alguma realidade. Suas palavras me deram motivos pra sonhar, porém, suas atitudes, não condizentes, me deram razões pra acreditar que nada passava de minhas ilusões resultantes de lembranças infantis. Segui com essa insistência desfundamentada que para mim tinha fundamento. Segui calada, em pensamento, sentimento, "desrazão". Dançamos, e, não esqueço nem querendo a proximidade que deve ter me feito parar de respirar e de fazer sinapses. Descobri, com isso, que minha paciência é extremamente enorme, pois o "não ser" se juntou com o "quase" e com um certo ciúme descontrolado e os três se empenharam para destruir o que me restava dela. Trocamos desculpas...que serviriam para quê??? ("D, de Desculpa...uma palavra que pretende ser beijo."). Nossas conversas voltaram a me encer de insanidade ao pensar: "agora vai"...agora vai o que???? não conseguíamos conversar nem uma só vez sem que surgissem insinuações e estranhísses que, ao invés de aproximar, nos afastavam cada vez mais.&lt;br /&gt;Mas sua imagem, suas palavras, me assombravam e não deixavam que eu olhasse para os lados. Tentava me convencer de que não era nada, e passaria em menos tempo do que eu imaginava, mas sempre lembrava que não havia passado já há sete bons anos...eu não queria que passasse. Mais tempo passou, de novo, só o tempo passou, mas não minha esperança torturante e fantasiada, esta, ridiculamente cresceu. &lt;br /&gt;Foi então que, de repente o quase que torrava minha paciência em busca de destruir a esperança fez por fazer serviço contrário e fez crescer minha paciência, as conversas voltaran a me encher de esperanças e eu nem me importava mais com o fato de que as atitudes não condizentes me desesperavam.&lt;br /&gt;Por um momento, consegui me convencer de que o "não ser" perduraria. Mas, por peripécia, assim que me convenci...ele deixou de não ser. Numa perfeição pouco possível e, provavelmente enfeitada pelo meu pensamento fabuloso. O tão esperado ser, o momento tão perfeito, apesar de todas as imperfeições. A banda parou, as pessoas pararam, meu coração pediu licença para sair do meu corpo e ficou ali ao lado desfilando um samba, vestido de rainha da bateria, soltaram fogos, sem barulho, eu não ouvia nada, eu não via nada... mas eu sentia todas as cores e todas as brisas e todos os meus sonhos. (não, eu não havia fumado, nem cheirado, injetado ou tomado nenhum entorpecente). O momento me entorpecia...saudavelmente.&lt;br /&gt;A continuidade não foi perfeita...mas, enfim...nunca fui de pedir demais, ou acreditar demais em continuidades desse tipo.. Paro por aqui o relato, pra iludir perfeição eterna, como é o momento. &lt;br /&gt;=)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Today's song, não podia ser outra... Cannonball - Damien Rice.&lt;br /&gt;There's still a little bit... ;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-5308691325699093873?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/5308691325699093873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=5308691325699093873' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/5308691325699093873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/5308691325699093873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2009/11/memorias-perifericas.html' title='&quot;Memórias periféricas&quot;'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-4423512038233327586</id><published>2009-11-13T10:06:00.001-08:00</published><updated>2009-11-18T12:59:20.586-08:00</updated><title type='text'>Vírgula</title><content type='html'>Deus sempre me protege da solidão.&lt;br /&gt;Deus, me protege da solidão...?&lt;br /&gt;protege a gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Amem, amém&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-4423512038233327586?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/4423512038233327586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=4423512038233327586' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4423512038233327586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/4423512038233327586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2009/11/blog-post.html' title='Vírgula'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-1337060465739678104</id><published>2009-11-09T07:28:00.000-08:00</published><updated>2009-11-09T07:29:26.434-08:00</updated><title type='text'>Carta ao avô.</title><content type='html'>"Foi quando descobri que a vida não era para sempre. Para começo de conversa não foi o que percebi. Havia medo, e tristexa profunda a rodear os pensamentos. O que era, eu não sabia, e o não saber me assustava tanto. Percebi tristeza nos olhos de todos, mas Dela, principalmente. Era tristeza escura, como se a vida se acabasse ali, lágrimas e até gritos houve, não, eu ainda não sabia. Mas aquele alvoroço de tristezas frias fazia em mim por agonizar. Enfim, contaram-me...Pois digo que parte de mim havia feito por juntar as pontas do cordão de vida, mas eu não acreditaria até que me contassem. Não queria acreditar mas foi preciso, o que antes era frio e escuro agora se fazia claro e salgado, os olhos se encheram de lágrima e as palavras eram tão maciamente tristes, havias ido embora e disseram que não mais voltaria. Demorou para que as nuvens de tristeza se dissipassem e ainda não se dissiparam por completo, transformaram-se em saudade, lembranças, lembranças que apesar de, por partes doerem, davam também força. Assim eu descobri a raridade da vida, mas digo, descobri, pois apesar de ter descoberto eu não entendia, eu apenas sabia ser real. Quis apressar o passo, quis ganhar do tempo, quis voltar no tempo e o resultado? Perdi, perdi o que mais queria, tempo. E a verdade é que depois que fostes, raramente vi naqueles olhos banhados aquele dia pelas mais pesadas e tristes lágrimas, um sorriso verdadeiramente feliz, realizado e satistfeito. Não digo que nunca mais vi, pois algumas vezes vi sim, mas tornaram-se vezes tão raras, tão sofridamente esporádicas. Hoje sei que faria tudo para tê-lo de volta, mesmo sabendo que lutar contra vontades divinas seja ignorância, Vivo há anos, não muitos, mas suficiente para saber que o tempo não para, não parou enquanto vivi, se parou, parei então também e não me lembro. Pois penso que na verdade o que parou foi nada.&lt;br /&gt;Ennquanto segui, muito mudou e muito permaneceu igual. Momentos se fizeram inesquecíveis, alguns por serem bons, outros por ruins. Houve começo, houve fim, e também recomeço. Houve força, fraqueza, sorriso e tristeza. Houve abraço, carinho e cansaço, houve conquista, houve o sim e o impossível. Houve tanto! E hoje eu sei, sei que o que é errado não necessariamente é pecado ou é condenável. Hoje eu sei que a verdade tem várias faces, sei que o que é certo para mim pode ser absurdo para outro, sei que a paciência é rara, e extremamente necessária. Sei também que apenas de sonhos não se vive, mas se de vida se sonha, é o bastante. Sei ainda que o bastante por muitas vezes deixa a desejar, e sei que o deseho não custa muito a se tornar incontrolável. Sei ser covardia calar-se dianre de situações desagradáveis possíveis de serem consertadas pelas palavras por você caladas, E taxar uma atitude de inevitável é fugir da responsabilidade por tomá-la ou tê-la tomado. O dia-a-dia é errante, nós somos os fracos que erram, o mundo, a tentação por errar, a realidade, a conseqüência dos erros cometidos. Se cada pessoa plantasse uma árvore para cada pensamento ganancioso ou invejoso que tivesse, todo excesso de CO2 seria filtrado da atmosfera, porém, é fato que faltaria espaço para tantas árvores. Se cada vingança ou pensamento vingativo fosse convertido em milagre, sobrariam milagres. Se cada traição fosse convertida em amor, se cada ódio se transformasse em abraço...Pois...paro aqui com isso, não quero viver a vida de "SE's". Vivo de amores e esperança...e assim sigo.&lt;br /&gt;Guardo-te, senhor, sempre em meu coração."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-1337060465739678104?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/1337060465739678104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=1337060465739678104' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1337060465739678104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/1337060465739678104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2009/11/carta-ao-avo.html' title='Carta ao avô.'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2745879018473172353.post-8464207402341239664</id><published>2009-11-09T07:27:00.000-08:00</published><updated>2009-11-28T12:32:20.740-08:00</updated><title type='text'>A long way...</title><content type='html'>For us to keep moving, for us to keep walking, for us to keep living, for us to keep doing what we want, for us to keep wishing for the impossible, for us to keep loving, for us to keep givin' up, for us to keep doing our best, for us to keep doing our worst, for us to keep making mistakes. Oh, it's a long way to keep dreaming with a better world at the same time we help to make it each time worse, to keep blaming the unblaimed ones. A long way to be afraid that the way is not as long as we wanted it to be. A long way to think that there are loves and glories, and there are poems and sadness, there are wishes and fears, there's courage and music, there's faith and doubts, there are stars and kisses, there are fairy tales and the sunshines, there are dreams and flowered fields, there are lovely people and hearts full of love, there's wasting and there's needings, there are singers and fans, there's violence and blind justice(well, I think, not blind justice, if it's blind so it's not just at all), there are guns and money, there are drugs and madness, there's hope and desapointings, there are hugs and distance, there's crying and clowns, there's hunger and knives, there's black, and blue, and yellow, and orange and white and green and brown and purple, there's pain and flowers, there are battles and peace, there's family and perfection, there are ups and downs and maybes, there is the Forever and the No more. Oh and so we think, there are so many things, but is there a solution?? What would be a solution after all? You think about fixing something, but for this, you always want to ruin some other thing. When you find love, you also find fear and when you find peace you also find a reason to fight, you just never know, you just don't use your sanity, at all! If you could act like a crazy, I bet you would, what prevents you to do this is only shame, it's the simple fact of thinking that someone else is able to see you and to watch you and to judge you. Why don't you always tell the truth?? Because you always have to lie. why don't you stop doing with the others what you won't like them to do with you? Because there's selfishness, there's greed, some insane greed that makes you think that you ARE more, when you don't realise that you only HAVE more, but having more doesn't mean, at all, that you are more, than others. Actually, sometimes, many times I mean, it is able to make you less, less, because you bacome self addicted and stop caring about love, stop taking care of life and feelings, and reality becomes something ridiculously material. Of course you have to have things, of course you have to fight always for being successfull, but, please, not for me, but for the world, throw greed away! And put a little love in your heart. I know it isn't easy cause, govern teachs us to act wrong, TV also, and even church, even church cares too much about material posesions, even church is selfish, even church sells guns, even church supports for war. Impossible, impossible and real. Scaring. There's prision and there is where people get in the maximun level of monsterhood. Frankstein was made to be the best men of all, he had a kindness and a goodness and such a big power of love, the history says that he was made like this...fabulous, fantasy...anyway, but he became the monster people thought he was, 'cause he couldn't handle anymore all that people were doing to him. And that's what happens in the world, no ones is born like a bad guy, or a thief, or a killer. Society does this, pression, materialism, ignorance, loss of serenity, prejudice, and a stupid kind of hurted pride, all this, in some scaring way is able to make someone turn out to be a monster.&lt;br /&gt;Love, I say, love is the solution, if there's a real solution, if there's a real love, if there's something real after all.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2745879018473172353-8464207402341239664?l=umoutropapel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umoutropapel.blogspot.com/feeds/8464207402341239664/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2745879018473172353&amp;postID=8464207402341239664' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/8464207402341239664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2745879018473172353/posts/default/8464207402341239664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umoutropapel.blogspot.com/2009/11/long-way.html' title='A long way...'/><author><name>Marianna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16038572555968893536</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-tbRQUYRljbk/Tp73MmZHCtI/AAAAAAAAAbc/PVBxHqKdDvs/s220/DSC_3343.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
